“Quem quiser salvar a sua vida há-de perdê-la; mas quem perder a sua vida por minha causa, há-de encontrá-la.” (Mt. 16, 21 – 27)
Perder a vida não tem o sentido de desperdiçar a vida que nos é dada a viver nem tão pouco atentar contra a própria vida. Perder a vida é saber fazer de cada momento um dom não para si mesmo mas para os outros.
Jesus diz que não devemos olhar para a vida como algo nosso. Não a conquistamos como um troféu. Ela é-nos dada pela graça d’Aquele que nos chamou à vida em plenitude. No entanto, existem ainda aqueles que tentar safar-se na vida e ignoram que o Senhor chamou-nos à vida.
No acto da criação, Deus insultou as narinas do homem, com o sopro da vida. Infundiu no coração do homem o Espírito da vida que faz dele um ser diferente de todas as outras criaturas.
Quem quer safar-se na vida, não é capaz de reconhecer as maravilhas e o dom de Deus. Ao mesmo tempo, ignora completamente, que houve Alguém capaz de gastar a vida inteira para ser no mundo um verdadeiro dom e sinal do amor infinito de Deus pela humanidade inteira e de todos os tempos.
Note-se que o Senhor Jesus não Se limita a dizer que temos de perder a vida mas, acrescenta que, aquele que perder a vida por Sua causa, encontrará a vida na plenitude do que ela tem para nos dar.
Perder a vida é saber associar-se à Paixão e morte do Senhor. É saber entregar-se livremente, tal como Ele Se entregou por nós.
Que queremos fazer da nossa vida? Aproveitar cada dia como se fosse o último e de forma desmedida? Queremos aceitar cada dia tudo aquilo que nos é dado a viver, sabendo consagrar ao Senhor as alegrias e dores que nos são dadas à viver?
Fomos criados para a vida. O Senhor ao entregar-se por nós, não cessa de afirmar: Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. De que nos serve atropelarmos os que nos rodeiam para nos safarmos e nos iludirmos que isso é que é vida?
Não cessemos de amar e fazer da nossa vida um dom de nós mesmos aos outros, tendo por desejo sermos mais para os outros.
Jesus diz que não devemos olhar para a vida como algo nosso. Não a conquistamos como um troféu. Ela é-nos dada pela graça d’Aquele que nos chamou à vida em plenitude. No entanto, existem ainda aqueles que tentar safar-se na vida e ignoram que o Senhor chamou-nos à vida.
No acto da criação, Deus insultou as narinas do homem, com o sopro da vida. Infundiu no coração do homem o Espírito da vida que faz dele um ser diferente de todas as outras criaturas.
Quem quer safar-se na vida, não é capaz de reconhecer as maravilhas e o dom de Deus. Ao mesmo tempo, ignora completamente, que houve Alguém capaz de gastar a vida inteira para ser no mundo um verdadeiro dom e sinal do amor infinito de Deus pela humanidade inteira e de todos os tempos.
Note-se que o Senhor Jesus não Se limita a dizer que temos de perder a vida mas, acrescenta que, aquele que perder a vida por Sua causa, encontrará a vida na plenitude do que ela tem para nos dar.
Perder a vida é saber associar-se à Paixão e morte do Senhor. É saber entregar-se livremente, tal como Ele Se entregou por nós.
Que queremos fazer da nossa vida? Aproveitar cada dia como se fosse o último e de forma desmedida? Queremos aceitar cada dia tudo aquilo que nos é dado a viver, sabendo consagrar ao Senhor as alegrias e dores que nos são dadas à viver?
Fomos criados para a vida. O Senhor ao entregar-se por nós, não cessa de afirmar: Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. De que nos serve atropelarmos os que nos rodeiam para nos safarmos e nos iludirmos que isso é que é vida?
Não cessemos de amar e fazer da nossa vida um dom de nós mesmos aos outros, tendo por desejo sermos mais para os outros.
Domingo, 03 de Setembro de 2017
XXII Semana do Tempo Comum
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