Grupo Coral Amanhecer

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O Coral Amanhecer nasceu em Outubro de 1973, sob a direção de Américo Ferreira e conta atualmente com 41 elementos. A sua atividade principal é ser mensageiro da alegria do Evangelho através do canto. Para isso, ensaia à quarta-feira às 21:30h e anima as celebrações dominicais das 11:00h na igreja matriz. Além disso, o Coral Amanhecer já cantou as janeiras, representou ao vivo o nascimento de Jesus Cristo, conviveu com outros corais, organizou passeios, participou em saraus, encontros de coros; e anima casamentos, participa em eventos de solidariedade e faz parte do Coro Paroquial. Para descontrair organiza vários convívios nos quais participam familiares e amigos. Anualmente, reúne para formação; refletindo o sentido da sua existência e aprofundando a sua fé, pois é fundamental para a sua subsistência. Momentos há em que nem tudo decorre como se deseja, mas nunca perdeu a coragem e a vontade de continuar, porque tal como S. Paulo, não é o Coral que vive, é Cristo que vive nele. O Coral Amanhecer acredita que em cada dia que desponta, os seus elementos despertam com uma nova esperança e forte vontade de viver, sempre renovados pela força imbatível de Cristo Ressuscitado.

Meditação diária 20 agosto

Foto de Meditações diárias.
 
Apenas um só conhece a nossa fé, pois só Ele conhece os sentimentos que trazemos no nosso coração. Nós, conhecemos o exterior. Conhecemos aquilo que vemos ou aquilo que nos dizem acerca de nós.
Coloquemos o nosso olhar naquela mulher. Procuremos durante algum tempo, compreender que sentimentos reinavam no coração daquela pobre alma. À primeira vista uma mulher que, sendo mãe, sofre a dor de ver a sua filha a sofrer. Mas que a leva a recorrer a Jesus? O que é que os seus olho
s veem em Cristo que podem não reconhecer noutro homem qualquer? Até questionamos mais: quem é este homem?
À primeira vista, poderíamos afirmar ser uma mulher que olha para Cristo como um curandeiro. Mas não. Cristo reconhece no grito daquela mulher uma enorme fé. O Seu silêncio torná-lo ensurdecedor para os discípulos que não percebem aquilo que podia ser uma certa indiferença em relação ao apelo da mulher.
A mulher olha para Cristo naquilo que Ele é na Sua essência. A mulher reconhece em Cristo um amor profundo e uma misericórdia maior, de tal modo que implora o Seu perdão.
Quando o olhar de Cristo se cruza com o daquela mulher, o Senhor mostra por ela grande compaixão. De certo modo, podemos contemplar o olhar de Maria quando junto à Cruz, perde o Seu Filho. Jesus compadece-se porque conhece o amor.
Porém, diante do apelo da mulher, Jesus mostra que aquela mulher simples que os discípulos pensam estar a importuná-Lo, já se encontrou com Deus e esta está mais próxima da salvação.
É grande a tua fé, disse-lhe Jesus. E nós? Quando nos dirigimos ao Senhor, sabemos o que estamos a pedir? Pedimos com verdadeira fé e confiança que Ele nos dá, a Seu tempo, aquilo que necessitamos?
Deus não Se esquece de nós. Ao olhar para nós, interpela-nos a viver com uma fé mais adulta. Chama-nos a confiar mais n’Ele e no Seu amor misericordioso. Diante dos nossos erros, não se cansa de nos estender a mão para nos erguer e ajudá-los a continuar a caminhar.
 
Domingo, 20 de Agosto de 2017
XX Semana do Tempo Comum


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