Grupo Coral Amanhecer

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O Coral Amanhecer nasceu em Outubro de 1973, sob a direção de Américo Ferreira e conta atualmente com 41 elementos. A sua atividade principal é ser mensageiro da alegria do Evangelho através do canto. Para isso, ensaia à quarta-feira às 21:30h e anima as celebrações dominicais das 11:00h na igreja matriz. Além disso, o Coral Amanhecer já cantou as janeiras, representou ao vivo o nascimento de Jesus Cristo, conviveu com outros corais, organizou passeios, participou em saraus, encontros de coros; e anima casamentos, participa em eventos de solidariedade e faz parte do Coro Paroquial. Para descontrair organiza vários convívios nos quais participam familiares e amigos. Anualmente, reúne para formação; refletindo o sentido da sua existência e aprofundando a sua fé, pois é fundamental para a sua subsistência. Momentos há em que nem tudo decorre como se deseja, mas nunca perdeu a coragem e a vontade de continuar, porque tal como S. Paulo, não é o Coral que vive, é Cristo que vive nele. O Coral Amanhecer acredita que em cada dia que desponta, os seus elementos despertam com uma nova esperança e forte vontade de viver, sempre renovados pela força imbatível de Cristo Ressuscitado.

Meditação diária 29 setembro

Foto de Meditações diárias.
Ao olharmos para Evangelho, consideramos logo à partida a questão acerca de quem é este homem de quem tanto se fala entre os judeus e que tanto protagonismo ganha?
Do mesmo modo, olhamos para os nossos dias e a questão acerca da pessoa de Jesus permanece: Quem é este homem? É caso para dizer que nos nossos dias muito se fala e pouco se continua a dizer face à grandeza de Jesus.
Encontramos muita coisa nas livrarias mas na verdade pouco se fala acerca de Jesus. Hoje, saber fal
ar de Jesus uns com os outros, acaba por passar pela necessidade de testemunhá-Lo não só com palavras mas com obras.
Por vezes, parecemos ter vergonha de nos assumirmos como cristãos. Parece que nos envergonhamos de assumir que professamos a fé num homem que se humilhou ao ponto de dar a vida numa cruz para nossa redenção.
Outras vezes, limitamos a falar de Jesus segundo um testemunho de algum Santo ou pensamento de algum filósofo e parece que temos medo que Cristo assuma o governo da nossa vida, de tal modo que lhe confiemos totalmente aquilo que somos.
Quem é este homem? Quem é este Deus que, sendo Rei, fez-Se servo pequenino?
Conseguimos testemunhar com a nossa vida que este é verdadeiramente o Filho de Deus? Conseguimos seguir os Seus passos até a Cruz ou viramos as costas ao sofrimento por não reconhecermos que ele está connosco?
É muito fácil assistirmos a uma crescente descristianização, pois cada vez menos se fala de quem é Cristo. Cada vez mais é fácil falarmos de guerra do que continuarmos a construir a paz que Jesus nos deixou.
Dizia-nos São João Paulo II: “Não tenhais medo. Abri. Antes, escancarai as portas do vosso coração a Cristo.” Neste espírito de abertura do coração a Cristo, para que Ele possa fazer em nós a Sua morada, não tenhamos medo de confiar-lhe a nossa voz e todos os nossos sentidos, para que toda a nossa vida dê testemunho de Cristo em nós.
 
Quinta-feira, 28 de Setembro de 2017
São Venceslau, Mártir
XXV Semana do Tempo Comum
 
 


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