
Hoje debruçamos o nosso olhar sobre um Evangelho que nos remete o olhar para a missão que o Senhor Jesus confia a cada um daqueles que responde ao Seu segue-Me.
Deitar as mãos ao arado, como o Senhor hoje nos refere, é desejar ardentemente seguir os passos do único e verdadeiro mestre. Deste modo, aqueles que contemplam o testemunho de Cristo, não temem em segui-Lo.
Aqueles que decidem iniciar a caminhada para o encontro com o Senhor, não temem em dar passos firmes e continuados com uma só meta – o Céu. Assim, ao escutar este apelo que nos diz, segue-Me, não podemos voltar atrás. Não podemos resignar um projeto que, mesmo não sendo nosso, é garante para a verdadeira felicidade.
Colocamos o nosso olhar sobre um grande pensamento de São Francisco de Assis: “Ninguém é suficientemente perfeito, que não possa aprender com o outro. E ninguém é destituído de valores que não possa ensinar algo ao seu irmão.”
Todos nós, que professamos a nossa fé em Cristo, meditamos profundamente na Sua Paixão, Morte e Ressurreição gloriosa. Nestes acontecimentos grandiosos, o cristão é chamado a meditar na sua própria vida enquanto dom de Deus e sinal desse mesmo Deus que Se serve de diversos instrumentos para manifestar-Se.
Deitar as mãos ao arado, torna-se cada vez mais exigente. Ser cristão no mundo de hoje, continua a exigir uma grande entrega da parte dos batizados, e esta entrega tem de ser total.
O cristão não pode ser inseguro da sua fé. Pelo contrário, tem de estar convicto da entrega de Cristo na Cruz por nós. Foi por nosso amor que o Senhor Se entregou, e também por amor, continua a renovar a Sua entrega.
Sejamos pois portadores da Boa Nova de Cristo. Levemos connosco o Evangelho vivo, para que a Palavra de Deus possa chegar a todas as criaturas como mensagem de paz, de amor e de esperança.
Não esqueçamos o apelo de São Francisco de Assis que: “… É dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado e é morrendo que se renasce para a vida eterna.”
Deitar as mãos ao arado, como o Senhor hoje nos refere, é desejar ardentemente seguir os passos do único e verdadeiro mestre. Deste modo, aqueles que contemplam o testemunho de Cristo, não temem em segui-Lo.
Aqueles que decidem iniciar a caminhada para o encontro com o Senhor, não temem em dar passos firmes e continuados com uma só meta – o Céu. Assim, ao escutar este apelo que nos diz, segue-Me, não podemos voltar atrás. Não podemos resignar um projeto que, mesmo não sendo nosso, é garante para a verdadeira felicidade.
Colocamos o nosso olhar sobre um grande pensamento de São Francisco de Assis: “Ninguém é suficientemente perfeito, que não possa aprender com o outro. E ninguém é destituído de valores que não possa ensinar algo ao seu irmão.”
Todos nós, que professamos a nossa fé em Cristo, meditamos profundamente na Sua Paixão, Morte e Ressurreição gloriosa. Nestes acontecimentos grandiosos, o cristão é chamado a meditar na sua própria vida enquanto dom de Deus e sinal desse mesmo Deus que Se serve de diversos instrumentos para manifestar-Se.
Deitar as mãos ao arado, torna-se cada vez mais exigente. Ser cristão no mundo de hoje, continua a exigir uma grande entrega da parte dos batizados, e esta entrega tem de ser total.
O cristão não pode ser inseguro da sua fé. Pelo contrário, tem de estar convicto da entrega de Cristo na Cruz por nós. Foi por nosso amor que o Senhor Se entregou, e também por amor, continua a renovar a Sua entrega.
Sejamos pois portadores da Boa Nova de Cristo. Levemos connosco o Evangelho vivo, para que a Palavra de Deus possa chegar a todas as criaturas como mensagem de paz, de amor e de esperança.
Não esqueçamos o apelo de São Francisco de Assis que: “… É dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado e é morrendo que se renasce para a vida eterna.”
Quarta-feira, 04 de Outubro de 2017
São Francisco de Assis, Fundador
XXVI Semana do Tempo Comum
São Francisco de Assis, Fundador
XXVI Semana do Tempo Comum

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