
A realidade da maternidade de Nossa Senhora em relação a toda a Igreja, é particularmente assumida neste Evangelho. Deste modo, aquela que dá testemunho de total disponibilidade para acolher a Palavra de Deus e a pôr em prática, torna-se exemplo para todos os que querem seguir o Senhor Jesus e por em prática os Seus ensinamentos.
Temos de ter presente o momento da Cruz em que toda a humanidade foi confiada à proteção da Virgem, para que sintam sempre o seu auxílio maternal. No entanto, contemplar a imagem de Maria ensiná-los a ver na fragilidade de uma mulher, o grande exemplo de amor e de dom.
Tendo sido escolhida para Mãe de Cristo e, reconhecendo a sua fragilidade, Maria não teme em dar uma resposta convicta ao apelo do Senhor. Faça-se. Cumpra-se em mim segundo a Tua Palavra.
Jesus continua a dirigir-Se a nós, questionando acerca da nossa vontade de testemunharmos a vida de Deus a acontecer hoje. Ele continua a dizer que aquele que se associa à filiação divina não é apenas aquele que recebe os sacramentos ou faz as coisas muito bem-feitas, mas sim aquele que escuta e põe em prática a Palavra de Deus.
A relação com a Palavra torna-se fundamental. Ela devia de ser para os cristãos o livro de bolso, para que pudéssemos seguir as suas instruções. Devia ser o livro de mesa-de-cabeceira, para que todos os dias antes de deitar dessemos tempo a Deus, tentando perceber o que Ele nos quer dizer através de cada Palavra que lemos.
Pelo batismo tornamo-nos filhos, no Filho de Deus. No entanto, esta relação filial tem de ser alimentada pela intimidade com a Palavra. É nesta proximidade que o homem cresce e se torna verdadeiramente filho amado, pois aprende a escutar o Pai e a fazer sempre a Sua vontade.
Temos de ter presente o momento da Cruz em que toda a humanidade foi confiada à proteção da Virgem, para que sintam sempre o seu auxílio maternal. No entanto, contemplar a imagem de Maria ensiná-los a ver na fragilidade de uma mulher, o grande exemplo de amor e de dom.
Tendo sido escolhida para Mãe de Cristo e, reconhecendo a sua fragilidade, Maria não teme em dar uma resposta convicta ao apelo do Senhor. Faça-se. Cumpra-se em mim segundo a Tua Palavra.
Jesus continua a dirigir-Se a nós, questionando acerca da nossa vontade de testemunharmos a vida de Deus a acontecer hoje. Ele continua a dizer que aquele que se associa à filiação divina não é apenas aquele que recebe os sacramentos ou faz as coisas muito bem-feitas, mas sim aquele que escuta e põe em prática a Palavra de Deus.
A relação com a Palavra torna-se fundamental. Ela devia de ser para os cristãos o livro de bolso, para que pudéssemos seguir as suas instruções. Devia ser o livro de mesa-de-cabeceira, para que todos os dias antes de deitar dessemos tempo a Deus, tentando perceber o que Ele nos quer dizer através de cada Palavra que lemos.
Pelo batismo tornamo-nos filhos, no Filho de Deus. No entanto, esta relação filial tem de ser alimentada pela intimidade com a Palavra. É nesta proximidade que o homem cresce e se torna verdadeiramente filho amado, pois aprende a escutar o Pai e a fazer sempre a Sua vontade.
Terça-feira, 26 de Setembro de 2017
Beato Paulo VI, Papa; Santos Cosme e Damião, Bispo e Mártir
XXV Semana do Tempo Comum
Beato Paulo VI, Papa; Santos Cosme e Damião, Bispo e Mártir
XXV Semana do Tempo Comum

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