
Ao olharmos para Evangelho, consideramos logo à partida a questão acerca de quem é este homem de quem tanto se fala entre os judeus e que tanto protagonismo ganha?
Do mesmo modo, olhamos para os nossos dias e a questão acerca da pessoa de Jesus permanece: Quem é este homem? É caso para dizer que nos nossos dias muito se fala e pouco se continua a dizer face à grandeza de Jesus.
Encontramos muita coisa nas livrarias mas na verdade pouco se fala acerca de Jesus. Hoje, saber falar de Jesus uns com os outros, acaba por passar pela necessidade de testemunhá-Lo não só com palavras mas com obras.
Por vezes, parecemos ter vergonha de nos assumirmos como cristãos. Parece que nos envergonhamos de assumir que professamos a fé num homem que se humilhou ao ponto de dar a vida numa cruz para nossa redenção.
Outras vezes, limitamos a falar de Jesus segundo um testemunho de algum Santo ou pensamento de algum filósofo e parece que temos medo que Cristo assuma o governo da nossa vida, de tal modo que lhe confiemos totalmente aquilo que somos.
Quem é este homem? Quem é este Deus que, sendo Rei, fez-Se servo pequenino?
Conseguimos testemunhar com a nossa vida que este é verdadeiramente o Filho de Deus? Conseguimos seguir os Seus passos até a Cruz ou viramos as costas ao sofrimento por não reconhecermos que ele está connosco?
É muito fácil assistirmos a uma crescente descristianização, pois cada vez menos se fala de quem é Cristo. Cada vez mais é fácil falarmos de guerra do que continuarmos a construir a paz que Jesus nos deixou.
Dizia-nos São João Paulo II: “Não tenhais medo. Abri. Antes, escancarai as portas do vosso coração a Cristo.” Neste espírito de abertura do coração a Cristo, para que Ele possa fazer em nós a Sua morada, não tenhamos medo de confiar-lhe a nossa voz e todos os nossos sentidos, para que toda a nossa vida dê testemunho de Cristo em nós.
Do mesmo modo, olhamos para os nossos dias e a questão acerca da pessoa de Jesus permanece: Quem é este homem? É caso para dizer que nos nossos dias muito se fala e pouco se continua a dizer face à grandeza de Jesus.
Encontramos muita coisa nas livrarias mas na verdade pouco se fala acerca de Jesus. Hoje, saber falar de Jesus uns com os outros, acaba por passar pela necessidade de testemunhá-Lo não só com palavras mas com obras.
Por vezes, parecemos ter vergonha de nos assumirmos como cristãos. Parece que nos envergonhamos de assumir que professamos a fé num homem que se humilhou ao ponto de dar a vida numa cruz para nossa redenção.
Outras vezes, limitamos a falar de Jesus segundo um testemunho de algum Santo ou pensamento de algum filósofo e parece que temos medo que Cristo assuma o governo da nossa vida, de tal modo que lhe confiemos totalmente aquilo que somos.
Quem é este homem? Quem é este Deus que, sendo Rei, fez-Se servo pequenino?
Conseguimos testemunhar com a nossa vida que este é verdadeiramente o Filho de Deus? Conseguimos seguir os Seus passos até a Cruz ou viramos as costas ao sofrimento por não reconhecermos que ele está connosco?
É muito fácil assistirmos a uma crescente descristianização, pois cada vez menos se fala de quem é Cristo. Cada vez mais é fácil falarmos de guerra do que continuarmos a construir a paz que Jesus nos deixou.
Dizia-nos São João Paulo II: “Não tenhais medo. Abri. Antes, escancarai as portas do vosso coração a Cristo.” Neste espírito de abertura do coração a Cristo, para que Ele possa fazer em nós a Sua morada, não tenhamos medo de confiar-lhe a nossa voz e todos os nossos sentidos, para que toda a nossa vida dê testemunho de Cristo em nós.
Quinta-feira, 28 de Setembro de 2017
São Venceslau, Mártir
XXV Semana do Tempo Comum
São Venceslau, Mártir
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