Grupo Coral Amanhecer

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O Coral Amanhecer nasceu em Outubro de 1973, sob a direção de Américo Ferreira e conta atualmente com 41 elementos. A sua atividade principal é ser mensageiro da alegria do Evangelho através do canto. Para isso, ensaia à quarta-feira às 21:30h e anima as celebrações dominicais das 11:00h na igreja matriz. Além disso, o Coral Amanhecer já cantou as janeiras, representou ao vivo o nascimento de Jesus Cristo, conviveu com outros corais, organizou passeios, participou em saraus, encontros de coros; e anima casamentos, participa em eventos de solidariedade e faz parte do Coro Paroquial. Para descontrair organiza vários convívios nos quais participam familiares e amigos. Anualmente, reúne para formação; refletindo o sentido da sua existência e aprofundando a sua fé, pois é fundamental para a sua subsistência. Momentos há em que nem tudo decorre como se deseja, mas nunca perdeu a coragem e a vontade de continuar, porque tal como S. Paulo, não é o Coral que vive, é Cristo que vive nele. O Coral Amanhecer acredita que em cada dia que desponta, os seus elementos despertam com uma nova esperança e forte vontade de viver, sempre renovados pela força imbatível de Cristo Ressuscitado.

Terço comunitário

 
Com a oração do terço a nível comunitário, conclui-se o mês Mariano.
Este foi o resultado do empenho dos centros de culto para a
ornamentação da figura de Maria.
O Coral Amanhecer ficou incumbido pela confeção do manto, no qual foi
escrito as intenções de cada o grupo/ organismo paroquial.
Um grande bem-haja a todos que tornaram possível esta linda imagem.
 
 
 




Papa Francisco


Bem-vinda... Felismina

Foi com muita satisfação e alegria que no passado dia 24 de maio o Coral Amanhecer acolheu no seu seio mais uma nova amiga.
Com a entrada da Felismina Reis, o grupo ficou mais rico e conta agora com 44 elementos.
Agradecemos e pedimos ao Senhor, que a Mina permaneça connosco por muitos e longos anos.
Depois deste belo instante de acolhimento seguiu-se um momento de partilha.







Papa Francisco


Há quem «se aproxime de uma paróquia, por exemplo, à procura de paz, respeito, doçura, e encontra lutas internas entre os fiéis», afirmou hoje (21/maio/2017) o papa na homilia da missa a que presidiu na paróquia romana de S. Pedro Damião.

«Em vez da doçura encontra a intriga, a maledicência, as competições, as concorrências, um contra o outro. Encontra aquele ar que não é de incenso mas de intriga.

 E depois o que diz? "Se estes são cristãos, prefiro continuar pagão". E vai-se embora desiludido», apontou.

 A «ambição», a «inveja», o «ciúme» nas paróquias e grupos distanciam quem se (re)aproxima da Igreja: «Somos nós a afastá-los. E não deixamos que o trabalho que faz o Espírito Santo, de atrair as pessoas, continue», frisou, acrescentando: «Digo-vos com toda a clareza, este é o pecado mais comum das nossas comunidades cristãs».

Francisco lembrou uma frase que lhe foi dita por um padre: «Na minha paróquia há algumas pessoas que podem comungar desde a porta da igreja, com a língua comprida que têm podem chegar ao altar».

«Alguns de vós poderão dizer: "Padre, está sempre a dizer o mesmo". Mas é a verdade. Isto destrói-nos. E nós temos de guardar o Espírito Santo, e não as coisas que a serpente - o diabo - nos ensina. Desculpai-me se volto sempre a isto, mas acredito que é verdadeiramente o inimigo que destrói a nossa comunidade: a intriga», acentuou.

«Isto, realmente, faz mal ao meu coração: é como se entre nós lançássemos pedras uns aos outros. E o diabo diverte-se: isto é um carnaval para o diabo. Peçamos esta graça: guardar o Espírito Santo que está em nós. Não o entristecer, como diz o apóstolo Paulo. Não o entristecer», assinalou.

 A concluir, o papa lançou um pedido: «Que a nossa atitude diante de todos, cristãos e não cristãos, seja de doçura e respeito», porque o Espírito Santo age assim connosco, com doçura e respeito».

SNPC
Fonte: "Sala de Imprensa da Santa Sé"
Publicado em 21.05.2017