
Quem é Deus? Quem é Cristo? Podíamos elencar um rol de questões acerca de Deus, devido à nossa incapacidade de reconhecermos o Senhor, mesmo nas coisas pequenas.
Os demónios que Jesus expulsou ao longo da vida, foram capazes de O reconhecer como o Santo de Deus. Nós porém, na nossa fraqueza e tantas vezes na nossa cegueira, continuamos a perguntar quem é Deus? Questionamos as suas obras e não somos capazes de contemplar as maravilhas que Ele continua a realizar.
Precisamos ...colocar a questão em nós. Devemos tentar perceber quem somos e aí reconhecer o papel de Deus nas nossas vidas, assim como o relevo que Lhe damos e a forma como abrimos os nossos olhos as Suas manifestações.
Muitas vezes permanecemos ainda incrédulos face às obras do Senhor. Por outro lado, olhamos à nossa volta e apercebemo-nos de pessoas concretas que são manifestação viva de Cristo e de um Deus que, sendo amor, não cessa de manifestar a grandeza do Seu amor por nós, através de pessoas que abdicam de uma vida egoísta para se darem aos outros. Essas são aquelas que reconhecem Deus a actuar na sua vida.
Dizia Santa Teresa de Calcutá: “Dê ao mundo o melhor de si. Mas isso pode não ser o bastante. Dê o melhor de si assim mesmo. Veja você que, no final das contas, é tudo entre si e Deus. Nunca foi entre você e os outros.” Esta frase faz-nos ver o grande mistério que é a gratuidade e o amor de Deus a manifestar-se nas pequenas almas que O reconhecem na sua vida.
Dar ao mundo o melhor de nós, é dar aquilo que nos foi dado por Deus – a vida. Por muito que nos convençamos que é possível vivermos sem Deus ou à margem dos Seus projectos, verificamos que Ele permanece ao nosso lado.
Só quando nos reconhecemos como dom de Deus, tornamo-nos capazes de O reconhecer vivo e actuante na nossa vida. Só assim, quando confiamos inteiramente em. Céus, somos fortalecidos na força do Seu amor, de modo que nenhum obstáculo poderá derrubar-nos.
Uma vez mais Teresa de Calcutá, num convite ao dom de nós mesmos diz-nos: “Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota.”
Os demónios que Jesus expulsou ao longo da vida, foram capazes de O reconhecer como o Santo de Deus. Nós porém, na nossa fraqueza e tantas vezes na nossa cegueira, continuamos a perguntar quem é Deus? Questionamos as suas obras e não somos capazes de contemplar as maravilhas que Ele continua a realizar.
Precisamos ...colocar a questão em nós. Devemos tentar perceber quem somos e aí reconhecer o papel de Deus nas nossas vidas, assim como o relevo que Lhe damos e a forma como abrimos os nossos olhos as Suas manifestações.
Muitas vezes permanecemos ainda incrédulos face às obras do Senhor. Por outro lado, olhamos à nossa volta e apercebemo-nos de pessoas concretas que são manifestação viva de Cristo e de um Deus que, sendo amor, não cessa de manifestar a grandeza do Seu amor por nós, através de pessoas que abdicam de uma vida egoísta para se darem aos outros. Essas são aquelas que reconhecem Deus a actuar na sua vida.
Dizia Santa Teresa de Calcutá: “Dê ao mundo o melhor de si. Mas isso pode não ser o bastante. Dê o melhor de si assim mesmo. Veja você que, no final das contas, é tudo entre si e Deus. Nunca foi entre você e os outros.” Esta frase faz-nos ver o grande mistério que é a gratuidade e o amor de Deus a manifestar-se nas pequenas almas que O reconhecem na sua vida.
Dar ao mundo o melhor de nós, é dar aquilo que nos foi dado por Deus – a vida. Por muito que nos convençamos que é possível vivermos sem Deus ou à margem dos Seus projectos, verificamos que Ele permanece ao nosso lado.
Só quando nos reconhecemos como dom de Deus, tornamo-nos capazes de O reconhecer vivo e actuante na nossa vida. Só assim, quando confiamos inteiramente em. Céus, somos fortalecidos na força do Seu amor, de modo que nenhum obstáculo poderá derrubar-nos.
Uma vez mais Teresa de Calcutá, num convite ao dom de nós mesmos diz-nos: “Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota.”
Terça-feira, 05 de Setembro de 2017
S. Teresa de Calcutá, Virgem e Fundadora da Congregação
XXII Semana do Tempo Comum
S. Teresa de Calcutá, Virgem e Fundadora da Congregação
XXII Semana do Tempo Comum

Sem comentários:
Enviar um comentário