
A que se pode comparar a nossa fé? Poderemos nós ajuizar acerca da nossa fé?
Ao confrontarem Jesus com o motivo que os impedia de realizar a cura do jovem que sofria de epilepsia, o Senhor fá-los enfrentar a dúvida de fé. Porque não o podemos expulsar…?
Na verdade, a presença de Cristo no meio de nós é fundamental. Nós só podemos dar aquilo que recebemos e a fé dos Apóstolos tinha necessidade de ir à fonte. É preciso alimentar e cuidar da nossa fé.
Ter fé não é um ato individual. Só tem fé, aquele que acredita em algo que não é apenas de um. Ter fé é um ato comunitário, vivido em Igreja, na diversidade dos seus membros e na diversidade de manifestações, mas professando fé apenas em Deus e no amor revelado por Seu Filho no madeiro da cruz.
Quando o Senhor nos diz que se tivermos fé comparável a um grão de mostarda, quase que nos obriga a medir a nossa fé, de forma a avaliarmos o que é verdadeiramente a fé. Não podemos reduzir a fé a manifestações concretas. Na verdade, alimentar a fé, faz-se na relação com os outros, conscientes que somos um só em Cristo Jesus.
Quando rezamos o credo, estamos a dizer que acreditamos naquilo que dizemos. Acreditamos em Deus, Pai e Filho e Espírito Santo. Acreditamos na Sua ação e no Seu amor por nós. No entanto, não nos basta dizer que cremos.
É preciso que a nossa fé se converta em obras. É urgente necessária, a consciência de que o Senhor continua a agir no Seu povo, mas mais do que isso, serve-se de instrumentos concretos para fazer chegar ao mundo a resposta às suas necessidades.
Deus não se esquece de nós nem ignora as nossas necessidades. Porém, requer de nós, um crescimento espiritual que seja capaz de acreditar que a Deus, nada é impossível. Se acreditamos que aquilo que pedimos ao Senhor é para bem da Sua Igreja e para glória do Seu nome, assim o Senhor não deixará que nada nos falte. Ele está sempre connosco até ao fim dos tempos.
Ao confrontarem Jesus com o motivo que os impedia de realizar a cura do jovem que sofria de epilepsia, o Senhor fá-los enfrentar a dúvida de fé. Porque não o podemos expulsar…?
Na verdade, a presença de Cristo no meio de nós é fundamental. Nós só podemos dar aquilo que recebemos e a fé dos Apóstolos tinha necessidade de ir à fonte. É preciso alimentar e cuidar da nossa fé.
Ter fé não é um ato individual. Só tem fé, aquele que acredita em algo que não é apenas de um. Ter fé é um ato comunitário, vivido em Igreja, na diversidade dos seus membros e na diversidade de manifestações, mas professando fé apenas em Deus e no amor revelado por Seu Filho no madeiro da cruz.
Quando o Senhor nos diz que se tivermos fé comparável a um grão de mostarda, quase que nos obriga a medir a nossa fé, de forma a avaliarmos o que é verdadeiramente a fé. Não podemos reduzir a fé a manifestações concretas. Na verdade, alimentar a fé, faz-se na relação com os outros, conscientes que somos um só em Cristo Jesus.
Quando rezamos o credo, estamos a dizer que acreditamos naquilo que dizemos. Acreditamos em Deus, Pai e Filho e Espírito Santo. Acreditamos na Sua ação e no Seu amor por nós. No entanto, não nos basta dizer que cremos.
É preciso que a nossa fé se converta em obras. É urgente necessária, a consciência de que o Senhor continua a agir no Seu povo, mas mais do que isso, serve-se de instrumentos concretos para fazer chegar ao mundo a resposta às suas necessidades.
Deus não se esquece de nós nem ignora as nossas necessidades. Porém, requer de nós, um crescimento espiritual que seja capaz de acreditar que a Deus, nada é impossível. Se acreditamos que aquilo que pedimos ao Senhor é para bem da Sua Igreja e para glória do Seu nome, assim o Senhor não deixará que nada nos falte. Ele está sempre connosco até ao fim dos tempos.
Sábado, 12 de Agosto de 2017
Santa Joana Francisca de Chantal, Religiosa
XVIII Semana do Tempo Comum
Santa Joana Francisca de Chantal, Religiosa
XVIII Semana do Tempo Comum

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