
A humanidade de Jesus á ainda hoje como que um bloqueio à nossa compreensão da Sua missão salvífica sobre a terra. No entanto, esta não está limitada ao tempo da sua vivência física.
Também nós, mesmo conhecendo os Evangelhos, insistimos em perguntar: “Não é este o Filho do carpinteiro?” Permanecemos com a dúvida acerca da divindade de Jesus.
Por outro lado, cada vez mais se assiste a uma humanização exagerada de Cristo. Queremos fazer do Filho de Deus um de nós. Como se Jesus fosse o “bacano” do sítio. O Senhor não é um de nós. Fez-Se igual a nós, mas é o Filho de Deus.
Ao lermos os Evangelhos, mesmo sem querermos, questionamos a sabedoria que Cristo nos transmite. Duvidamos da Sua mensagem, questionamos os Seus desígnios. Por vezes, como que desacreditamos os milagres que Ele operou e ainda opera no meio de nós.
Qual é a sabedoria de Deus? Que sabedoria é esta que Jesus vem trazer ao mundo?
Aos olhos do mundo, Jesus, por vezes, continua a ser um homem comum. Um simples filho de carpinteiro. Para percebermos quem é Jesus temos de olhar para a Palavra de Deus com um olhar de fé.
O Senhor continua a manifestar os Seus desígnios através do anúncio da Boa-nova. Assim, reconhecemos que os Evangelhos dão testemunho vivo da missão de Cristo.
Jesus veio ao mundo anunciando um Reino de amor. Tudo o que realizava estava fundamentado na manifestação do amor de Deus. Deste modo, mais na parte final do texto, Jesus como que nos dá a nós um puxão de orelhas, consciente das vezes em que fechamos os ouvidos à Sua voz. Por outro lado, não cessa de manifestar a Sua paciência para connosco e encoraja-nos a perseverar na missão que é confiada a cada batizado de anunciar o Reino.
Face à incredulidade daqueles que ali se encontravam, Jesus não realizou ali muitos milagres. Porém, hoje, quer continuar a operar maravilhas em nós e através de nós que nos dispomos a acreditar no que nos é dito pelos Evangelhos.
Também nós, mesmo conhecendo os Evangelhos, insistimos em perguntar: “Não é este o Filho do carpinteiro?” Permanecemos com a dúvida acerca da divindade de Jesus.
Por outro lado, cada vez mais se assiste a uma humanização exagerada de Cristo. Queremos fazer do Filho de Deus um de nós. Como se Jesus fosse o “bacano” do sítio. O Senhor não é um de nós. Fez-Se igual a nós, mas é o Filho de Deus.
Ao lermos os Evangelhos, mesmo sem querermos, questionamos a sabedoria que Cristo nos transmite. Duvidamos da Sua mensagem, questionamos os Seus desígnios. Por vezes, como que desacreditamos os milagres que Ele operou e ainda opera no meio de nós.
Qual é a sabedoria de Deus? Que sabedoria é esta que Jesus vem trazer ao mundo?
Aos olhos do mundo, Jesus, por vezes, continua a ser um homem comum. Um simples filho de carpinteiro. Para percebermos quem é Jesus temos de olhar para a Palavra de Deus com um olhar de fé.
O Senhor continua a manifestar os Seus desígnios através do anúncio da Boa-nova. Assim, reconhecemos que os Evangelhos dão testemunho vivo da missão de Cristo.
Jesus veio ao mundo anunciando um Reino de amor. Tudo o que realizava estava fundamentado na manifestação do amor de Deus. Deste modo, mais na parte final do texto, Jesus como que nos dá a nós um puxão de orelhas, consciente das vezes em que fechamos os ouvidos à Sua voz. Por outro lado, não cessa de manifestar a Sua paciência para connosco e encoraja-nos a perseverar na missão que é confiada a cada batizado de anunciar o Reino.
Face à incredulidade daqueles que ali se encontravam, Jesus não realizou ali muitos milagres. Porém, hoje, quer continuar a operar maravilhas em nós e através de nós que nos dispomos a acreditar no que nos é dito pelos Evangelhos.
Sexta-feira, 04 de Agosto de 2017
São João Maria Vianney, Presbítero
XVII Semana do Tempo Comum
São João Maria Vianney, Presbítero
XVII Semana do Tempo Comum

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