
Jesus mostra aos discípulos que a Sua entrega na Cruz e morte por todos será a consumação da Sua missão sobre a terra. Assim, o Senhor procura preparar aqueles que conviviam com Ele para o momento derradeiro.
Desde o Seu nascimento que a vida de Cristo passou por esta entrega nas mãos dos homens.
No ventre de Maria, assume a condição humana e, na sua pequenez, como qualquer outra criança, precisa do acolhimento do colo da Mãe.
O Seu testemunho é de entrega total. Sem qualquer reserva, não cessa de ir ao encontro do mais frágil e estende-lhe as Suas mãos para o levantar, para o fazer ver, para o curar… Assim se nota a Sua constante entrega nas mãos dos homens.
No entanto, a Sua entrega plena dá-se na Cruz. O Filho de Deus, não só Se faz pequeno como Se deixa humilhar pelos homens. Sofre no Seu corpo o desprezo e os ultrajes que o marcaram como se de um ladrão se tratasse.
Jesus, sendo Rei, não cessa de anunciar que não veio ao mundo para ser servido mas para servir e dar a vida. Lema, esse que, permanece nos nossos dias. Ainda hoje o Senhor dá a vida por nós. Ainda hoje confia a Sua vida nas nossas mãos. Dá-Se por nós em cada altar.
Também Se dirige a nós e entrega-nos a Sua vida. Faz da Sua a nossa vida, para que cada homem tenha vida e vida em abundância. Toma sobre si o peso dos nossos erros porque nos quer dar a felicidade plena da comunhão com Deus.
O Filho do Homem continua a fazer-Se pequeno.
Na última Ceia, Cristo deixou-nos o sacramento da Eucaristia que, ao longo dos tempos, é sinal da Sua entrega por nós. A hóstia consagrada é então o Seu corpo entregue por nós. Entregue nas nossas mãos, e relembra-nos o Seu sacrifício na Cruz.
Oh que inefável mistério que os nossos lábios não são dignos de tocar. Oh grandeza infinita de um amor que não acaba.
Ao aproximarmo-nos da Eucaristia, façamos por recordar o dom da vida de Cristo e aproximemo-nos de coração profundamente agradecido por sabermos que Ele permanece connosco todos os dias.
Desde o Seu nascimento que a vida de Cristo passou por esta entrega nas mãos dos homens.
No ventre de Maria, assume a condição humana e, na sua pequenez, como qualquer outra criança, precisa do acolhimento do colo da Mãe.
O Seu testemunho é de entrega total. Sem qualquer reserva, não cessa de ir ao encontro do mais frágil e estende-lhe as Suas mãos para o levantar, para o fazer ver, para o curar… Assim se nota a Sua constante entrega nas mãos dos homens.
No entanto, a Sua entrega plena dá-se na Cruz. O Filho de Deus, não só Se faz pequeno como Se deixa humilhar pelos homens. Sofre no Seu corpo o desprezo e os ultrajes que o marcaram como se de um ladrão se tratasse.
Jesus, sendo Rei, não cessa de anunciar que não veio ao mundo para ser servido mas para servir e dar a vida. Lema, esse que, permanece nos nossos dias. Ainda hoje o Senhor dá a vida por nós. Ainda hoje confia a Sua vida nas nossas mãos. Dá-Se por nós em cada altar.
Também Se dirige a nós e entrega-nos a Sua vida. Faz da Sua a nossa vida, para que cada homem tenha vida e vida em abundância. Toma sobre si o peso dos nossos erros porque nos quer dar a felicidade plena da comunhão com Deus.
O Filho do Homem continua a fazer-Se pequeno.
Na última Ceia, Cristo deixou-nos o sacramento da Eucaristia que, ao longo dos tempos, é sinal da Sua entrega por nós. A hóstia consagrada é então o Seu corpo entregue por nós. Entregue nas nossas mãos, e relembra-nos o Seu sacrifício na Cruz.
Oh que inefável mistério que os nossos lábios não são dignos de tocar. Oh grandeza infinita de um amor que não acaba.
Ao aproximarmo-nos da Eucaristia, façamos por recordar o dom da vida de Cristo e aproximemo-nos de coração profundamente agradecido por sabermos que Ele permanece connosco todos os dias.
Sábado, 30 de Setembro de 2017
São Jerónimo, Presbítero e Doutor da Igreja
XXV Semana do Tempo Comum
São Jerónimo, Presbítero e Doutor da Igreja
XXV Semana do Tempo Comum

Sem comentários:
Enviar um comentário