
A Palavra de Deus faz-nos olhar para a fé não como algo que nos reprime mas como algo que liberta. Deste modo, toda a lei acerca do sábado requer de nós, cristãos, um cuidado para não cairmos no erro do cumprimento cego das leis e normas, sei que isso, seja na verdade, uma fiel aceitação da vontade de Deus para as nossas vidas.
O homem não se deve resignar a fazer o bem ao próximo por querer cumprir uma lei, ou seja, se olharmos verdadeiramente para o testemunho de Jesus, todos os dias e todas as oportunidades são de aproveitar, quando se trata de fazer o bem ao outro.
A vida humana deve ser vivida em função daquilo que está ao nosso alcance fazer, de modo que, não haja limitações temporais ou espaciais para fazer-se o bem.
O que pode superar então uma fé meramente ritualista? O amor de Deus.
Cristo mostra-nos que o amor a Deus e ao próximo deve sobrepor-se ao cumprimento de regras e normas que quase definem uma autossuficiência para alcançarmos a salvação.
Só o amor e a liberdade que Deus nos dá para amar, podem superar qualquer cumprimento de regras.
A salvação não está nas nossas mãos. No entanto, não podemos esquecer que a fé manifesta-se em obras, da mesma forma que o amor a Deus ensina-nos a caminhar para Ele, fazendo o bem que estiver ao nosso alcance
Todos os dias, são dias de fazer o bem. Não podemos descurar que o bem que fazemos é reflexo da nossa relação com Deus. Esta deve pois ser discreta e se possível feita no silêncio. Não precisamos de mostrar que damos muito tempo à relação com Deus. Não precisamos exultar aquilo que fazemos mas precisamos ter, cada vez mais a consciência de que há muito que fazer.
À pergunta de Jesus a resposta é o silêncio. Se calhar pesou a consciência aos que não eram capazes de fazer o bem que podiam, para por em prática normas vãs. Mais do que a prática de uma lei, temos de pôr o coração naquilo que fazemos não desligando as nossas obras do amor que Deus tem por nós.
O homem não se deve resignar a fazer o bem ao próximo por querer cumprir uma lei, ou seja, se olharmos verdadeiramente para o testemunho de Jesus, todos os dias e todas as oportunidades são de aproveitar, quando se trata de fazer o bem ao outro.
A vida humana deve ser vivida em função daquilo que está ao nosso alcance fazer, de modo que, não haja limitações temporais ou espaciais para fazer-se o bem.
O que pode superar então uma fé meramente ritualista? O amor de Deus.
Cristo mostra-nos que o amor a Deus e ao próximo deve sobrepor-se ao cumprimento de regras e normas que quase definem uma autossuficiência para alcançarmos a salvação.
Só o amor e a liberdade que Deus nos dá para amar, podem superar qualquer cumprimento de regras.
A salvação não está nas nossas mãos. No entanto, não podemos esquecer que a fé manifesta-se em obras, da mesma forma que o amor a Deus ensina-nos a caminhar para Ele, fazendo o bem que estiver ao nosso alcance
Todos os dias, são dias de fazer o bem. Não podemos descurar que o bem que fazemos é reflexo da nossa relação com Deus. Esta deve pois ser discreta e se possível feita no silêncio. Não precisamos de mostrar que damos muito tempo à relação com Deus. Não precisamos exultar aquilo que fazemos mas precisamos ter, cada vez mais a consciência de que há muito que fazer.
À pergunta de Jesus a resposta é o silêncio. Se calhar pesou a consciência aos que não eram capazes de fazer o bem que podiam, para por em prática normas vãs. Mais do que a prática de uma lei, temos de pôr o coração naquilo que fazemos não desligando as nossas obras do amor que Deus tem por nós.
Segunda-feira, 11 de Setembro de 2017
Beato Pedro de Alcântara, Religioso
XXIII Semana do Tempo Comum
Beato Pedro de Alcântara, Religioso
XXIII Semana do Tempo Comum

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