
O Senhor indica constantemente o caminho para que o homem possa alcançar o Reino dos Céus. São assim, variadas as formas que o Senhor nos mostra para estarmos mais próximo de Deus, porém, hoje o Senhor chama-nos à humildade que habita no coração das crianças.
A humildade é um enorme valor humano, que deve integrar a educação das crianças. Ao mesmo tempo, verificamos que a humildade, é algo que habitualmente existe no coração dos mais pequenos.
Nos mais novos, frequentemente contemplamos atitudes de respeito em relação ao outro; sem desvalorizar ninguém nem sobrepor-se a ninguém e sobretudo, com o desejo de aprender mais.
O que Jesus nos interpela com este apelo a sermos como as crianças é aquilo que a própria palavra acarreta consigo no seu sentido etimológico. Cristo apela ao reconhecimento das nossas limitações e a reconhecermos os nossos erros e fraquezas.
Na boca das crianças está o louvor perfeito pois naqueles que sabem viver como verdadeiras crianças, não há mentira mas verdade. Não há nada oculto, mas transparência.
É fácil para os mais crescidos, dizermos que todos temos uma criança dentro de nós. É muito fácil procurarmos desculpar desta forma os nossos erros e infantilidades. Não é isso que o Senhor nos pede.
Cristo ensina-nos a viver a liberdade de coração de uma criança, mas com valores que nos tornem constantemente humildes e generosos, tal como uma criança que se dá de coração inteiro ao outro.
Com as crianças, aprendemos o caminho do bem que nos liberta. A criança humilde cresce defendendo o respeito, a tolerância, a empatia e a solidariedade.
No mundo de hoje, é difícil ser-se criança, vivemos dominados por uma crise de valores. Mas cabe-nos a nós cristãos, educarmo-nos a nós mesmos para fazer renascer essa criança que há em cada um de nós.
A humildade é um enorme valor humano, que deve integrar a educação das crianças. Ao mesmo tempo, verificamos que a humildade, é algo que habitualmente existe no coração dos mais pequenos.
Nos mais novos, frequentemente contemplamos atitudes de respeito em relação ao outro; sem desvalorizar ninguém nem sobrepor-se a ninguém e sobretudo, com o desejo de aprender mais.
O que Jesus nos interpela com este apelo a sermos como as crianças é aquilo que a própria palavra acarreta consigo no seu sentido etimológico. Cristo apela ao reconhecimento das nossas limitações e a reconhecermos os nossos erros e fraquezas.
Na boca das crianças está o louvor perfeito pois naqueles que sabem viver como verdadeiras crianças, não há mentira mas verdade. Não há nada oculto, mas transparência.
É fácil para os mais crescidos, dizermos que todos temos uma criança dentro de nós. É muito fácil procurarmos desculpar desta forma os nossos erros e infantilidades. Não é isso que o Senhor nos pede.
Cristo ensina-nos a viver a liberdade de coração de uma criança, mas com valores que nos tornem constantemente humildes e generosos, tal como uma criança que se dá de coração inteiro ao outro.
Com as crianças, aprendemos o caminho do bem que nos liberta. A criança humilde cresce defendendo o respeito, a tolerância, a empatia e a solidariedade.
No mundo de hoje, é difícil ser-se criança, vivemos dominados por uma crise de valores. Mas cabe-nos a nós cristãos, educarmo-nos a nós mesmos para fazer renascer essa criança que há em cada um de nós.
Segunda-feira, 02 de Outubro de 2017
Santos Anjos da Guarda
XXVI Semana do Tempo Comum
Santos Anjos da Guarda
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