
Apenas um só conhece a nossa fé, pois só Ele conhece os sentimentos que trazemos no nosso coração. Nós, conhecemos o exterior. Conhecemos aquilo que vemos ou aquilo que nos dizem acerca de nós.
Coloquemos o nosso olhar naquela mulher. Procuremos durante algum tempo, compreender que sentimentos reinavam no coração daquela pobre alma. À primeira vista uma mulher que, sendo mãe, sofre a dor de ver a sua filha a sofrer. Mas que a leva a recorrer a Jesus? O que é que os seus olhos veem em Cristo que podem não reconhecer noutro homem qualquer? Até questionamos mais: quem é este homem?
À primeira vista, poderíamos afirmar ser uma mulher que olha para Cristo como um curandeiro. Mas não. Cristo reconhece no grito daquela mulher uma enorme fé. O Seu silêncio torná-lo ensurdecedor para os discípulos que não percebem aquilo que podia ser uma certa indiferença em relação ao apelo da mulher.
A mulher olha para Cristo naquilo que Ele é na Sua essência. A mulher reconhece em Cristo um amor profundo e uma misericórdia maior, de tal modo que implora o Seu perdão.
Quando o olhar de Cristo se cruza com o daquela mulher, o Senhor mostra por ela grande compaixão. De certo modo, podemos contemplar o olhar de Maria quando junto à Cruz, perde o Seu Filho. Jesus compadece-se porque conhece o amor.
Porém, diante do apelo da mulher, Jesus mostra que aquela mulher simples que os discípulos pensam estar a importuná-Lo, já se encontrou com Deus e esta está mais próxima da salvação.
É grande a tua fé, disse-lhe Jesus. E nós? Quando nos dirigimos ao Senhor, sabemos o que estamos a pedir? Pedimos com verdadeira fé e confiança que Ele nos dá, a Seu tempo, aquilo que necessitamos?
Deus não Se esquece de nós. Ao olhar para nós, interpela-nos a viver com uma fé mais adulta. Chama-nos a confiar mais n’Ele e no Seu amor misericordioso. Diante dos nossos erros, não se cansa de nos estender a mão para nos erguer e ajudá-los a continuar a caminhar.
Coloquemos o nosso olhar naquela mulher. Procuremos durante algum tempo, compreender que sentimentos reinavam no coração daquela pobre alma. À primeira vista uma mulher que, sendo mãe, sofre a dor de ver a sua filha a sofrer. Mas que a leva a recorrer a Jesus? O que é que os seus olhos veem em Cristo que podem não reconhecer noutro homem qualquer? Até questionamos mais: quem é este homem?
À primeira vista, poderíamos afirmar ser uma mulher que olha para Cristo como um curandeiro. Mas não. Cristo reconhece no grito daquela mulher uma enorme fé. O Seu silêncio torná-lo ensurdecedor para os discípulos que não percebem aquilo que podia ser uma certa indiferença em relação ao apelo da mulher.
A mulher olha para Cristo naquilo que Ele é na Sua essência. A mulher reconhece em Cristo um amor profundo e uma misericórdia maior, de tal modo que implora o Seu perdão.
Quando o olhar de Cristo se cruza com o daquela mulher, o Senhor mostra por ela grande compaixão. De certo modo, podemos contemplar o olhar de Maria quando junto à Cruz, perde o Seu Filho. Jesus compadece-se porque conhece o amor.
Porém, diante do apelo da mulher, Jesus mostra que aquela mulher simples que os discípulos pensam estar a importuná-Lo, já se encontrou com Deus e esta está mais próxima da salvação.
É grande a tua fé, disse-lhe Jesus. E nós? Quando nos dirigimos ao Senhor, sabemos o que estamos a pedir? Pedimos com verdadeira fé e confiança que Ele nos dá, a Seu tempo, aquilo que necessitamos?
Deus não Se esquece de nós. Ao olhar para nós, interpela-nos a viver com uma fé mais adulta. Chama-nos a confiar mais n’Ele e no Seu amor misericordioso. Diante dos nossos erros, não se cansa de nos estender a mão para nos erguer e ajudá-los a continuar a caminhar.

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