
Jesus não é um homem de promessas vãs ou de mostrar palavras para se engrandecer. As Suas palavras/ promessas, fundamentam-se com obras concretas que movem aqueles que caminham ao Seu lado a acreditar na Sua Palavra.
Na caminhada terrena, o Senhor não Se limita a ser um profeta da Palavra. Ele mesmo, sendo a Palavra encarnada, não cessa de dar a conhecer um Deus vivo, presente no meio da humanidade. Essa presença de Deus, é tornada clara numa palavra que é sinal da misericórdia do Pai que ama e não condena os Seus filhos.
Ao olharmos o testemunho do centurião romano, vemos explicita uma profissão de fé na Palavra que é capaz de curar. Do mesmo modo, nos nossos dias, a palavra sacramental da reconciliação, dá-nos esperança do perdão de Deus através dos Seus ministros.
Cristo, não estando fisicamente presente, faz-Se presente na pessoa do ministro que nos absolve, não em nome pessoal mas em nome do próprio Senhor Jesus.
Faz-nos falta olhar para o testemunho do centurião. Precisamos perceber que o amor de Deus é maior do que qualquer outro amor. Assim, a conversão do nosso coração ao Senhor, implica uma total disponibilidade para acolher a Sua ação salvífica a acontecer na nossa vida.
A humildade é uma virtude para os que querem confiar-se ao Senhor. É um caminho que nos leva a uma fé mais enraizada e fortalecida naquilo que é o amor de Deus por nós.
Mais uma vez, olhamos o testemunho do centurião. Ele não pede algo para si mas para o seu servo que está doente. A sua fé fá-lo reconhecer em Jesus a salvação para todos os homens, de tal modo que aquilo que Lhe pedir, Ele o concederá.
Este homem associou-se ao dom do Senhor na Cruz. Na verdade, Cristo é a salvação. Porém, somos hoje convidados a associarmo-nos a esse dom através da oração e pela fé, confiados na Palavra que o Senhor nos dirige.
Tal como o centurião, devemos estar atentos às necessidades do nosso próximo, e apresentar com humildade, as suas dores, ao Senhor, confiando que Ele será médico benévolo e fará aquilo que for necessário para o bem daqueles que a Ele se confiam.
Na caminhada terrena, o Senhor não Se limita a ser um profeta da Palavra. Ele mesmo, sendo a Palavra encarnada, não cessa de dar a conhecer um Deus vivo, presente no meio da humanidade. Essa presença de Deus, é tornada clara numa palavra que é sinal da misericórdia do Pai que ama e não condena os Seus filhos.
Ao olharmos o testemunho do centurião romano, vemos explicita uma profissão de fé na Palavra que é capaz de curar. Do mesmo modo, nos nossos dias, a palavra sacramental da reconciliação, dá-nos esperança do perdão de Deus através dos Seus ministros.
Cristo, não estando fisicamente presente, faz-Se presente na pessoa do ministro que nos absolve, não em nome pessoal mas em nome do próprio Senhor Jesus.
Faz-nos falta olhar para o testemunho do centurião. Precisamos perceber que o amor de Deus é maior do que qualquer outro amor. Assim, a conversão do nosso coração ao Senhor, implica uma total disponibilidade para acolher a Sua ação salvífica a acontecer na nossa vida.
A humildade é uma virtude para os que querem confiar-se ao Senhor. É um caminho que nos leva a uma fé mais enraizada e fortalecida naquilo que é o amor de Deus por nós.
Mais uma vez, olhamos o testemunho do centurião. Ele não pede algo para si mas para o seu servo que está doente. A sua fé fá-lo reconhecer em Jesus a salvação para todos os homens, de tal modo que aquilo que Lhe pedir, Ele o concederá.
Este homem associou-se ao dom do Senhor na Cruz. Na verdade, Cristo é a salvação. Porém, somos hoje convidados a associarmo-nos a esse dom através da oração e pela fé, confiados na Palavra que o Senhor nos dirige.
Tal como o centurião, devemos estar atentos às necessidades do nosso próximo, e apresentar com humildade, as suas dores, ao Senhor, confiando que Ele será médico benévolo e fará aquilo que for necessário para o bem daqueles que a Ele se confiam.
Segunda-feira, 18 de Setembro de 2017
São José Cupertino
XXIV Semana do Tempo Comum
São José Cupertino
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