Grupo Coral Amanhecer

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O Coral Amanhecer nasceu em Outubro de 1973, sob a direção de Américo Ferreira e conta atualmente com 41 elementos. A sua atividade principal é ser mensageiro da alegria do Evangelho através do canto. Para isso, ensaia à quarta-feira às 21:30h e anima as celebrações dominicais das 11:00h na igreja matriz. Além disso, o Coral Amanhecer já cantou as janeiras, representou ao vivo o nascimento de Jesus Cristo, conviveu com outros corais, organizou passeios, participou em saraus, encontros de coros; e anima casamentos, participa em eventos de solidariedade e faz parte do Coro Paroquial. Para descontrair organiza vários convívios nos quais participam familiares e amigos. Anualmente, reúne para formação; refletindo o sentido da sua existência e aprofundando a sua fé, pois é fundamental para a sua subsistência. Momentos há em que nem tudo decorre como se deseja, mas nunca perdeu a coragem e a vontade de continuar, porque tal como S. Paulo, não é o Coral que vive, é Cristo que vive nele. O Coral Amanhecer acredita que em cada dia que desponta, os seus elementos despertam com uma nova esperança e forte vontade de viver, sempre renovados pela força imbatível de Cristo Ressuscitado.

Meditação diária 5 setembro

Foto de Meditações diárias.

Quem é Deus? Quem é Cristo? Podíamos elencar um rol de questões acerca de Deus, devido à nossa incapacidade de reconhecermos o Senhor, mesmo nas coisas pequenas.
Os demónios que Jesus expulsou ao longo da vida, foram capazes de O reconhecer como o Santo de Deus. Nós porém, na nossa fraqueza e tantas vezes na nossa cegueira, continuamos a perguntar quem é Deus? Questionamos as suas obras e não somos capazes de contemplar as maravilhas que Ele continua a realizar.
Precisamos ...colocar a questão em nós. Devemos tentar perceber quem somos e aí reconhecer o papel de Deus nas nossas vidas, assim como o relevo que Lhe damos e a forma como abrimos os nossos olhos as Suas manifestações.
Muitas vezes permanecemos ainda incrédulos face às obras do Senhor. Por outro lado, olhamos à nossa volta e apercebemo-nos de pessoas concretas que são manifestação viva de Cristo e de um Deus que, sendo amor, não cessa de manifestar a grandeza do Seu amor por nós, através de pessoas que abdicam de uma vida egoísta para se darem aos outros. Essas são aquelas que reconhecem Deus a actuar na sua vida.
Dizia Santa Teresa de Calcutá: “Dê ao mundo o melhor de si. Mas isso pode não ser o bastante. Dê o melhor de si assim mesmo. Veja você que, no final das contas, é tudo entre si e Deus. Nunca foi entre você e os outros.” Esta frase faz-nos ver o grande mistério que é a gratuidade e o amor de Deus a manifestar-se nas pequenas almas que O reconhecem na sua vida.
Dar ao mundo o melhor de nós, é dar aquilo que nos foi dado por Deus – a vida. Por muito que nos convençamos que é possível vivermos sem Deus ou à margem dos Seus projectos, verificamos que Ele permanece ao nosso lado.
Só quando nos reconhecemos como dom de Deus, tornamo-nos capazes de O reconhecer vivo e actuante na nossa vida. Só assim, quando confiamos inteiramente em. Céus, somos fortalecidos na força do Seu amor, de modo que nenhum obstáculo poderá derrubar-nos.
Uma vez mais Teresa de Calcutá, num convite ao dom de nós mesmos diz-nos: “Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota.”

Terça-feira, 05 de Setembro de 2017
S. Teresa de Calcutá, Virgem e Fundadora da Congregação
XXII Semana do Tempo Comum




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