
Muitas são as vezes que o homem perde a consciência do essencial na própria vida. Na nossa humanidade, cada vez mais desvalorizamos o mundo que nos rodeia, particularmente o homem na sua essência.
Ser como o grão de trigo lançado à terra e morrer, como nos diz o Evangelho, é tornar-se fecundo, ou melhor, é torna a sua fé fecunda.
Tal como Cristo Se entregou e morreu por nós, também nós somos chamados a morrer para a fraca teoria do “Eu tenho a minha fé” para podermos professa...r com verdade a fé em Cristo, que não é individual mas sim universal.
Faz-nos falta olhar para os ensinamentos de São Paulo quando se dirige à comunidade de Corinto dizendo: “Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns.” Este é um grande testemunho de quem, através do seguimento fiel dos ensinamentos de Cristo, se entrega livremente aos Seus desígnios.
Podemos adaptar à nossa vida o exemplo de São Lourenço. Na sua fragilidade humana, não teme entregar a sua vida em defesa de um bem maior: os mais pobres, a quem denominava como a verdadeira riqueza da Igreja e aos quais defendia com tão grandioso zelo pastoral.
Olhar hoje para a nossa sociedade faz-nos reconhecer nos pobres o verdadeiro tesouro da humanidade. Reconhecer-se pobre é reconhecer que apenas um só é grande – Deus. Nós, somos peregrinos. Estamos no mundo de passagem e, ao longo desta passagem, somos chamados a ser mais para os outros, valorizando cada vez mais a pessoa no seu todo e não aquilo que possui.
Seguindo o exemplo de São Lourenço, o sentido da nossa vida é fazer-se dom para os outros, morrendo para o egoísmo e dando a vida. Tal como Lourenço, diante das adversidades, tenhamos a capacidade de dizer como ele o proferiu na hora de dar glória a Deus: “Virai-me do outro lado, pois este já está cozido” e assim glorificou o Senhor, derramando o seu sangue e associando-se à Paixão do Senhor Jesus. Este é um sinal da sua entrega total e mostra-nos que o sangue dos mártires se torna verdadeiramente fecundo.
Ser como o grão de trigo lançado à terra e morrer, como nos diz o Evangelho, é tornar-se fecundo, ou melhor, é torna a sua fé fecunda.
Tal como Cristo Se entregou e morreu por nós, também nós somos chamados a morrer para a fraca teoria do “Eu tenho a minha fé” para podermos professa...r com verdade a fé em Cristo, que não é individual mas sim universal.
Faz-nos falta olhar para os ensinamentos de São Paulo quando se dirige à comunidade de Corinto dizendo: “Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns.” Este é um grande testemunho de quem, através do seguimento fiel dos ensinamentos de Cristo, se entrega livremente aos Seus desígnios.
Podemos adaptar à nossa vida o exemplo de São Lourenço. Na sua fragilidade humana, não teme entregar a sua vida em defesa de um bem maior: os mais pobres, a quem denominava como a verdadeira riqueza da Igreja e aos quais defendia com tão grandioso zelo pastoral.
Olhar hoje para a nossa sociedade faz-nos reconhecer nos pobres o verdadeiro tesouro da humanidade. Reconhecer-se pobre é reconhecer que apenas um só é grande – Deus. Nós, somos peregrinos. Estamos no mundo de passagem e, ao longo desta passagem, somos chamados a ser mais para os outros, valorizando cada vez mais a pessoa no seu todo e não aquilo que possui.
Seguindo o exemplo de São Lourenço, o sentido da nossa vida é fazer-se dom para os outros, morrendo para o egoísmo e dando a vida. Tal como Lourenço, diante das adversidades, tenhamos a capacidade de dizer como ele o proferiu na hora de dar glória a Deus: “Virai-me do outro lado, pois este já está cozido” e assim glorificou o Senhor, derramando o seu sangue e associando-se à Paixão do Senhor Jesus. Este é um sinal da sua entrega total e mostra-nos que o sangue dos mártires se torna verdadeiramente fecundo.
Quinta-feira, 10 de Agosto de 2017
São Lourenço, Diácono e Mártir
XVIII Semana do Tempo Comum
São Lourenço, Diácono e Mártir
XVIII Semana do Tempo Comum

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