
Jesus não “selecionou” apenas os doze para que O seguissem. Não podemos esquecer as multidões que O seguiram e, particularmente algumas mulheres que foram tocadas pela Sua mão.
Ao contemplarmos este Evangelho, temos presente as multidões que ao longo destes dois milénios seguiram o Senhor. Quantas pessoas confiaram a Sua vida ao Senhor e consagraram-se inteiramente ao Seu serviço?
A graça de Deus continua operante nos nossos dias. O Seu amor pela humanidade não faz distinção... de género, de cor, de raça…Deus ama a todos de igual modo e usa da mesma medida para com todos.
Quando falamos da mulher e do seu papel no seguimento de Cristo, não podemos descurar o papel que a mulher tem hoje na vida da Igreja. Assim se reconhece o valor fundamental das pessoas que consagram a sua vida a um serviço diferente.
O serviço da Igreja não está apenas no serviço ministerial desempenhado pelos bispos, sacerdotes e diáconos. Cada vez mais, nota-se que os pilares da vida da Igreja estão naqueles que, consagrando-se a Deus, dedicam-se à vida de oração, de serviço ao próximo, de total disponibilidade para acolher um projeto que não é seu.
Cada um de nós tem um papel na vida da Igreja. Não é em vão que o São Pedro dirige-se ao povo dizendo:“…chegando-vos para ele, pedra viva, rejeitada, na verdade, pelos homens, mas, para com Deus eleita e preciosa, sois vós também quais pedras vivas, edificados como casa espiritual para serdes um sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais, aceitáveis a Deus por Jesus Cristo.
A construção da Igreja, no seu todo, depende de cada um dos seus membros. Estamos unidos a Cristo e não podemos descuidar a nossa vocação a ser pedra viva que anuncia o mistério do Senhor presente no meio de nós.
O ser discípulo é missão de todos os que escutam e são tocados por Deus no seu quotidiano. Assim, não podemos descuidar da nossa missão de evangelizar todos os dias com a nossa vida. Não podemos lavar as mãos daquilo que nos é confiado pelo Batismo.
Ao contemplarmos este Evangelho, temos presente as multidões que ao longo destes dois milénios seguiram o Senhor. Quantas pessoas confiaram a Sua vida ao Senhor e consagraram-se inteiramente ao Seu serviço?
A graça de Deus continua operante nos nossos dias. O Seu amor pela humanidade não faz distinção... de género, de cor, de raça…Deus ama a todos de igual modo e usa da mesma medida para com todos.
Quando falamos da mulher e do seu papel no seguimento de Cristo, não podemos descurar o papel que a mulher tem hoje na vida da Igreja. Assim se reconhece o valor fundamental das pessoas que consagram a sua vida a um serviço diferente.
O serviço da Igreja não está apenas no serviço ministerial desempenhado pelos bispos, sacerdotes e diáconos. Cada vez mais, nota-se que os pilares da vida da Igreja estão naqueles que, consagrando-se a Deus, dedicam-se à vida de oração, de serviço ao próximo, de total disponibilidade para acolher um projeto que não é seu.
Cada um de nós tem um papel na vida da Igreja. Não é em vão que o São Pedro dirige-se ao povo dizendo:“…chegando-vos para ele, pedra viva, rejeitada, na verdade, pelos homens, mas, para com Deus eleita e preciosa, sois vós também quais pedras vivas, edificados como casa espiritual para serdes um sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais, aceitáveis a Deus por Jesus Cristo.
A construção da Igreja, no seu todo, depende de cada um dos seus membros. Estamos unidos a Cristo e não podemos descuidar a nossa vocação a ser pedra viva que anuncia o mistério do Senhor presente no meio de nós.
O ser discípulo é missão de todos os que escutam e são tocados por Deus no seu quotidiano. Assim, não podemos descuidar da nossa missão de evangelizar todos os dias com a nossa vida. Não podemos lavar as mãos daquilo que nos é confiado pelo Batismo.
Sexta-feira, 22 de Setembro de 2017
Santa Catarina de Génova
XXIV Semana do Tempo Comum
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