
Celebrar a misericórdia de Deus é, sem dúvida, colocar o nosso olhar na Cruz do Senhor e perceber que a Sua entrega foi um pleno ato de amor. Deste modo, se falamos de perdão e de misericórdia, quem neste mundo nos deu maior prova da infinita misericórdia de Deus senão o Senhor Jesus?
Por Cristo, somos chamados a contemplar o mistério da Cruz como ato supremo da revelação ao mundo do novo sentido do amor, como perdão. Na Cruz, não podemos deixar de contemplar um coração ferido, mas cheio de um amor transbordante que se mostra capaz de perdoar até a um infinito número de vezes.
Aquele que foi ultrajado até à morte e levado a morrer de forma tão indigna ensina-nos o caminho do perdão, para superarmos o caminho da vingança, tantas vezes mais fácil e tantas vezes mais devastadora.
Com Cristo, somos levados ao caminho da misericórdia que nos conduz a uma paz maior, que não é apenas a paz deste mundo. Na verdade, só vive a verdadeira paz, aquele que contempla o mistério de Cristo a acontecer na sua vida.
Ao olharmos o Evangelho que nos é proposto, verificamos como que um apelo ao perdão contínuo. Chega de criarmos guerras, muitas vezes por coisas tão pequenas. Com Cristo, aprendemos o caminho do serviço, do amor e da ternura que são linhas do rosto de compaixão e misericórdia de Deus que nos tornam, à imagem de Cristo, capazes de amar, de cuidar e de proteger aquele que caminha connosco.
Cada vez mais, tornam-se visíveis os sinais das guerras, da sede de vingança, do ódio e do desejo de responder com guerra um atentado contra nós. Não apenas a nível mundial, mas muitas vezes tão perto de nós, nas relações que estabelecemos, dentro dos nossos lares.
Está nas nossas mãos construir um futuro melhor, onde a paz e a concórdia imperem no coração da humanidade inteira.
O que há a fazer? Perdoar. O caminho do perdão é fonte de amor. Onde há perdão, há certamente desejo de paz e da presença da paz que brotou do coração trespassado de Cristo.
Ouçamos São Francisco e não tenhamos medo de sermos instrumentos da paz de Deus.
Por Cristo, somos chamados a contemplar o mistério da Cruz como ato supremo da revelação ao mundo do novo sentido do amor, como perdão. Na Cruz, não podemos deixar de contemplar um coração ferido, mas cheio de um amor transbordante que se mostra capaz de perdoar até a um infinito número de vezes.
Aquele que foi ultrajado até à morte e levado a morrer de forma tão indigna ensina-nos o caminho do perdão, para superarmos o caminho da vingança, tantas vezes mais fácil e tantas vezes mais devastadora.
Com Cristo, somos levados ao caminho da misericórdia que nos conduz a uma paz maior, que não é apenas a paz deste mundo. Na verdade, só vive a verdadeira paz, aquele que contempla o mistério de Cristo a acontecer na sua vida.
Ao olharmos o Evangelho que nos é proposto, verificamos como que um apelo ao perdão contínuo. Chega de criarmos guerras, muitas vezes por coisas tão pequenas. Com Cristo, aprendemos o caminho do serviço, do amor e da ternura que são linhas do rosto de compaixão e misericórdia de Deus que nos tornam, à imagem de Cristo, capazes de amar, de cuidar e de proteger aquele que caminha connosco.
Cada vez mais, tornam-se visíveis os sinais das guerras, da sede de vingança, do ódio e do desejo de responder com guerra um atentado contra nós. Não apenas a nível mundial, mas muitas vezes tão perto de nós, nas relações que estabelecemos, dentro dos nossos lares.
Está nas nossas mãos construir um futuro melhor, onde a paz e a concórdia imperem no coração da humanidade inteira.
O que há a fazer? Perdoar. O caminho do perdão é fonte de amor. Onde há perdão, há certamente desejo de paz e da presença da paz que brotou do coração trespassado de Cristo.
Ouçamos São Francisco e não tenhamos medo de sermos instrumentos da paz de Deus.
Domingo, 17 de Setembro de 2017
XXVI Semana do Tempo Comum
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