
Ao olharmos este excerto do Evangelho, somos convidados a meditar no regresso decidido de Cristo a Jerusalém, consciente de tudo aquilo que O aguardava. Deste modo, verificamos que nada o consegue impedir de concretizar os desígnios do Pai, com tudo aquilo que isso acarretaria consigo.
Quando decide regressar, caminhando para a Cruz, o Senhor faz a experiência da mortificação ou de uma morte lenta, pois abdica de si mesmo para dar-Se por inteiro.
Face a algumas contrariedades que encontra pelo caminho, Jesus mostra-nos que a maior de todas as caminhadas a fazer, mesmo nos nossos dias é a caminhada da fé e da misericórdia. É necessário e fundamental acreditar no amor de Deus manifestado neste caminho para a Cruz.
Tendo sido confrontados com a questão da falta de alojamento para Jesus, os Seus discípulos procuram vingar-se. Querem pedir fogo do céu para destruir aqueles que negavam acolher o Senhor.
Muitas vezes, também nós somos assim. Quando somos contrariados por algo que não está nos nossos planos, somos mesmo capazes de pedir que Deus Se encarregue da vingança contra aqueles que se nos opõem.
Diz-nos o Evangelho que Jesus repreendeu-os.
O verdadeiro amigo não é aquele que nos dá palmadinhas nas costas nem tenta fazer-nos ver apenas as coisas boas do mundo. O verdadeiro amigo também nos repreende como o Senhor fez, para nos chamar à razão.
Amigo é aquele que quer o nosso bem mesmo que para isso nos faça sofrer para nos mostrar o caminho da razão. Assim, o único fogo que devemos invocar é o fogo do amor e da misericórdia, que nos faça capazes de perdoar aqueles que nos ofendem e amá-los com a mesma força que habitava o coração do Senhor.
O coração misericordioso une-se ao memorial da Paixão redentora de Cristo. Assim, torna-se capaz de dar-se por inteiro a ser imagem de Cristo que amou de tal modo o mundo que entregou a Sua própria vida nas mãos dos homens.
Quando decide regressar, caminhando para a Cruz, o Senhor faz a experiência da mortificação ou de uma morte lenta, pois abdica de si mesmo para dar-Se por inteiro.
Face a algumas contrariedades que encontra pelo caminho, Jesus mostra-nos que a maior de todas as caminhadas a fazer, mesmo nos nossos dias é a caminhada da fé e da misericórdia. É necessário e fundamental acreditar no amor de Deus manifestado neste caminho para a Cruz.
Tendo sido confrontados com a questão da falta de alojamento para Jesus, os Seus discípulos procuram vingar-se. Querem pedir fogo do céu para destruir aqueles que negavam acolher o Senhor.
Muitas vezes, também nós somos assim. Quando somos contrariados por algo que não está nos nossos planos, somos mesmo capazes de pedir que Deus Se encarregue da vingança contra aqueles que se nos opõem.
Diz-nos o Evangelho que Jesus repreendeu-os.
O verdadeiro amigo não é aquele que nos dá palmadinhas nas costas nem tenta fazer-nos ver apenas as coisas boas do mundo. O verdadeiro amigo também nos repreende como o Senhor fez, para nos chamar à razão.
Amigo é aquele que quer o nosso bem mesmo que para isso nos faça sofrer para nos mostrar o caminho da razão. Assim, o único fogo que devemos invocar é o fogo do amor e da misericórdia, que nos faça capazes de perdoar aqueles que nos ofendem e amá-los com a mesma força que habitava o coração do Senhor.
O coração misericordioso une-se ao memorial da Paixão redentora de Cristo. Assim, torna-se capaz de dar-se por inteiro a ser imagem de Cristo que amou de tal modo o mundo que entregou a Sua própria vida nas mãos dos homens.
Terça-feira, 03 de Outubro de 2017
Santos Veríssimo, Máxima e Júlia
XXVI Semana do Tempo Comum
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