
Os discípulos que caminhavam com o Senhor não foram capazes de interpretar que o maior de todos os mandamentos era o amor, porém, ao interrogaram-No, Jesus serve-se de uma passagem do Antigo Testamento, mais concretamente do livro do Deuteronómio para explicar que o maior de todos os mandamentos é o amor a Deus e ao próximo.
Nos nossos dias, persiste a questão: Como podemos amar a quem não conhecemos? Por vezes, verificamos que ainda olhamos para Deus como um desconhecido, um... sem rosto. Como que desvalorizamos o mistério da Encarnação do Verbo no ventre de Maria. Somos, por vezes, tão incrédulos, que olhamos para Cristo como se este fosse apenas mais um profeta.
Possivelmente, a maior dificuldade que encontramos é falar de amor. Custa-nos falar de sentimentos tão grandes. É difícil, vivermos de coração aberto aos outros e sermos capazes de nos darmos totalmente a alguém. Mais ainda, quando esse alguém é o próprio Deus.
Amar com toda a alma. Amar com alma é colocarmo-nos sem reservas diante do Senhor, reconhecendo as nossas fragilidades mas sabendo-nos amados por Ele.
Um dos pontos mais difíceis para a nossa condição humana, é olharmos para Cristo e reconhecer o maior ato de amor que é a Sua entrega livre nas mãos dos Seus inimigos. Mais ainda, como que nos fere também a nós, a nossa incapacidade de reconhecer que, o maior testemunho do amor de Deus por nós, foi selado pelo sofrimento e morte do Seu Filho.
Jesus diz-nos que não há maior prova de amor do que dar a vida pelos seus amigos. Amar a Deus é, desde sempre, a manifestação do nosso amor pelo outro, em quem Deus se manifesta. Assim cumpriremos na nossa vida o Evangelho que nos diz: Quando o fizerdes aos Meus irmãos mais pequeninos, a Mim o fareis.
Na verdade, amar a Deus não é fácil, particularmente quando não somos capazes de meditar o mistério da cruz onde o Senhor sofre e dá a vida por amor a cada um de nós.
Nos nossos dias, persiste a questão: Como podemos amar a quem não conhecemos? Por vezes, verificamos que ainda olhamos para Deus como um desconhecido, um... sem rosto. Como que desvalorizamos o mistério da Encarnação do Verbo no ventre de Maria. Somos, por vezes, tão incrédulos, que olhamos para Cristo como se este fosse apenas mais um profeta.
Possivelmente, a maior dificuldade que encontramos é falar de amor. Custa-nos falar de sentimentos tão grandes. É difícil, vivermos de coração aberto aos outros e sermos capazes de nos darmos totalmente a alguém. Mais ainda, quando esse alguém é o próprio Deus.
Amar com toda a alma. Amar com alma é colocarmo-nos sem reservas diante do Senhor, reconhecendo as nossas fragilidades mas sabendo-nos amados por Ele.
Um dos pontos mais difíceis para a nossa condição humana, é olharmos para Cristo e reconhecer o maior ato de amor que é a Sua entrega livre nas mãos dos Seus inimigos. Mais ainda, como que nos fere também a nós, a nossa incapacidade de reconhecer que, o maior testemunho do amor de Deus por nós, foi selado pelo sofrimento e morte do Seu Filho.
Jesus diz-nos que não há maior prova de amor do que dar a vida pelos seus amigos. Amar a Deus é, desde sempre, a manifestação do nosso amor pelo outro, em quem Deus se manifesta. Assim cumpriremos na nossa vida o Evangelho que nos diz: Quando o fizerdes aos Meus irmãos mais pequeninos, a Mim o fareis.
Na verdade, amar a Deus não é fácil, particularmente quando não somos capazes de meditar o mistério da cruz onde o Senhor sofre e dá a vida por amor a cada um de nós.
Sexta-feira, 25 de Agosto de 2017
São Luís de França
XX Semana do Tempo Comum
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