
Não podemos deixar de olhar para a missão de Jesus com o seu sentido de encargo, incumbência, ou até mesmo o propósito. A Sua vinda ao mundo traz consigo uma função específica.
Jesus, ao longo da vida pública, não cessa de anunciar a Sua missão evangélica, ou seja, não para de anunciar a boa nova do Reino de Deus, dando assim testemunho, com a própria vida, sendo posteriormente levada ao extremo do sentido do que é ser dom.
A missão, assume para nós, cristãos, esta dinâmica de compromisso. É como um tesouro que nos é transmitido e impele-nos a transmitir também aos que nos rodeiam. Desta forma, todo o batizado deveria sentir-se um missionário. Todos os que recebemos a luz batismal, somos chamados a velar por essa luz que é Cristo, para que também nós possamos ser portadores e mensageiros dessa mesma luz que recebemos.
Assim como Jesus não podia ficar parado, também nós, somos hoje interpelados a por em prática, movimentos missionários. Tal como o Senhor, missão não é apenas pregar e anunciar o Evangelho. Pregar é viver o Evangelho na nossa vida. Aí se encontra a verdadeira missão.
Não nos basta anunciar ou desafiar. É preciso ir mais longe e colocarmo-nos ao serviço da Palavra no nosso quotidiano. É preciso darmos tempo. Tempo para a escuta, tempo para a contemplação, tempo para que a Palavra ganhe carne em nós.
A principal missão do homem de hoje é deveras idêntica à de Jesus. Na verdade, o nosso dia-a-dia passa por uma correria constante entre vários sítios, lidando com diversas pessoas e situações. Muitas vezes, fugimos a estas formas de pôr em prática a Palavra de Deus.
Perguntamo-nos, como? Em família, em casa, no trabalho, no autocarro,… quantas são as vezes em que somos chamados a dar testemunho de Jesus? Quantas vezes fechamo-nos por medo, por vergonha, em vez de sermos capazes de estender a mão e amar o outro, dando testemunho d´Aquele que sabemos que nos ama?
Jesus, ao longo da vida pública, não cessa de anunciar a Sua missão evangélica, ou seja, não para de anunciar a boa nova do Reino de Deus, dando assim testemunho, com a própria vida, sendo posteriormente levada ao extremo do sentido do que é ser dom.
A missão, assume para nós, cristãos, esta dinâmica de compromisso. É como um tesouro que nos é transmitido e impele-nos a transmitir também aos que nos rodeiam. Desta forma, todo o batizado deveria sentir-se um missionário. Todos os que recebemos a luz batismal, somos chamados a velar por essa luz que é Cristo, para que também nós possamos ser portadores e mensageiros dessa mesma luz que recebemos.
Assim como Jesus não podia ficar parado, também nós, somos hoje interpelados a por em prática, movimentos missionários. Tal como o Senhor, missão não é apenas pregar e anunciar o Evangelho. Pregar é viver o Evangelho na nossa vida. Aí se encontra a verdadeira missão.
Não nos basta anunciar ou desafiar. É preciso ir mais longe e colocarmo-nos ao serviço da Palavra no nosso quotidiano. É preciso darmos tempo. Tempo para a escuta, tempo para a contemplação, tempo para que a Palavra ganhe carne em nós.
A principal missão do homem de hoje é deveras idêntica à de Jesus. Na verdade, o nosso dia-a-dia passa por uma correria constante entre vários sítios, lidando com diversas pessoas e situações. Muitas vezes, fugimos a estas formas de pôr em prática a Palavra de Deus.
Perguntamo-nos, como? Em família, em casa, no trabalho, no autocarro,… quantas são as vezes em que somos chamados a dar testemunho de Jesus? Quantas vezes fechamo-nos por medo, por vergonha, em vez de sermos capazes de estender a mão e amar o outro, dando testemunho d´Aquele que sabemos que nos ama?
Quarta-feira, 06 de Setembro de 2017
XXII Semana do Tempo Comum
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