
Quando Jesus passa pela nossa vida, vem ao encontro daquilo que nós somos naturalmente e sem fingimentos. Porém, temos consciência de que continuam a existir graves erros, particularmente no que diz respeitos aos moralismos que nós mesmos usamos uns com os outros.
Jesus toma o exemplo com o qual foi confrontado acerca do cumprimento da lei do jejum, para dar a conhecer aos que O seguem, que mais do que o rigorismo em cumprir normas e leis de forma vazia, é necessário olhar para aquilo que é o fundamento da nossa fé.
Ao homem, é dada a capacidade de reconhecer o bem e o mal. De discernir com prudência as suas ações em favor daquilo que é proveitoso para a construção do Reino. Deste modo, cada um de nós é capaz de se aperceber que o mal está dentro de nós e não está propriamente naquilo que ingerimos.
Quando nos referimos ao mal dentro de nós, referimo-nos à liberdade de fazer o bem ou o mal. Este mal, nasce no nosso desejo de nos libertamos ou autonomizar-nos em relação a Deus.
Quando olhamos a nossa vida, verificamos que muitas vezes perdemos tempo a julgar e a condenar os outros. As nossas palavras tornam-se frias, duras, amargas, ao ponto de deitarmos a baixo aqueles que nos rodeiam.
Aqui se encontra o sentido para aquilo que o Senhor nos quer transmitir ao dizer-nos que o que torna o homem impuro é o que lhe sai da boca. Aquilo que ingerimos não nos faz mal. Ao limite, podemos dizer que não é isso que nos leva a pecar.
Os juízos que fazemos dos outros afastam-nos não só desses que nos são dados, mas afasta-nos também do próprio Deus, pois ninguém é digno de dizer que ama a Deus quando alimenta sentimentos de ódio e vingança contra o seu próximo.
Diz o povo e com razão, hoje são os outros que precisam de nós, mas amanhã poderemos ser nós a precisar dos outros.
Jesus toma o exemplo com o qual foi confrontado acerca do cumprimento da lei do jejum, para dar a conhecer aos que O seguem, que mais do que o rigorismo em cumprir normas e leis de forma vazia, é necessário olhar para aquilo que é o fundamento da nossa fé.
Ao homem, é dada a capacidade de reconhecer o bem e o mal. De discernir com prudência as suas ações em favor daquilo que é proveitoso para a construção do Reino. Deste modo, cada um de nós é capaz de se aperceber que o mal está dentro de nós e não está propriamente naquilo que ingerimos.
Quando nos referimos ao mal dentro de nós, referimo-nos à liberdade de fazer o bem ou o mal. Este mal, nasce no nosso desejo de nos libertamos ou autonomizar-nos em relação a Deus.
Quando olhamos a nossa vida, verificamos que muitas vezes perdemos tempo a julgar e a condenar os outros. As nossas palavras tornam-se frias, duras, amargas, ao ponto de deitarmos a baixo aqueles que nos rodeiam.
Aqui se encontra o sentido para aquilo que o Senhor nos quer transmitir ao dizer-nos que o que torna o homem impuro é o que lhe sai da boca. Aquilo que ingerimos não nos faz mal. Ao limite, podemos dizer que não é isso que nos leva a pecar.
Os juízos que fazemos dos outros afastam-nos não só desses que nos são dados, mas afasta-nos também do próprio Deus, pois ninguém é digno de dizer que ama a Deus quando alimenta sentimentos de ódio e vingança contra o seu próximo.
Diz o povo e com razão, hoje são os outros que precisam de nós, mas amanhã poderemos ser nós a precisar dos outros.
Terça-feira, 08 de Agosto de 2017
São Domingos de Gusmão, Presbítero e Fundador
XVIII Semana do Tempo Comum
São Domingos de Gusmão, Presbítero e Fundador
XVIII Semana do Tempo Comum

Sem comentários:
Enviar um comentário