
Nos nossos dias, corremos o forte risco de não sermos suficientemente humildes para nos reconhecermos servos ou para estarmos disponíveis de coração para esta atitude do serviço que podemos prestar aos outros.
O Evangelho que nos é proposto, mostra-nos uma dimensão diferente do serviço. Jesus interpela a capacidade de fazermos do pouco que temos muito para aqueles que nada têm. Desta forma, verificamos até que aquilo que deve ser feito dom é a nossa vida.
Jesus como que nos quer sensibilizar para a realidade da nossa vida e para alguns valores que nos nossos dias tanta falta têm feito a sociedade. Assistimos continuamente a uma má distribuição dos bens. De um lado gente muito rica e por outra lado gente a mendigar por um pedaço de pão.
Deus confia a cada um o necessário para podermos fazer o bem aqueles que mais precisam e mostra-nos como podemos fazer o bem. Se tivéssemos consciência do muito que podemos fazer, muitas vezes com tão pouco.
Na verdade, cada vez mais se torna urgente e necessário voltar ao tempo da partilha dos bens. Ninguém tinha nada como seu, mas reconhecia-se que tudo era dom de Deus e que esses mesmos dons deviam ser partilhados.
Hoje, vivemos num mundo cada vez mais egoísta. Um mundo mais centrado em si mesmo e que o outro é como inexistente. Cada vez mais se procura fechar os olhos à miséria.
Cristo entregou-se em sacrifício sem nunca ter hesitado. Deu a vida por nós, fazendo ainda hoje um dom total. Do Seu Corpo e do Seu sangue, em favor de todos. E nós? E tu? E eu? Que somos capazes de fazer para construir um mundo mais justo? Que tempo damos, de nós, aos outros e a fazer o bem?
Pensemos nos pobres e coloquemos o nosso olhar em Cristo. A promessa que Ele nos faz é que nada faltará aos que derem de comer a quem tem fome. Nada faltará a quem saciar a sede ao que não tem de beber.
Faz-nos falta olhar para o diálogo do Senhor com a Samaritana. Se conhecêssemos o dom de Deus…nunca teríamos medo ou reservas quando pensamos dar de nós mesmos aos outros.
O Evangelho que nos é proposto, mostra-nos uma dimensão diferente do serviço. Jesus interpela a capacidade de fazermos do pouco que temos muito para aqueles que nada têm. Desta forma, verificamos até que aquilo que deve ser feito dom é a nossa vida.
Jesus como que nos quer sensibilizar para a realidade da nossa vida e para alguns valores que nos nossos dias tanta falta têm feito a sociedade. Assistimos continuamente a uma má distribuição dos bens. De um lado gente muito rica e por outra lado gente a mendigar por um pedaço de pão.
Deus confia a cada um o necessário para podermos fazer o bem aqueles que mais precisam e mostra-nos como podemos fazer o bem. Se tivéssemos consciência do muito que podemos fazer, muitas vezes com tão pouco.
Na verdade, cada vez mais se torna urgente e necessário voltar ao tempo da partilha dos bens. Ninguém tinha nada como seu, mas reconhecia-se que tudo era dom de Deus e que esses mesmos dons deviam ser partilhados.
Hoje, vivemos num mundo cada vez mais egoísta. Um mundo mais centrado em si mesmo e que o outro é como inexistente. Cada vez mais se procura fechar os olhos à miséria.
Cristo entregou-se em sacrifício sem nunca ter hesitado. Deu a vida por nós, fazendo ainda hoje um dom total. Do Seu Corpo e do Seu sangue, em favor de todos. E nós? E tu? E eu? Que somos capazes de fazer para construir um mundo mais justo? Que tempo damos, de nós, aos outros e a fazer o bem?
Pensemos nos pobres e coloquemos o nosso olhar em Cristo. A promessa que Ele nos faz é que nada faltará aos que derem de comer a quem tem fome. Nada faltará a quem saciar a sede ao que não tem de beber.
Faz-nos falta olhar para o diálogo do Senhor com a Samaritana. Se conhecêssemos o dom de Deus…nunca teríamos medo ou reservas quando pensamos dar de nós mesmos aos outros.
Sábado, 02 de Setembro de 2017
Santa Maria no Sábado
XXI Semana do Tempo Comum
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