
A linguagem das parábolas permite-os, através de uma linguagem mais imagética, chegar a conclusões mais factuais e próximas da reflexão que pretendemos. Deste modo, ao entrarmos na parábola do vinhateiro, constatamos diferentes realidades mas que procuram um só e mesmo sentido.
Numa tentativa de desmembrar algumas das imagens, podemos comparar desde já a vinha à Igreja, onde todos são convidados a entrar mas nem todos assim o fazem ou fazem-no de forma diferente.
O dono da vinha, que sai à procura de trabalhadores, sabe que terá de pagar a cada um aquilo que for justo e, ao sair, encontra trabalhadores a quem compete vida dizendo: Ide vós também. Esta caminhada equipara-se à procura que o Senhor faz daqueles que estão à margem e que os chama para participarem da salvação que o Senhor quer para todos.
Numa lógica humana, tendo chegado à hora do pagamento, o dono da vinha deveria ter pago mais aos que trabalharam o dia todo. Porém, ele paga todos de igual forma, independentemente do tempo que estes trabalharam, alertando para a igualdade, de modo que, aquilo que é justo, é a igualdade.
Hoje, na igreja, por vezes marginalizados aqueles que estão distantes. Não somos capazes de ir ao seu encontro de forma a mostrar a grandeza do amor de Deus que não distingue nem marginalização. Pelo contrário, dá a cada um aquilo que lhe é justo.
Cada vez mais torna-se possível notar que o Senhor defende a igualdade, de modo que ninguém se ache superior a ninguém. Assim, na vinha do Senhor que é a Igreja, todos têm lugar e todos são chamados a trabalhar na vinha da mesma forma.
Nos nossos dias, ninguém é digno de julgar ou condenar o outro só porque está à menos tempo na igreja ou porque não manifesta a sua fé da mesma forma que nós. O Senhor concede a cada um, dons e carisma que nos distinguem mas que ao mesmo tempo, tornam-nos complementares.
Numa tentativa de desmembrar algumas das imagens, podemos comparar desde já a vinha à Igreja, onde todos são convidados a entrar mas nem todos assim o fazem ou fazem-no de forma diferente.
O dono da vinha, que sai à procura de trabalhadores, sabe que terá de pagar a cada um aquilo que for justo e, ao sair, encontra trabalhadores a quem compete vida dizendo: Ide vós também. Esta caminhada equipara-se à procura que o Senhor faz daqueles que estão à margem e que os chama para participarem da salvação que o Senhor quer para todos.
Numa lógica humana, tendo chegado à hora do pagamento, o dono da vinha deveria ter pago mais aos que trabalharam o dia todo. Porém, ele paga todos de igual forma, independentemente do tempo que estes trabalharam, alertando para a igualdade, de modo que, aquilo que é justo, é a igualdade.
Hoje, na igreja, por vezes marginalizados aqueles que estão distantes. Não somos capazes de ir ao seu encontro de forma a mostrar a grandeza do amor de Deus que não distingue nem marginalização. Pelo contrário, dá a cada um aquilo que lhe é justo.
Cada vez mais torna-se possível notar que o Senhor defende a igualdade, de modo que ninguém se ache superior a ninguém. Assim, na vinha do Senhor que é a Igreja, todos têm lugar e todos são chamados a trabalhar na vinha da mesma forma.
Nos nossos dias, ninguém é digno de julgar ou condenar o outro só porque está à menos tempo na igreja ou porque não manifesta a sua fé da mesma forma que nós. O Senhor concede a cada um, dons e carisma que nos distinguem mas que ao mesmo tempo, tornam-nos complementares.
Domingo, 24 de Setembro de 2017
XXV Semana do Tempo Comum
XXV Semana do Tempo Comum

Sem comentários:
Enviar um comentário