O ser humano está em permanente mudança. Vive adaptando-se ao meio onde habita, à profissão que exercer, moldando-se pelas pessoas com quem se relaciona. Vive como que num espírito aventureiro que o leva a ir mais além, a desejar mais…
Ao tempo de Jesus, verificamos como que uma referência a este nomadismo humano, marcado pela inquietação interior de querer mais.
O Evangelho que nos é hoje apresentado remete o nosso olhar para este nomadismo da fé e para a confiança em Deus.
Ao tempo de Jesus, verificamos como que uma referência a este nomadismo humano, marcado pela inquietação interior de querer mais.
O Evangelho que nos é hoje apresentado remete o nosso olhar para este nomadismo da fé e para a confiança em Deus.
Guiado pelo apelo do faz-te ao largo, Simão recebe de Cristo o mandato do anúncio. Faz-te ao largo e anuncia que Eu estou vivo. Lança-te ao mar que é a humanidade e anuncia.
Na resposta de Pedro ao apelo do Senhor vemos um profissão de fé autêntica e verdadeira. À Tua Palavra… Não se trata de uma obediência cega mas de uma confiança que o Senhor permanece consigo no anúncio do Evangelho.
O Evangelho tem de ser difundido ao longo das gerações e desta forma, o Senhor Jesus serve-se de homens concretos que, tendo sido apanhados nas redes do amor de Deus, deixam-se conduzir por Ele e pelo Seu amor.
A palavra que a Cristo nos continua a dirigir não é uma palavra qualquer. Não são palavras de autoridade que nos são impostas.
Da mesma forma que Pedro deixou-se tocar e voltou novamente ao mar, conduzido pelas palavras de Cristo, verificamos que a Palavra que Ele continua a dirigir-nos, são palavras de fé, que nos pedem confiança. São palavras que nos levam a acreditar verdadeiramente que a Deus nada é impossível.
Em Simão, contemplamos o inefável mistério do anúncio confiado a todos os cristãos. Move-in ainda o apelo de São Paulo: Ide e anunciai a todos os povos a alegria do Senhor que vive no meio de nós.
Se fomos capturados pelas redes do amor de Deus, não tenhamos medo de ir ao encontro daqueles que estão à margem. Anunciemos também, com a nossa vida, a alegria do nosso encontro com o Senhor. Sejamos nós, capazes de dizer vem ver. Vem contemplar a beleza do mistério de Deus a acontecer em nós.
O Evangelho tem de ser difundido ao longo das gerações e desta forma, o Senhor Jesus serve-se de homens concretos que, tendo sido apanhados nas redes do amor de Deus, deixam-se conduzir por Ele e pelo Seu amor.
A palavra que a Cristo nos continua a dirigir não é uma palavra qualquer. Não são palavras de autoridade que nos são impostas.
Da mesma forma que Pedro deixou-se tocar e voltou novamente ao mar, conduzido pelas palavras de Cristo, verificamos que a Palavra que Ele continua a dirigir-nos, são palavras de fé, que nos pedem confiança. São palavras que nos levam a acreditar verdadeiramente que a Deus nada é impossível.
Em Simão, contemplamos o inefável mistério do anúncio confiado a todos os cristãos. Move-in ainda o apelo de São Paulo: Ide e anunciai a todos os povos a alegria do Senhor que vive no meio de nós.
Se fomos capturados pelas redes do amor de Deus, não tenhamos medo de ir ao encontro daqueles que estão à margem. Anunciemos também, com a nossa vida, a alegria do nosso encontro com o Senhor. Sejamos nós, capazes de dizer vem ver. Vem contemplar a beleza do mistério de Deus a acontecer em nós.
Quinta-feira, 07 de Setembro de 2017
XXII Semana do Tempo Comum
XXII Semana do Tempo Comum


Sem comentários:
Enviar um comentário