Grupo Coral Amanhecer

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O Coral Amanhecer nasceu em Outubro de 1973, sob a direção de Américo Ferreira e conta atualmente com 41 elementos. A sua atividade principal é ser mensageiro da alegria do Evangelho através do canto. Para isso, ensaia à quarta-feira às 21:30h e anima as celebrações dominicais das 11:00h na igreja matriz. Além disso, o Coral Amanhecer já cantou as janeiras, representou ao vivo o nascimento de Jesus Cristo, conviveu com outros corais, organizou passeios, participou em saraus, encontros de coros; e anima casamentos, participa em eventos de solidariedade e faz parte do Coro Paroquial. Para descontrair organiza vários convívios nos quais participam familiares e amigos. Anualmente, reúne para formação; refletindo o sentido da sua existência e aprofundando a sua fé, pois é fundamental para a sua subsistência. Momentos há em que nem tudo decorre como se deseja, mas nunca perdeu a coragem e a vontade de continuar, porque tal como S. Paulo, não é o Coral que vive, é Cristo que vive nele. O Coral Amanhecer acredita que em cada dia que desponta, os seus elementos despertam com uma nova esperança e forte vontade de viver, sempre renovados pela força imbatível de Cristo Ressuscitado.

Meditação diária 17 setembro

Foto de Meditações diárias.
Celebrar a misericórdia de Deus é, sem dúvida, colocar o nosso olhar na Cruz do Senhor e perceber que a Sua entrega foi um pleno ato de amor. Deste modo, se falamos de perdão e de misericórdia, quem neste mundo nos deu maior prova da infinita misericórdia de Deus senão o Senhor Jesus?
Por Cristo, somos chamados a contemplar o mistério da Cruz como ato supremo da revelação ao mundo do novo sentido do amor, como perdão. Na Cruz, não podemos deixar de contemplar um coração fer
ido, mas cheio de um amor transbordante que se mostra capaz de perdoar até a um infinito número de vezes.
Aquele que foi ultrajado até à morte e levado a morrer de forma tão indigna ensina-nos o caminho do perdão, para superarmos o caminho da vingança, tantas vezes mais fácil e tantas vezes mais devastadora.
Com Cristo, somos levados ao caminho da misericórdia que nos conduz a uma paz maior, que não é apenas a paz deste mundo. Na verdade, só vive a verdadeira paz, aquele que contempla o mistério de Cristo a acontecer na sua vida.
Ao olharmos o Evangelho que nos é proposto, verificamos como que um apelo ao perdão contínuo. Chega de criarmos guerras, muitas vezes por coisas tão pequenas. Com Cristo, aprendemos o caminho do serviço, do amor e da ternura que são linhas do rosto de compaixão e misericórdia de Deus que nos tornam, à imagem de Cristo, capazes de amar, de cuidar e de proteger aquele que caminha connosco.
Cada vez mais, tornam-se visíveis os sinais das guerras, da sede de vingança, do ódio e do desejo de responder com guerra um atentado contra nós. Não apenas a nível mundial, mas muitas vezes tão perto de nós, nas relações que estabelecemos, dentro dos nossos lares.
Está nas nossas mãos construir um futuro melhor, onde a paz e a concórdia imperem no coração da humanidade inteira.
O que há a fazer? Perdoar. O caminho do perdão é fonte de amor. Onde há perdão, há certamente desejo de paz e da presença da paz que brotou do coração trespassado de Cristo.
Ouçamos São Francisco e não tenhamos medo de sermos instrumentos da paz de Deus.
Domingo, 17 de Setembro de 2017
XXVI Semana do Tempo Comum


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