
À luz de Deus, nada pode ficar oculto. O homem, ao longo da vida procura estratégias para mostrar que é capaz de camuflar coisas menos positivas na sua vida. Esquecemo-nos continuamente que somos chamados a viver à luz de Deus.
A tentativa de viver à margem de Deus dá-nos esta ilusão de que tentamos camuflar esta luz que existe já dentro de nós. Mas o Senhor não se deixa esconder. Aos poucos, vai fazendo irradiar de um pequeno raio de luz a luz intensa do Seu amor.
Que luz é esta que brilha dentro de nós e não pode ficar oculta? Que luz é esta que nos ensina a ver a vida com outra cor?
No dia do nosso batismo, acende-se no círio Pascal a vela que é colocada na mão da criança, suportada habitualmente pelos pais e padrinhos, que recebem o mandato de preservar acesa essa mesma luz.
Essa luz, pode ser considerada a luz do desejo puro de conhecer a Deus. É a luz que se transforma em voz e vai falando dentro do nosso ser mais profundo. É a luz de Deus que irradia dentro de nós e faz-nos desejar o encontro verdadeiro com Ele.
O homem tem a missão de cuidar da lâmpada. Precisa garantir que esta tem combustível para a manter acesa e, ao mesmo tempo, para a fazer irradiar num mundo cada vez mais necessitado da luz de Deus.
Aquele que escuta e acolhe na sua vida a Palavra de Deus não a pode guardar egoisticamente. Reconhecemos pois que a fé não é algo nosso. Cristo não nos está submisso.
Escutar a voz de Deus nem sempre é tarefa fácil. Exige muito trabalho interior, de oração e de confiança que o Senhor continua a falar. Exige esta disponibilidade para que a chama que foi acesa no dia do nosso batismo possa resplandecer ao longo da nossa vida, como sinal de esperança.
A vida humana é como uma estrada. Se caminhamos de noite e sem luz, corremos o risco de nos enganarmos ou de tropeçar em algum obstáculo, mas guiados pela luz de Deus estamos no caminho certo que nos conduz à salvação.
A tentativa de viver à margem de Deus dá-nos esta ilusão de que tentamos camuflar esta luz que existe já dentro de nós. Mas o Senhor não se deixa esconder. Aos poucos, vai fazendo irradiar de um pequeno raio de luz a luz intensa do Seu amor.
Que luz é esta que brilha dentro de nós e não pode ficar oculta? Que luz é esta que nos ensina a ver a vida com outra cor?
No dia do nosso batismo, acende-se no círio Pascal a vela que é colocada na mão da criança, suportada habitualmente pelos pais e padrinhos, que recebem o mandato de preservar acesa essa mesma luz.
Essa luz, pode ser considerada a luz do desejo puro de conhecer a Deus. É a luz que se transforma em voz e vai falando dentro do nosso ser mais profundo. É a luz de Deus que irradia dentro de nós e faz-nos desejar o encontro verdadeiro com Ele.
O homem tem a missão de cuidar da lâmpada. Precisa garantir que esta tem combustível para a manter acesa e, ao mesmo tempo, para a fazer irradiar num mundo cada vez mais necessitado da luz de Deus.
Aquele que escuta e acolhe na sua vida a Palavra de Deus não a pode guardar egoisticamente. Reconhecemos pois que a fé não é algo nosso. Cristo não nos está submisso.
Escutar a voz de Deus nem sempre é tarefa fácil. Exige muito trabalho interior, de oração e de confiança que o Senhor continua a falar. Exige esta disponibilidade para que a chama que foi acesa no dia do nosso batismo possa resplandecer ao longo da nossa vida, como sinal de esperança.
A vida humana é como uma estrada. Se caminhamos de noite e sem luz, corremos o risco de nos enganarmos ou de tropeçar em algum obstáculo, mas guiados pela luz de Deus estamos no caminho certo que nos conduz à salvação.
Segunda-feira, 25 de Setembro de 2017
São Firmino, Bispo e Mártir
XXV Semana do Tempo Comum
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