Grupo Coral Amanhecer

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O Coral Amanhecer nasceu em Outubro de 1973, sob a direção de Américo Ferreira e conta atualmente com 41 elementos. A sua atividade principal é ser mensageiro da alegria do Evangelho através do canto. Para isso, ensaia à quarta-feira às 21:30h e anima as celebrações dominicais das 11:00h na igreja matriz. Além disso, o Coral Amanhecer já cantou as janeiras, representou ao vivo o nascimento de Jesus Cristo, conviveu com outros corais, organizou passeios, participou em saraus, encontros de coros; e anima casamentos, participa em eventos de solidariedade e faz parte do Coro Paroquial. Para descontrair organiza vários convívios nos quais participam familiares e amigos. Anualmente, reúne para formação; refletindo o sentido da sua existência e aprofundando a sua fé, pois é fundamental para a sua subsistência. Momentos há em que nem tudo decorre como se deseja, mas nunca perdeu a coragem e a vontade de continuar, porque tal como S. Paulo, não é o Coral que vive, é Cristo que vive nele. O Coral Amanhecer acredita que em cada dia que desponta, os seus elementos despertam com uma nova esperança e forte vontade de viver, sempre renovados pela força imbatível de Cristo Ressuscitado.

Meditação diária 3 outubro

Foto de Meditações diárias.
Ao olharmos este excerto do Evangelho, somos convidados a meditar no regresso decidido de Cristo a Jerusalém, consciente de tudo aquilo que O aguardava. Deste modo, verificamos que nada o consegue impedir de concretizar os desígnios do Pai, com tudo aquilo que isso acarretaria consigo.
Quando decide regressar, caminhando para a Cruz, o Senhor faz a experiência da mortificação ou de uma morte lenta, pois abdica de si mesmo para dar-Se por inteiro.
Face a algumas contrariedades
que encontra pelo caminho, Jesus mostra-nos que a maior de todas as caminhadas a fazer, mesmo nos nossos dias é a caminhada da fé e da misericórdia. É necessário e fundamental acreditar no amor de Deus manifestado neste caminho para a Cruz.
Tendo sido confrontados com a questão da falta de alojamento para Jesus, os Seus discípulos procuram vingar-se. Querem pedir fogo do céu para destruir aqueles que negavam acolher o Senhor.
Muitas vezes, também nós somos assim. Quando somos contrariados por algo que não está nos nossos planos, somos mesmo capazes de pedir que Deus Se encarregue da vingança contra aqueles que se nos opõem.
Diz-nos o Evangelho que Jesus repreendeu-os.
O verdadeiro amigo não é aquele que nos dá palmadinhas nas costas nem tenta fazer-nos ver apenas as coisas boas do mundo. O verdadeiro amigo também nos repreende como o Senhor fez, para nos chamar à razão.
Amigo é aquele que quer o nosso bem mesmo que para isso nos faça sofrer para nos mostrar o caminho da razão. Assim, o único fogo que devemos invocar é o fogo do amor e da misericórdia, que nos faça capazes de perdoar aqueles que nos ofendem e amá-los com a mesma força que habitava o coração do Senhor.
O coração misericordioso une-se ao memorial da Paixão redentora de Cristo. Assim, torna-se capaz de dar-se por inteiro a ser imagem de Cristo que amou de tal modo o mundo que entregou a Sua própria vida nas mãos dos homens.
 
Terça-feira, 03 de Outubro de 2017
Santos Veríssimo, Máxima e Júlia
XXVI Semana do Tempo Comum
 
 


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