
O Sábado, para o povo judeu, é por excelência o dia do Senhor, obedecendo a uma série de preceitos que têm de ser levados à risca. Hoje, o Senhor quer confrontar a humanidade em geral com a questão do tempo.
Diariamente, a questão do tempo, ou da falta do mesmo, é uma constante na linguagem humana. Não temos tempo para os amigos. Não temos tempo para a família. Os filhos roubam-nos tempo. Mas se perguntarmos que fizemos com o tempo, muitas vezes percebemos que o tempo passou... de forma inútil. Muitas são as vezes em que olhamos para trás e vemos k tempo que desperdiçamos; que o nosso tempo foi inútil.
Todos nós temos certamente inúmeras responsabilidades. Porém, muito do nosso tempo pode ser aproveitado de melhor forma. Se analisarmos a nossa vida, ainda perdemos tempo a lamentar a falta de tempo. Perdemos tempo com coisas efémeras. Damos demasiado tempo ao inútil e descartamos facilmente o essencial.
Deus pede-nos tão pouco.
Não se trata de rezarmos um dia inteiro, em que não possamos fazer mais nada e dediquemos todo esse tempo à oração ou outros rituais que nos aproximem de Deus.
Deus dá-nos tanto…
Ele dá-nos a vida inteira, ainda que, por vezes mais breve, para contemplar a grandeza da obra da Sua mão. E quantas vezes acordamos e nem damos bom dia a Deus? Quantos dias passam que nem somos capazes de agradecer o facto de voltarmos a abrir os olhos.
Precisamos de tempo para Deus.
É necessário que a nossa vida seja feita oração. Tudo aquilo que fazemos deve ser sinal da presença e do amor de Deus por nós. Não se trata de fazermos uma série de orações vazias. É preciso fazermos da nossa vida um grande dom, embora para isso, precisamos reconhecer o grande dom que Deus nos dá – a vida.
A única coisa que Deus pede para que não façamos é continuarmos a ofendê-Lo com os nossos pecados. De contrário Ele criou-nos livres para amar, para fazer o bem que nos assiste e nunca desejar o mal ao próximo.
Diariamente, a questão do tempo, ou da falta do mesmo, é uma constante na linguagem humana. Não temos tempo para os amigos. Não temos tempo para a família. Os filhos roubam-nos tempo. Mas se perguntarmos que fizemos com o tempo, muitas vezes percebemos que o tempo passou... de forma inútil. Muitas são as vezes em que olhamos para trás e vemos k tempo que desperdiçamos; que o nosso tempo foi inútil.
Todos nós temos certamente inúmeras responsabilidades. Porém, muito do nosso tempo pode ser aproveitado de melhor forma. Se analisarmos a nossa vida, ainda perdemos tempo a lamentar a falta de tempo. Perdemos tempo com coisas efémeras. Damos demasiado tempo ao inútil e descartamos facilmente o essencial.
Deus pede-nos tão pouco.
Não se trata de rezarmos um dia inteiro, em que não possamos fazer mais nada e dediquemos todo esse tempo à oração ou outros rituais que nos aproximem de Deus.
Deus dá-nos tanto…
Ele dá-nos a vida inteira, ainda que, por vezes mais breve, para contemplar a grandeza da obra da Sua mão. E quantas vezes acordamos e nem damos bom dia a Deus? Quantos dias passam que nem somos capazes de agradecer o facto de voltarmos a abrir os olhos.
Precisamos de tempo para Deus.
É necessário que a nossa vida seja feita oração. Tudo aquilo que fazemos deve ser sinal da presença e do amor de Deus por nós. Não se trata de fazermos uma série de orações vazias. É preciso fazermos da nossa vida um grande dom, embora para isso, precisamos reconhecer o grande dom que Deus nos dá – a vida.
A única coisa que Deus pede para que não façamos é continuarmos a ofendê-Lo com os nossos pecados. De contrário Ele criou-nos livres para amar, para fazer o bem que nos assiste e nunca desejar o mal ao próximo.
Sábado, 09 de Setembro de 2017
São Pedro Claver, Presbítero
XXII Semana do Tempo Comum
São Pedro Claver, Presbítero
XXII Semana do Tempo Comum

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