
Quando falamos sobre a vida do homem de hoje é fácil percebermos que a podemos estabelecer algumas semelhanças com o episódio relatado neste Evangelho.
Nos nossos dias, o homem tem dificuldade em fazer silêncio. Tem dificuldade em dar tempo à escuta e à contemplação do mundo à sua volta e até mesmo à contemplação do outro enquanto criatura de Deus. Vivemos como que numa turbulência interior e, devido à nossa frágil fé, somos incapazes de nos aventurarmos a caminhar, com a certeza de que o Senhor está connosco.
O caminhar de Jesus sobre as ondas, faz-nos pensar no domínio de Cristo sobre todas as forças. Ele é o Criador de todas as coisas e como reza o salmo, tudo lhe está submetido.
Pedro, porém, pela sua falta de fé, procura aproximar-se do Senhor quando escuta o Seu apelo, mas confia apenas nas próprias forças. Assim, a turbulência interior de Pedro manifesta-se na turbulência das ondas e Pedro não tarda em afundar-se.
A turbulência das ondas é sinal do caos em que muitas vezes vivemos. Entre a vontade de vivermos “livres” de Deus e o desejo de O querer do nosso lado muitas vezes deixamo-nos naufragar no nosso erro, no desânimo, na solidão, no pecado.
Jesus vem ao nosso encontro. Não teme as forças do mal que nos fazem naufragar. Não se envergonha da nossa fragilidade e manifesta através da Sua infinita misericórdia, o domínio sobre tudo isso. Assim, estende-nos a mão e faz-nos voltar a caminhar na paz.
Ao caminhar sobre as ondas, Cristo dá-nos já um sinal da Sua vitória sobre a morte. Ele ressuscita para nos dar a vida e não nos deixar caídos. Ele vem trazer-nos a paz. Como sinal disso, podemos associar a esta leitura o Evangelho que nos relata a manhã de Páscoa em que Cristo se manifesta dizendo: “Deixo-vos a paz”.
A paz da Ressurreição é a paz em que somos chamados a viver em cada dia, guiados pela luz do Senhor que irradia nas nossas vidas para acalmar a turbulência em que muitas vezes vivemos. Só em Jesus, é-nos possível estar despertos para a paz. Só alicerçados n´Ele é-nos possível construir a Paz.
Nos nossos dias, o homem tem dificuldade em fazer silêncio. Tem dificuldade em dar tempo à escuta e à contemplação do mundo à sua volta e até mesmo à contemplação do outro enquanto criatura de Deus. Vivemos como que numa turbulência interior e, devido à nossa frágil fé, somos incapazes de nos aventurarmos a caminhar, com a certeza de que o Senhor está connosco.
O caminhar de Jesus sobre as ondas, faz-nos pensar no domínio de Cristo sobre todas as forças. Ele é o Criador de todas as coisas e como reza o salmo, tudo lhe está submetido.
Pedro, porém, pela sua falta de fé, procura aproximar-se do Senhor quando escuta o Seu apelo, mas confia apenas nas próprias forças. Assim, a turbulência interior de Pedro manifesta-se na turbulência das ondas e Pedro não tarda em afundar-se.
A turbulência das ondas é sinal do caos em que muitas vezes vivemos. Entre a vontade de vivermos “livres” de Deus e o desejo de O querer do nosso lado muitas vezes deixamo-nos naufragar no nosso erro, no desânimo, na solidão, no pecado.
Jesus vem ao nosso encontro. Não teme as forças do mal que nos fazem naufragar. Não se envergonha da nossa fragilidade e manifesta através da Sua infinita misericórdia, o domínio sobre tudo isso. Assim, estende-nos a mão e faz-nos voltar a caminhar na paz.
Ao caminhar sobre as ondas, Cristo dá-nos já um sinal da Sua vitória sobre a morte. Ele ressuscita para nos dar a vida e não nos deixar caídos. Ele vem trazer-nos a paz. Como sinal disso, podemos associar a esta leitura o Evangelho que nos relata a manhã de Páscoa em que Cristo se manifesta dizendo: “Deixo-vos a paz”.
A paz da Ressurreição é a paz em que somos chamados a viver em cada dia, guiados pela luz do Senhor que irradia nas nossas vidas para acalmar a turbulência em que muitas vezes vivemos. Só em Jesus, é-nos possível estar despertos para a paz. Só alicerçados n´Ele é-nos possível construir a Paz.

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