Grupo Coral Amanhecer

A minha foto
O Coral Amanhecer nasceu em Outubro de 1973, sob a direção de Américo Ferreira e conta atualmente com 41 elementos. A sua atividade principal é ser mensageiro da alegria do Evangelho através do canto. Para isso, ensaia à quarta-feira às 21:30h e anima as celebrações dominicais das 11:00h na igreja matriz. Além disso, o Coral Amanhecer já cantou as janeiras, representou ao vivo o nascimento de Jesus Cristo, conviveu com outros corais, organizou passeios, participou em saraus, encontros de coros; e anima casamentos, participa em eventos de solidariedade e faz parte do Coro Paroquial. Para descontrair organiza vários convívios nos quais participam familiares e amigos. Anualmente, reúne para formação; refletindo o sentido da sua existência e aprofundando a sua fé, pois é fundamental para a sua subsistência. Momentos há em que nem tudo decorre como se deseja, mas nunca perdeu a coragem e a vontade de continuar, porque tal como S. Paulo, não é o Coral que vive, é Cristo que vive nele. O Coral Amanhecer acredita que em cada dia que desponta, os seus elementos despertam com uma nova esperança e forte vontade de viver, sempre renovados pela força imbatível de Cristo Ressuscitado.

Conselho para viver a serenidade

Foto de Anacleto Pe Ricardo.
Ensina Jesus: Aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração (Mt 11,29). No coração de Jesus só encontraremos a mansidão, a serenidade, pois o seu ser é unido perfeitamente ao Pai do céu, desta união confiante brota a tranquilidade. Assim deve ser connosco, da união e da dependência humilde de Deus nos vem a vida serena, mesmo com as dificuldades, pois elas se superam na confiança total no Pai. Não nos pertencemos, somos conduzidos por Deus, se perdemos essa realidade de vista, a vida acaba se tornando conturbada e sem chão.
Neste dia, rendamos o coração ao Coração de Jesus. Um coração humilde e manso mergulhado em Jesus só pode viver sereno, ao contrário, encontrará o desespero.
Bom dia!
 
 
 


O Sinal da Cruz

Foto de Coral Amanhecer. 
Quando fizeres o sinal da cruz, fá-lo bem feito.
Não seja um gesto acanhado e feito à pressa, cujo significado ninguém sabe interpretar. Mas uma cruz verdadeira, lenta e ampla, da testa ao peito, dum ombro ao outro.
Sentes como ela te envolve todo?
Recolhe-te bem. Concentra neste sinal todos os teus pensamentos e todos os teus afetos, à medida que o vais traçando da testa ao peito e dum ombro ao outro. Senti-lo-ás então a penetrar­-te todo, corpo e alma. A apoderar-se de ti, a consagrar-te, a santificar-te. Porquê?
É o sinal da totalidade, o sinal da Redenção. Nosso Senhor remiu todos os homens na cruz. Pela cruz santifica o homem todo até à última fibra do seu ser.
Por isso o fazemos antes da oração, para que nos recolha e ponha espiritualmente em ordem; fixe em Deus o nosso pensamento, coração e vontade. Depois da oração, para que permaneça em nós aquilo que Deus nos deu. Nas tentações, para que Deus nos fortaleça. No perigo, para que Ele nos proteja. No acto da bênção, para que a plenitude da vida divina penetre na alma, a torne fecunda e consagre quanto nela há.
Pensa nisto sempre que fazes o sinal da cruz. É o sinal mais santo que existe. Fá-lo bem: devagar, amplo, conscientemente. Envolverá então todo o teu ser, corpo e alma, pensamentos e vontade, sentido e sentimentos, atos e ocupações, e tudo nele ficará robustecido, assinalado, consagrado na força de Cristo, em nome de Deus uno e trino.

Romano Guardini, Sinais sagrados, Secretariado Nacional de Liturgia.
 
 
 
 


Meditação diária 30 setembro

Foto de Meditações diárias.
Jesus mostra aos discípulos que a Sua entrega na Cruz e morte por todos será a consumação da Sua missão sobre a terra. Assim, o Senhor procura preparar aqueles que conviviam com Ele para o momento derradeiro.
Desde o Seu nascimento que a vida de Cristo passou por esta entrega nas mãos dos homens.
No ventre de Maria, assume a condição humana e, na sua pequenez, como qualquer outra criança, precisa do acolhimento do colo da Mãe.
O Seu testemunho é de entrega total. Sem qualquer
reserva, não cessa de ir ao encontro do mais frágil e estende-lhe as Suas mãos para o levantar, para o fazer ver, para o curar… Assim se nota a Sua constante entrega nas mãos dos homens.
No entanto, a Sua entrega plena dá-se na Cruz. O Filho de Deus, não só Se faz pequeno como Se deixa humilhar pelos homens. Sofre no Seu corpo o desprezo e os ultrajes que o marcaram como se de um ladrão se tratasse.
Jesus, sendo Rei, não cessa de anunciar que não veio ao mundo para ser servido mas para servir e dar a vida. Lema, esse que, permanece nos nossos dias. Ainda hoje o Senhor dá a vida por nós. Ainda hoje confia a Sua vida nas nossas mãos. Dá-Se por nós em cada altar.
Também Se dirige a nós e entrega-nos a Sua vida. Faz da Sua a nossa vida, para que cada homem tenha vida e vida em abundância. Toma sobre si o peso dos nossos erros porque nos quer dar a felicidade plena da comunhão com Deus.
O Filho do Homem continua a fazer-Se pequeno.
Na última Ceia, Cristo deixou-nos o sacramento da Eucaristia que, ao longo dos tempos, é sinal da Sua entrega por nós. A hóstia consagrada é então o Seu corpo entregue por nós. Entregue nas nossas mãos, e relembra-nos o Seu sacrifício na Cruz.
Oh que inefável mistério que os nossos lábios não são dignos de tocar. Oh grandeza infinita de um amor que não acaba.
Ao aproximarmo-nos da Eucaristia, façamos por recordar o dom da vida de Cristo e aproximemo-nos de coração profundamente agradecido por sabermos que Ele permanece connosco todos os dias.
 
Sábado, 30 de Setembro de 2017
São Jerónimo, Presbítero e Doutor da Igreja
XXV Semana do Tempo Comum
 
 


Os três Arcanjos

Foto de Anacleto Pe Ricardo.
A Igreja celebra hoje, a festa de três Arcanjos: Miguel, Gabriel e Rafael. A Igreja , guiada pelo Espírito Santo, herdou do Antigo Testamento a devoção a estes amigos, protetores e intercessores que do Céu vêm em socorro socorro da humanidade caída. Como diz o apóstolo, São Paulo: "vivemos num constante bom combate". A palavra “Arcanjo” significa “Anjo principal”. E a palavra “Anjo”, por sua vez, significa “mensageiro”.
São Miguel
O nome do Arcanjo Miguel possui um revelador significado em hebraico: “Quem como Deus”. Segundo a Bíblia, ele é um dos sete espíritos assistentes ao Trono do Altíssimo, portanto, um dos grandes príncipes do Céu e ministro de Deus. No Antigo Testamento o profeta Daniel chama São Miguel de príncipe protetor dos judeus, enquanto que, no Novo Testamento ele é o protetor dos filhos de Deus e de sua Igreja, já que até a segunda vinda do Senhor estaremos em luta espiritual contra os vencidos, que querem nos fazer perdedores também. “Houve então um combate no Céu: Miguel e seus anjos combateram contra o dragão. Também o dragão combateu, junto com seus anjos, mas não conseguiu vencer e não se encontrou mais lugar para eles no Céu”. (Apocalipse 12,7-8)
São Gabriel
O nome deste Arcanjo, citado duas vezes nas profecias de Daniel, significa “Força de Deus” ou “Deus é a minha proteção”. É muito conhecido devido a sua singular missão de mensageiro, uma vez que foi ele quem anunciou o nascimento de João Batista e, principalmente, anunciou o maior fato histórico: “No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré… O anjo veio à presença de Maria e disse-lhe: ‘Alegra-te, ó tu que tens o favor de Deus’…” a partir daí, São Lucas narra no primeiro capítulo do seu Evangelho como se deu a Encarnação.
São Rafael
Um dos sete espíritos que assistem ao Trono de Deus. Rafael aparece no Antigo Testamento no livro de Tobit. Este arcanjo de nome “Deus curou” ou “Medicina de Deus”, restituiu à vista do piedoso Tobit e nos demonstra que a sua presença, bem como a de Miguel e Gabriel, é discreta, porém, amiga e importante. “Tobias foi à procura de alguém que o pudesse acompanhar e conhecesse bem o caminho. Ao sair, encontrou o anjo Rafael, em pé diante dele, mas não suspeitou que fosse um anjo de Deus” (Tob 5,4).
Que santos arcanjos intercedam pelas famílias e nos inspirem na obediência a Deus.
Bom dia!
 
 
 

Meditação diária 29 setembro

Foto de Meditações diárias.
Ao olharmos para Evangelho, consideramos logo à partida a questão acerca de quem é este homem de quem tanto se fala entre os judeus e que tanto protagonismo ganha?
Do mesmo modo, olhamos para os nossos dias e a questão acerca da pessoa de Jesus permanece: Quem é este homem? É caso para dizer que nos nossos dias muito se fala e pouco se continua a dizer face à grandeza de Jesus.
Encontramos muita coisa nas livrarias mas na verdade pouco se fala acerca de Jesus. Hoje, saber fal
ar de Jesus uns com os outros, acaba por passar pela necessidade de testemunhá-Lo não só com palavras mas com obras.
Por vezes, parecemos ter vergonha de nos assumirmos como cristãos. Parece que nos envergonhamos de assumir que professamos a fé num homem que se humilhou ao ponto de dar a vida numa cruz para nossa redenção.
Outras vezes, limitamos a falar de Jesus segundo um testemunho de algum Santo ou pensamento de algum filósofo e parece que temos medo que Cristo assuma o governo da nossa vida, de tal modo que lhe confiemos totalmente aquilo que somos.
Quem é este homem? Quem é este Deus que, sendo Rei, fez-Se servo pequenino?
Conseguimos testemunhar com a nossa vida que este é verdadeiramente o Filho de Deus? Conseguimos seguir os Seus passos até a Cruz ou viramos as costas ao sofrimento por não reconhecermos que ele está connosco?
É muito fácil assistirmos a uma crescente descristianização, pois cada vez menos se fala de quem é Cristo. Cada vez mais é fácil falarmos de guerra do que continuarmos a construir a paz que Jesus nos deixou.
Dizia-nos São João Paulo II: “Não tenhais medo. Abri. Antes, escancarai as portas do vosso coração a Cristo.” Neste espírito de abertura do coração a Cristo, para que Ele possa fazer em nós a Sua morada, não tenhamos medo de confiar-lhe a nossa voz e todos os nossos sentidos, para que toda a nossa vida dê testemunho de Cristo em nós.
 
Quinta-feira, 28 de Setembro de 2017
São Venceslau, Mártir
XXV Semana do Tempo Comum
 
 


Bem-vinda... Arminda

A Campanha de Recrutamento de novos Amanhecenses, já começa a surtir efeito. E foi com muita satisfação e alegria que no passado dia 27 de setembro o Coral Amanhecer acolheu no seu seio mais uma nova amiga.
Com a entrada da Arminda Dias, o grupo ficou mais rico e conta agora com 44 elementos.
Agradecemos e pedimos ao Senhor que continue a enviar trabalhadores para a Sua vinha, que nós cá estamos para os acolher.
Rogamos-Lhe que a nova Amanhecense permaneça connosco por muitos e longos anos.



Foto de Coral Amanhecer.


Tweet Papa Francisco, 28.9.2017

Foto de José Carlos Ferreira Pereira.
 
"Encontrar Jesus pode dar a reviravolta decisiva em nossa vida, enchendo-a de significado".

 Tweet Papa Francisco, 28.9.2017

José Carlos Ferreira Pereira
 
 
 



Onde está Ele

Foto de Anacleto Pe Ricardo.
Muitos O procuram em diversos lugares, outros batem em inúmeras portas e quantas erradas. A Palavra de Deus diz que: Ele está perto de quem O INVOCA, por isso, não existe empecilhos para O encontrarmos.
Seja na Palavra, na Eucaristia, na natureza, nos irmãos e especialmente dentro de nós.
Que todos tenham inúmeros e fecundos encontros com o Senhor. Deus abençoe a todos!



Parabéns, Daniela OLiveira

Foto de Coral Amanhecer.

Parabéns, Hernâni Rocha

Foto de Coral Amanhecer.

Meditação diária 28 setembro

Foto de Meditações diárias.
Ao olharmos para Evangelho, consideramos logo à partida a questão acerca de quem é este homem de quem tanto se fala entre os judeus e que tanto protagonismo ganha?
Do mesmo modo, olhamos para os nossos dias e a questão acerca da pessoa de Jesus permanece: Quem é este homem? É caso para dizer que nos nossos dias muito se fala e pouco se continua a dizer face à grandeza de Jesus.
Encontramos muita coisa nas livrarias e mas na verdade pouco se fala acerca de Jesus. Hoje, saber falar de Jesus uns com os outros, acaba por passar pela necessidade de testemunhar Jesus não só com palavras mas com obras.
Por vezes, parecemos ter vergonha de nos assumirmos como cristãos. Parece que nos envergonhamos de assumir que professamos a fé num homem que se humilhou apo ponto de dar a vida numa cruz para nossa redenção.
Outras vezes, limitamos a falar de Jesus segundo um testemunho de algum Santo ou pensamento de algum filósofo e parece que temos medo que Cristo assuma o governo da nossa vida, de tal modo que lhe confiemos totalmente aquilo que somos.
Quem é este homem? Quem é este Deus que, sendo Rei, fez-Se servo pequenino?
Conseguimos testemunhar com a nossa vida que este é verdadeiramente o Filho de Deus? Conseguimos seguir os Seus passos até a Cruz ou viramos as costas ao sofrimento por não reconhecermos que ele está connosco?
É muito fácil assistirmos a uma crescente descristianização, pois cada vez menos se fala de quem é Cristo. Cada vez mais é fácil falarmos de guerra do que continuarmos a construir a paz que Jesus nos deixou.
Dizia-nos São João Paulo II: “Não tenhais medo. Abri. Antes, escancarai as portas do vosso coração a Cristo.” Neste espírito de abertura do coração a Cristo, para que Ele possa fazer em nós a Sua morada, não tenhamos medo de confiar-lhe a nossa voz e todos os nossos sentidos, para que toda a nossa vida dê testemunho de Cristo em nós.
Quinta-feira, 28 de Setembro de 2017


São Venceslau, Mártir
XXV Semana do Tempo Comum

Tweet Papa Francisco, 27.9.2017

Foto de José Carlos Ferreira Pereira.
Compartilhemos sem medo o caminho dos migrantes e dos refugiados".

Tweet Papa Francisco, 27.9.2017



Entre as angústias e o amor

Foto de Anacleto Pe Ricardo.
A maioria das angústias da vida são causadas quando existe a desordem no amor. O amor não se trata aqui do eros ou do simples gostar, mas a falta de coordenação ou inspiração no amor divino. O amor divino sana, cura, orienta, liberta, conduz, endireita e dá a serenidade concreta para que nosso estado de espírito se disponha a caminhar com solidez e sem desvio. As angústias têm explicações plausíveis e concretas, identifica-las e enfrentá-las requer humildade, um ou diversos atos heroicos de coragem e de confiança em Deus. E por que também não confiar-se a ajuda de alguém mais maduro na fé e na vida, isto é, pessoas que amam de verdade.
Que Deus abençoe a todos e o seu amor infinito seja o remédio para os corações angustiados.
Bom dia!


Meditação diária 27 setembro

Foto de Meditações diárias.
A confiança que temos em nós mesmos reflete-se na confiança que pomos nos outros e de modo particular na confiança que pomos em Deus.
O Evangelho ajuda-nos a entrar numa dimensão de confiança mais profunda no Senhor, de tal modo que, se por exemplo, partirmos numa qualquer missão, devemos confiar mais na providência.
Vivemos continuamente presos a um amanhã e a um como será repleto de incertezas e medos que frequentemente nos oprimem e impedem-nos de caminhar. Procuramos ter
tudo organizado de forma perfeita e muitas vezes descuidamos do essencial.
A nossa confiança em Deus deve levar-nos a caminhar em cada dia, deixando que as coisas aconteçam segundo o que Deus quer e não segundo a nossa medida.
Em muitas circunstâncias, faz-nos falta olhar para testemunhos como o de São Vicente de Paulo que, diante das circunstâncias que lhe surgiam de surpresa, não cessava de questionar: Que faria Jesus neste caso?
No chamamento que Jesus fez aos doze, mostrou-lhes desde início, que todo o necessário lhes seria dado a seu tempo. O que é preciso? Confiança.
Confiar, não é deixar que Deus ou os outros façam tudo. Confiar é saber procurar os caminhos certos e saber que na caminhada que fazemos há um Deus que guia os nossos passos.
Diante das situações que a vida nos dá a viver, faz-nos falta questionar o que faria Jesus se lhe fosse dada a viver aquela situação concreta. Mais do que entrarmos em stress, é sabermos dizer: Faça-se como Tu queres.
Confiar é dar o nosso sim a Deus. É aceitarmos um projeto de vida maior, conduzido pela luz que irradia do coração de Cristo. Confiar é abandonar casa, pai, mãe e família. É deixar os bens e tudo o mais para seguir o Senhor.
Ponhamos os nossos pés à estrada. Ponhamo-nos a caminho, sabendo que os nossos passos não são dados sem norte, mas estão confiados no Senhor da vida que é luz para o nosso caminhar.
 
Quarta-feira, 27 de Setembro de 2017
São Vicente de Paulo, Presbítero
XXV Semana do Tempo Comum
 
 


Tweet Papa Francisco, 26.9.2017

Foto de José Carlos Ferreira Pereira.
"Comprometamo-nos por um mundo sem armas nucleares, aplicando o Tratado de não-proliferação para abolir estes instrumentos de morte".

 Tweet Papa Francisco, 26.9.2017
 


Gémeos Caridosos

Foto de Anacleto Pe Ricardo.
Recordar os santos Cosme e Damião é para nós cristãos um motivo de muita alegria, pois estes irmãos foram médicos e enxergaram além do seu exercício profissional. Eles atendiam gratuitamente os enfermos e falavam do Evangelho a todos. Foram mártires, porque amaram Jesus até o fim e não se dobraram diante do paganismo e nem da cultura decadente do seu tempo.
Os santos são membros da nossa família cristã católica, estão no céu e de lá torcem por nós, para que façamos o mesmo, nos desgastemos de amor a Cristo aqui na terra.
Que neste dia, o Senhor nos conceda a graça de viver sem falsidade a fé, para que sejamos generosos e verdadeiros com as pessoas, principalmente com quem mais sofre, sem olhar a quem não deixemos de fazer o bem.
Que os gêmeos da caridade nos inspirem para que perseveremos firmes no amor a Jesus Cristo.
 
 
 


Meditação diária 26 setembro

Foto de Meditações diárias.
A realidade da maternidade de Nossa Senhora em relação a toda a Igreja, é particularmente assumida neste Evangelho. Deste modo, aquela que dá testemunho de total disponibilidade para acolher a Palavra de Deus e a pôr em prática, torna-se exemplo para todos os que querem seguir o Senhor Jesus e por em prática os Seus ensinamentos.
Temos de ter presente o momento da Cruz em que toda a humanidade foi confiada à proteção da Virgem, para que sintam sempre o seu auxílio maternal.
No entanto, contemplar a imagem de Maria ensiná-los a ver na fragilidade de uma mulher, o grande exemplo de amor e de dom.
Tendo sido escolhida para Mãe de Cristo e, reconhecendo a sua fragilidade, Maria não teme em dar uma resposta convicta ao apelo do Senhor. Faça-se. Cumpra-se em mim segundo a Tua Palavra.
Jesus continua a dirigir-Se a nós, questionando acerca da nossa vontade de testemunharmos a vida de Deus a acontecer hoje. Ele continua a dizer que aquele que se associa à filiação divina não é apenas aquele que recebe os sacramentos ou faz as coisas muito bem-feitas, mas sim aquele que escuta e põe em prática a Palavra de Deus.
A relação com a Palavra torna-se fundamental. Ela devia de ser para os cristãos o livro de bolso, para que pudéssemos seguir as suas instruções. Devia ser o livro de mesa-de-cabeceira, para que todos os dias antes de deitar dessemos tempo a Deus, tentando perceber o que Ele nos quer dizer através de cada Palavra que lemos.
Pelo batismo tornamo-nos filhos, no Filho de Deus. No entanto, esta relação filial tem de ser alimentada pela intimidade com a Palavra. É nesta proximidade que o homem cresce e se torna verdadeiramente filho amado, pois aprende a escutar o Pai e a fazer sempre a Sua vontade.
 
Terça-feira, 26 de Setembro de 2017
Beato Paulo VI, Papa; Santos Cosme e Damião, Bispo e Mártir
XXV Semana do Tempo Comum
 

Tweet Papa Francisco, 25.9.2017

Foto de José Carlos Ferreira Pereira.
 
"A caridade é mais verdadeira e mais incisiva quando vivida na comunhão".

 Tweet Papa Francisco, 25.9.2017
 



Abri a porta da luz

Foto de Anacleto Pe Ricardo.
O desânimo tem rendido a muitos na luta diária e obscurecido a luz da esperança no coração. Que encontremos na oração a força para vivenciar os desafios deste início de semana, que a treva do pessimismo ceda lugar à LUZ. Afinal, para os cristãos a luz é Cristo e sem Ele a vida perde a claridade e a beleza.
Deixemo-nos iluminar por Ele, sem medo de recomeçar, porque lutar unidos ao Senhor é para os fortes e destemidos.
Apresentemos na oração nossos esforços e com certeza seremos iluminados e consequentemente as trevas cessarão, a alegria destemida brotará, se transformará em coragem.
Abramos a porta da Luz, aquela que dá acesso a luz da graça de Deus, Ele não deixa faltar o que precisamos para vencer o mal e o pecado, o egoísmo e a solidão.
Tenham uma semana abençoada!


Meditação diária 25 setembro

Foto de Meditações diárias.
À luz de Deus, nada pode ficar oculto. O homem, ao longo da vida procura estratégias para mostrar que é capaz de camuflar coisas menos positivas na sua vida. Esquecemo-nos continuamente que somos chamados a viver à luz de Deus.
A tentativa de viver à margem de Deus dá-nos esta ilusão de que tentamos camuflar esta luz que existe já dentro de nós. Mas o Senhor não se deixa esconder. Aos poucos, vai fazendo irradiar de um pequeno raio de luz a luz intensa do Seu amor.
Que luz é
esta que brilha dentro de nós e não pode ficar oculta? Que luz é esta que nos ensina a ver a vida com outra cor?
No dia do nosso batismo, acende-se no círio Pascal a vela que é colocada na mão da criança, suportada habitualmente pelos pais e padrinhos, que recebem o mandato de preservar acesa essa mesma luz.
Essa luz, pode ser considerada a luz do desejo puro de conhecer a Deus. É a luz que se transforma em voz e vai falando dentro do nosso ser mais profundo. É a luz de Deus que irradia dentro de nós e faz-nos desejar o encontro verdadeiro com Ele.
O homem tem a missão de cuidar da lâmpada. Precisa garantir que esta tem combustível para a manter acesa e, ao mesmo tempo, para a fazer irradiar num mundo cada vez mais necessitado da luz de Deus.
Aquele que escuta e acolhe na sua vida a Palavra de Deus não a pode guardar egoisticamente. Reconhecemos pois que a fé não é algo nosso. Cristo não nos está submisso.
Escutar a voz de Deus nem sempre é tarefa fácil. Exige muito trabalho interior, de oração e de confiança que o Senhor continua a falar. Exige esta disponibilidade para que a chama que foi acesa no dia do nosso batismo possa resplandecer ao longo da nossa vida, como sinal de esperança.
A vida humana é como uma estrada. Se caminhamos de noite e sem luz, corremos o risco de nos enganarmos ou de tropeçar em algum obstáculo, mas guiados pela luz de Deus estamos no caminho certo que nos conduz à salvação.
Segunda-feira, 25 de Setembro de 2017
São Firmino, Bispo e Mártir
XXV Semana do Tempo Comum


Parabéns, Rosa Pinto

Foto de Coral Amanhecer.

Tweet Papa Francisco, 24.9.2017

Foto de José Carlos Ferreira Pereira.

"A alegria se multiplica compartilhando-a!"


Tweet Papa Francisco, 24.9.2017


 José Carlos Ferreira Pereira

Inveja da graça de Deus

Estás com inveja, porque estou sendo bom? Essa é a pergunta que Jesus faz aqueles que invejaram a atitude do patrão que desejou dar igualmente a mesma recompensa aos seus empregados. Nesta história contada por Jesus, tiramos consequências reais e práticas para vida, pois Deus chama de distintos modos cada pessoa e cada uma recebe de acordo com a bondade de Deus, não importa se é iniciante na fé ou já há muitos anos que a pratica, todos receberão conforme o amor de Deus.
Invejar a ação de Deus e se achar mais digno do que os outros é um pecado grave e deve ser corrigido em nós.
Não somos os únicos e se fomos chamados antes, significa que Deus foi misericordioso connosco. Resta-nos sempre agradecer ao Senhor por tudo e se alegrar com a vitória dos nossos irmãos. Deus abençoe o domingo de todos.



Parabéns, Jorge Couto

Foto de Coral Amanhecer.

Meditação diária 24 setembro

Foto de Meditações diárias.

A linguagem das parábolas permite-os, através de uma linguagem mais imagética, chegar a conclusões mais factuais e próximas da reflexão que pretendemos. Deste modo, ao entrarmos na parábola do vinhateiro, constatamos diferentes realidades mas que procuram um só e mesmo sentido.
Numa tentativa de desmembrar algumas das imagens, podemos comparar desde já a vinha à Igreja, onde todos são convidados a entrar mas nem todos assim o fazem ou fazem-no de forma diferente.
O dono da vinha, que sai à procura de trabalhadores, sabe que terá de pagar a cada um aquilo que for justo e, ao sair, encontra trabalhadores a quem compete vida dizendo: Ide vós também. Esta caminhada equipara-se à procura que o Senhor faz daqueles que estão à margem e que os chama para participarem da salvação que o Senhor quer para todos.
Numa lógica humana, tendo chegado à hora do pagamento, o dono da vinha deveria ter pago mais aos que trabalharam o dia todo. Porém, ele paga todos de igual forma, independentemente do tempo que estes trabalharam, alertando para a igualdade, de modo que, aquilo que é justo, é a igualdade.
Hoje, na igreja, por vezes marginalizados aqueles que estão distantes. Não somos capazes de ir ao seu encontro de forma a mostrar a grandeza do amor de Deus que não distingue nem marginalização. Pelo contrário, dá a cada um aquilo que lhe é justo.
Cada vez mais torna-se possível notar que o Senhor defende a igualdade, de modo que ninguém se ache superior a ninguém. Assim, na vinha do Senhor que é a Igreja, todos têm lugar e todos são chamados a trabalhar na vinha da mesma forma.
Nos nossos dias, ninguém é digno de julgar ou condenar o outro só porque está à menos tempo na igreja ou porque não manifesta a sua fé da mesma forma que nós. O Senhor concede a cada um, dons e carisma que nos distinguem mas que ao mesmo tempo, tornam-nos complementares.

Domingo, 24 de Setembro de 2017
XXV Semana do Tempo Comum


Oração de súplica nas dificuldades

Foto de Anacleto Pe Ricardo.
 As dificuldades muitas vezes desfocam e desordenam os sentimentos, os pensamentos e decisões, manter a serenidade não é simplesmente um resultado de técnicas, que podem dar até algum resultado, porém estão ligadas à disposição interior, onde colocamos as nossas forças para vencer aquele momento exigente. As disposições interiores devem ser postas na oração, no pedido de súplica.
A oração é um grande instrumento iluminador para vida, pois quando se ora, o Senhor ilumina a consciência e nos dá a serenidade para olhar com distância e proximidade aquela dificuldade concreta e Nele encontrar a solução mais concreta é viável.
Que as nossas súplicas sejam depositadas no coração do Senhor e não duvidemos de sua infinita sabedoria.
Deus abençoe a todos!
 
 
 


Meditação diária 23 setembro

Foto de Meditações diárias.

No Evangelho que lemos, Jesus fala-nos da parábola do semeador que “saiu a semear” e a semente que leva consigo é uma só – A Palavra de Deus. No entanto, desde o tempo de Jesus que o anúncio da Palavra encontra diversos obstáculos ou espinhos no seu crescimento.
Ao considerarmos a Palavra de Deus como semente, somos capazes de reconhecer que a semente tem tudo o que é necessário para crescer e germinar. Porém, como qualquer outra semente, o enraizamento e crescimento não depe
nde de si mesma.
O anúncio do Evangelho, requer daqueles que o anunciam, uma grande força interior e um cuidado especial com esse interior. Para dar a beber, precisamos beber primeiro e ir diretamente à fonte.
Não basta ao homem ter um contacto ao de leve com a Palavra. É preciso ele se relacione com ela, como que deixando que esta ganhe carne em nós. É preciso mergulhar profundamente na mensagem que cada texto tem para nos comunicar e percebermos o que é que através de nós o Senhor quer fazer chegar àqueles que nos são dados.
Torna-se cada vez mais necessário percebermos a atualidade dos textos evangélicos e percebermos como isso pode ser essencial olhar o hoje da nossa história à luz dos acontecimentos experimentados ao tempo do Senhor.
O nosso coração pode ser muito bom, mas pode não estar preparado para acolher a exigência da Palavra de Deus. Acolher verdadeiramente, é deixar que essa mesma palavra nos molde a partir de dentro e, muitas vezes, ainda não estamos preparados, outras vezes desistimos e nem tentamos superar os obstáculos.
Perseveremos na fé em Deus e deixemos que Ele nos molde segundo o Seu projecto. Não baixemos os braços e continuemos perseverantes no desejo de fazer com que a Palavra ganhe um novo sentido em nós.
Trabalhemos o terreno do nosso coração e deixemos que o Senhor nos molde e nos torne aptos para que através de nós, a semente lançada à terra produza bom fruto.
Sábado, 23 de Setembro de 2017
São Pio de Pietrelcina, Presbítero
XXIV Semana do Tempo Comum


Elas ajudavam Jesus

Foto de Anacleto Pe Ricardo.
Relata o Evangelho que diversas mulheres apoiavam com preces e ajudavam economicamente a Jesus e os apóstolos no sustento da missão, mulheres pobres e ricas, de todas condições. Interessante perceber que a Igreja sempre foi amparada pelo protagonismo das mulheres. Nelas a Igreja reconhece seu papel de transmissoras da fé nas famílias, no trabalho e nas realidades sociais.
Que neste dia, o Senhor se digne a conceder perseverança e auxílios às mulheres, principalmente as que sofrem perseguições, violências, ataques imorais e tantas formas de males.
Rezo por todas e as encorajo a continuarem no caminho da santidade, de dedicação à família e à Igreja. Deus as recompensará por tudo, são verdadeiros alicerces para a missão da Igreja.
Nossa Senhora, modelo perfeito de mulher, interceda e inspire a todas no seu sim de cada dia a Deus.
Deus abençoe a todas, homens rezemos hoje por elas.




Meditação diária 22 setembro

Foto de Meditações diárias.
Jesus não “selecionou” apenas os doze para que O seguissem. Não podemos esquecer as multidões que O seguiram e, particularmente algumas mulheres que foram tocadas pela Sua mão.
Ao contemplarmos este Evangelho, temos presente as multidões que ao longo destes dois milénios seguiram o Senhor. Quantas pessoas confiaram a Sua vida ao Senhor e consagraram-se inteiramente ao Seu serviço?
A graça de Deus continua operante nos nossos dias. O Seu amor pela humanidade não faz distinção...
de género, de cor, de raça…Deus ama a todos de igual modo e usa da mesma medida para com todos.
Quando falamos da mulher e do seu papel no seguimento de Cristo, não podemos descurar o papel que a mulher tem hoje na vida da Igreja. Assim se reconhece o valor fundamental das pessoas que consagram a sua vida a um serviço diferente.
O serviço da Igreja não está apenas no serviço ministerial desempenhado pelos bispos, sacerdotes e diáconos. Cada vez mais, nota-se que os pilares da vida da Igreja estão naqueles que, consagrando-se a Deus, dedicam-se à vida de oração, de serviço ao próximo, de total disponibilidade para acolher um projeto que não é seu.
Cada um de nós tem um papel na vida da Igreja. Não é em vão que o São Pedro dirige-se ao povo dizendo:“…chegando-vos para ele, pedra viva, rejeitada, na verdade, pelos homens, mas, para com Deus eleita e preciosa, sois vós também quais pedras vivas, edificados como casa espiritual para serdes um sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais, aceitáveis a Deus por Jesus Cristo.
A construção da Igreja, no seu todo, depende de cada um dos seus membros. Estamos unidos a Cristo e não podemos descuidar a nossa vocação a ser pedra viva que anuncia o mistério do Senhor presente no meio de nós.
O ser discípulo é missão de todos os que escutam e são tocados por Deus no seu quotidiano. Assim, não podemos descuidar da nossa missão de evangelizar todos os dias com a nossa vida. Não podemos lavar as mãos daquilo que nos é confiado pelo Batismo.
Sexta-feira, 22 de Setembro de 2017
Santa Catarina de Génova
XXIV Semana do Tempo Comum


Dia Mundial da Doença de Alzheimer

Foto de Irmãs Hospitaleiras.
Hoje celebra-se o Dia Mundial da Doença de Alzheimer.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, esta é a patologia com maior incidência nos casos de demência, sendo responsável por 50% a 70% dos 182 mil diagnósticos estimados em Portugal.
 
 


Tweet Papa Francisco, 21.9.2017

Foto de José Carlos Ferreira Pereira.
 
"Faço um apelo em favor da paz e do desarmamento: neste mundo ferido pela violência, precisamos de fraternidade entre os povos". 

 Tweet Papa Francisco, 21.9.2017
 
 


Dom da vida

Foto de Anacleto Pe Ricardo.


Apreciar o dom da vida não é viver na sombra e tomando água fresca, está além de qualquer comodidade ou facilidade. Viver bem, significa mergulhar... no sentido da própria existência, porque o nosso não está para si, nunca é isolado, está sempre relacionado a alguém ou alguma coisa. Quando se perde está intuição verdadeira, o existir perde o sabor. Existencialmente nascemos para amar e nos relacionar com o Criador, o próprio Deus e, por meio dele nos relacionamos com sua obra criada. A relação se estabelece somente pelo amor, pois o amor é a liga sólida e concreta que rege todos os seres. Ainda que exista muito desamor por parte de muitos, DEUS é essencialmente o AMOR, não muda, seu amor alcança e transforma a todos que o acolhe de coração sincero. O dom da vida é a expressão concreta do amor de Deus, não temos o direito de descuidar deste dom, temos a missão de cuidar, de zelar e de conduzir tudo para concorra para a finalidade divina do existir. O amor de Deus é tão grande, que mesmo a humanidade pecadora, Ele a ela concedeu a vida nova, e essa renovação do existir veio por meio do seu Filho, que não veio para nos condenar, mas para salvar o homem perdido, concedendo a vida e vida abundante.
Que o Senhor nos conceda a sabedoria para bem conduzirmos e protegermos a vida, em todas as situações, principalmente onde hoje é maus banalizada. Bom dia!
Deus cuide de todos.
 


Parabéns, Catarina Santos

Foto de Coral Amanhecer.

Meditação diária 21 setembro

Foto de Meditações diárias.
O seguimento de Jesus é uma imagem constante dos Evangelhos. Desde as multidões que ao conhecerem-n´O, seguem os Seus passos e transformam a sua vida, passando por aqueles que recebem um chamamento especial de associação aos mistérios da Sua vida, ou por aqueles que no encontro com o Senhor deixam tudo e seguem.
Também hoje, continuamos a escutar o apelo do Senhor que, no meio do mundo, por vezes transviado, continua a dirigir-se aos homens dizendo: Segue-Me.
Nem sempre o ape
lo de Jesus encontra a mesma prontidão que encontrou em Mateus. No entanto, é preciso ensinar que a fé implica uma caminhada contínua. Requer uma disponibilidade interior para acolher a novidade constante do Senhor a acontecer em cada segundo da nossa vida.
Aquele que se encontra com o Senhor, vai moldando a sua vida, guiado pelos ensinamentos de Cristo, servo. Sendo Rei, Cristo fez-Se humilde, em tudo igual aos homens, exceto no pecado. Configurar-se com Cristo um passo forte na fé do homem. Esta dimensão pode assumir diversas características.
Seguir Jesus é saber estar de braços abertos para acolher. É saber dispor os ouvidos para escutar. É saber estender os braços para amar e cuidar daquele que precisa de nós. Não passa necessariamente por ser missionário, mas por saber aceitar pequenas missões que o Senhor nos permite viver em cada dia.
Seguir Jesus é comprometer-se e cada vez mais se assiste a um descompromisso. Queremos viver fechados no nosso pequeno mundo. Desapegados, principalmente das “coisas de Deus”. Temos medo de falar de Deus. Temos vergonha de nos assumirmos como cristãos.
Jesus porém não desiste de nós. Vem ao encontro do pouco que somos e continua a dizer, vem e segue-Me.
Aquele que se encontra com o Senhor, exemplo de Paulo, não só segue como anuncia. A vida transforma-se de tal forma, que aquilo que fazemos dá-nos a imagem de Cristo presente em nós, nas nossas ações.
Não tenhamos medo. Quebremos as barreiras que ainda nos impedem de seguir Jesus e deitemos os nossos pés à estrada para anunciar com viva voz que o Senhor está connosco, que Ele está no meio de nós.
Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017
São Mateus, Apóstolo e Evangelista
XXIV Semana do Tempo Comum


Recrutamento de novos Amanhecenses

Foto de Coral Amanhecer.


Tweet Papa Francisco, 20.9.2017

Foto de José Carlos Ferreira Pereira.

"A esperança é a virtude do coração que não se fecha na escuridão e não fica parado no passado, mas sabe ver o amanhã".

Tweet Papa Francisco, 20.9.2017
 


Das trevas à luz admirável

Foto de Anacleto Pe Ricardo.


Você já parou para pensar se é mais trevas ou luz?
Quando o coração do homem perde o foco na vida, que é a luz de Deus, ignorando o vigor e o brilho que deve guardar e cultivar dentro de si para externar à sua volta e contagiar seus irmãos, acaba provocando o sofrimento muitas vezes por opção, pois as trevas tomam conta do seu íntimo, impossibilitando sua boa perceção sobre Deus e o sentido da sua própria vida. O Pai do céu vendo esse buraco negro provocado pelo pecado e pelo mal, fez brilhar para a humanidade a Luz Admirável, o clarão que não se apaga e que ninguém nunca poderá extinguir, a Luz que muitos escondem ou não deixam brilhar, isto é, o Seu Filho único, Jesus Cristo, imagem do verdadeiro homem. É preciso superar as trevas que nos cegam e nos mantém na escuridão, o que apaga a luz numa pessoa é o orgulho e a falta de respeito à Deus. Sem invocar, estar, clamar, pedir e enfim, amar a Deus, uma alma jamais poderá caminhar segura e guiada pela Luz divina. Não temos luz própria, brilhamos e nos aquecemos em Cristo Jesus, Senhor da Luz, doador de todos os dons e graças que nos sustentam para exercermos bem a missão recebida.
Que neste dia reencontremos a Luz admirável da nossa vida, não escondamos essa graça dentro de nós, acolhamos a fonte da vida e assim teremos mais vida, vida nova e em abundância. E daí sou mais trevas ou luz?
Bom dia!
 
 

Meditação diária 20 setembro

Foto de Meditações diárias.
Ao encerrar o excerto deste Evangelho, o Senhor fala-nos da sabedoria. Este é um tema fundamental mas com um sentido novo no que diz respeito À linguagem evangélica.
A sabedoria que o Senhor nos fala, não é uma sabedoria do conhecer mais aprofundado numa determinada matéria. Esta é a capacidade individual que o Senhor nos oferece, para sermos capazes de discernir os caminhos de Deus e que nos dá a capacidade de reconhecer o que é bem e o que é mal.
Não podemos comparar a sabe
doria humana à sabedoria divina. O homem, na sua frágil sabedoria, conhece aquilo que lhe é dado a conhecer, nas diferentes áreas do saber, mas nunca na sua plenitude. Desta forma, cada um de nós é capaz de reconhecer, em si mesmo, determinadas limitações.
Ao mergulharmos no mistério de Deus, da Sua pessoa, da Sua sabedoria, tomamos consciência de sermos grãos de areia numa praia.
Só Deus tem a totalidade do saber em Si e, revela a cada um, aquilo que é da Sua vontade e necessário ao homem. É Deus que lança no coração do homem, a curiosidade de desvendar mais, acerca do mistério da vidam acerca do mistério da fé…
Também a sabedoria se revela como um mistério. Assim, o homem é chamado à humildade de reconhecer que não é detentor de todo o conhecimento. Porém, é chamado a aprofundar a sua relação com Deus, movido pelo profundo desejo de conhecer mais e melhor o Senhor.
Saber não é um mero conhecer. Ao limite, a sabedoria que o Senhor nos fala é um saber de relação. Um saber de alguém que se torna íntimo, que se relaciona.
Deus chama-nos ao amor. Ensina-nos que o caminho do amor e do dom é que nos leva à verdadeira sabedoria. Só aquele que ama ao jeito de Jesus consegue abrir o coração ao mistério da vida que nos permite entrar em comunhão com Ele.
A sabedoria é um mistério encarnado. É o próprio Cristo. Assim, a plena sabedoria está reservada a Deus, pois só Ele, como Criador, sabe e conhece todas as coisas.
Quarta-feira, 20 de Setembro de 2017
Santo André Kim Taegon, Presbítero; São Paulo Chang e Companheiros, Mártires
XXIV Semana do Tempo Comum


Francisco, essa desilusão

Foto de Pe António Teixeira.

Francisco, em pouco tempo conseguiste dececionar a todos!
Deceção convertida, primeiro, em ressentimentos escondidos e, agora, em ataques à vista de todos!
Alguns Cardeais que te elegeram estão agora arrependidos e dececionados. Pensaram e acreditaram que tu serias um homem bom, de "transição", "diplomata", incapaz de "levantar ondas" nesta Igreja mascarada e ainda tão desviada do sonho de Jesus de Nazaré!
Queriam um tempo de falsa serenidade diante dos escândalos que avassalam a Igreja; desejavam na teimosia de uma falsa unidade e de uma mentirosa santidade!
Nunca imaginaram que tu tivesses a intenção e a ousadia de reformar a Cúria Romana, de eliminar os seus privilégios e de condenar abertamente as mundanidades e vaidades dos denominados "Príncipes da Igreja"!
A tua postura, os teus gestos, o teu estilo de vida, marcado sempre pela humildade e pela simplicidade, é uma afronta a tantas eminências e prelados pomposos, faraónicos, cheios de si mesmos e encerrado se escondidos debaixo das suas mitras!
Dececionaste-os com a tua simplicidade, o teu sorriso, a tua proximidade e o teu abraço aos mais pobres e fracos deste tempo. Eles que teimam em privilégios, honras e mordomias!
Os Bispos de "carreira", também eles estão dececionados e desiludidos! Esses tantos que vivem longe do povo, instalados nos seus palácios episcopais, alheios à vida das suas ovelhas, que buscam mais e mais prestígio e glórias do mundo, sentem-se ameaçados! Tu convida-los a serem "pastores com cheiro a ovelhas"... que horror!!! Que deceção!!!
Quantos Padres também eles desiludidos contigo, Francisco!
Sentem-se "estrangeiros" na Igreja! Criados e formados para o estrito cumprimento de ritos, preceitos, regras e doutrina, agora não sabem como fazer e como viver ao ver-te rasgar horizontes, a construir pontes, a semear diálogo...
Sempre viveram na convicção de que eram mais importantes e "valiosos" que as outras pessoas e agora vens tu, Francisco, desafiá-las a baixar-se, a colocarem-se ao serviço dos outros, dos pobres, dos "últimos".
Que horror e que desilusão!
Desiludidos estão também muitos leigos que viviam a fé e a pertença à Igreja como forma de autopromoção e como caminho de pseudo-superioridade. Sentem-se perdidos porque os chamas à missão, eles que estão acomodados às vénias e aos "améns" eclesiásticos como forma de se evidenciarem e daí tirarem dividendos!
Felizes, alegres, esperançados, estão os pobres, os humildes, os desesperados, aqueles que choram, os sem teto e sem pão, sem trabalho nem dignidade.
Felizes e alegres estão esses tantos que foram ostracizados, silenciados, marginalizados, pelo rigorismo religioso e eclesiástico, pelos que são apóstolos mais do Direito Canónico que do Evangelho de Cristo.
Acreditam agora que também eles têm lugar no coração de Deus e no seio da Igreja. Creem agora que a fé não é domínio e privilégio de uns quantos mas sim dom a quantos se aventuram e entregam ao amor e à misericórdia.
Que desilusão, Francisco, para os poderes instalados, as mordomias eclesiásticas e as diplomacias clericais!
E que bênção para a liberdade que o Evangelho comporta, a ternura que Deus é, a esperança que pode renascer em cada coração!
Obrigado, Francisco, por desiludires e por seres vez e voz dos "silenciados"...

(Adaptado)