
Quando a fé se desvia do seu modo de crer ou de celebrar autênticos, se ajustando ao cardápio do ministro ou do crente, resulta na descrença, no contra testemunho. A fé verdadeira está em estreita sintonia com Deus e a realidade, não com os interesses e caprichos de vaidades histéricas do vazio ainda não corretamente preenchido; quando tornam a fé espetacular, como um show, ela se torna fantasia e no nosso tempo tem até enlouquecido muitas pessoas, transformando a prática do sentir-se bem e do descarrego como experiências do divino.
Ir ao templo significa se relacionar com Deus, adorá-lo, louvá-lo, bendizê-lo, independente se estamos sofrendo ou não, não nos relacionamos com um mágico, mas com nosso SENHOR. E também do que adianta tudo isso se fecharmos os ouvidos e não lutamos para colocar em prática os seus ensinamentos. Chegar em casa e fingir que não devemos conviver bem com os familiares, nos aproximar de quem necessita, ter paciência com quem sofre, orar pelos que nos perseguem, enfim, os frutos se reconhecem pela fé simples e abnegada, que se identifica com a CRUZ DE JESUS, que é louvor e adoração a Deus na liturgia e tem seu ponto alto no testemunho, isto é, na prática do amor e no serviço aos irmãos.
Que caminhemos com o coração em Deus e dentro da realidade, que estouremos essa bolha falsificadora da fé verdadeira fé.
Bom dia!

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