
A união fraterna não é um capricho da Igreja ou uma mera ideologia. Esta, é sim, uma realidade cada vez mais necessária à humanidade inteira.
Não podemos ignorar qua a palavra fraternidade, dá-nos um significado de uma união mais profunda, demonstrando afetos próprios de irmãos de sangue, passando particularmente pelo respeito pelo outro na sua igualdade de direitos.
No Cristianismo, a fraternidade acentua este vínculo quase de sangue, entre o homem e Deus. Assim, a ideia de que em Cristo, formamos um só corpo, ganha um sentido mais profundo.
O homem, chamado à relação com o outro, é também chamado a ter presente que a sua relação com o outro está alicerçada na relação com Deus.
Não podemos descurar o início do Evangelho, para melhor percebermos a dimensão dos laços fraternos a que somos chamados. Podemos então perceber que o Senhor dá importância à dimensão do perdão e da união fraterna, como caminho que o homem faz em conjunto para se aproximar de Deus, estabelecendo uma maior harmonia entre si.
Temos de ter presente que na vida em comum existem determinados momentos de tensão e até mesmo algumas discórdias. Mas o homem deve ter a capacidade de se reconciliar e procurar continuamente a paz e a harmonia nas relações que estabelece com os outros.
O caminho não é fácil.
Muitas vezes, caímos no erro da murmuração, da denúncia promovida pela inveja cega. Porém o caminho é sempre o da reconciliação. Procurar que Deus esteja presente e ver os conflitos e as lutas do quotidiano como um caminho que nos orienta para a verdadeira unidade.
Temos de ser humildes e generosas, sempre prontos a olhar o outro com misericórdia e usarmos também dessa misericórdia, tal como Deus incansavelmente usa connosco.
Misericórdia é amar e amar com o coração de Jesus e, só um coração misericordioso consegue encontrar o caminho para a paz de Deus.
Não podemos ignorar qua a palavra fraternidade, dá-nos um significado de uma união mais profunda, demonstrando afetos próprios de irmãos de sangue, passando particularmente pelo respeito pelo outro na sua igualdade de direitos.
No Cristianismo, a fraternidade acentua este vínculo quase de sangue, entre o homem e Deus. Assim, a ideia de que em Cristo, formamos um só corpo, ganha um sentido mais profundo.
O homem, chamado à relação com o outro, é também chamado a ter presente que a sua relação com o outro está alicerçada na relação com Deus.
Não podemos descurar o início do Evangelho, para melhor percebermos a dimensão dos laços fraternos a que somos chamados. Podemos então perceber que o Senhor dá importância à dimensão do perdão e da união fraterna, como caminho que o homem faz em conjunto para se aproximar de Deus, estabelecendo uma maior harmonia entre si.
Temos de ter presente que na vida em comum existem determinados momentos de tensão e até mesmo algumas discórdias. Mas o homem deve ter a capacidade de se reconciliar e procurar continuamente a paz e a harmonia nas relações que estabelece com os outros.
O caminho não é fácil.
Muitas vezes, caímos no erro da murmuração, da denúncia promovida pela inveja cega. Porém o caminho é sempre o da reconciliação. Procurar que Deus esteja presente e ver os conflitos e as lutas do quotidiano como um caminho que nos orienta para a verdadeira unidade.
Temos de ser humildes e generosas, sempre prontos a olhar o outro com misericórdia e usarmos também dessa misericórdia, tal como Deus incansavelmente usa connosco.
Misericórdia é amar e amar com o coração de Jesus e, só um coração misericordioso consegue encontrar o caminho para a paz de Deus.
Domingo, 10 de Setembro de 2017
XXIII Semana do Tempo Comum
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