
Se tivermos presente a imagem de uma rede de pesca, contemplamos o mistério da misericórdia de Deus na sua universalidade, ou seja, quando uma rede é lançada ao mar e depois trazida para dentro do barco ou para terra, verificamos que esta traz peixes pequenos e grandes e até mesmo de espécies diferentes. Deste modo, se fizermos uma ligação com a misericórdia divina vemos que esta não faz aceção de pessoas. Pelo contrário, abarca todos aqueles que se predispõem a ser tocados ...pelo amor de Deus e pela graça do Seu perdão
O Senhor compara hoje, o Reino dos Céus, a um pai de família. Quando se estabelece esta comparação com a figura paterna, verificamos também esta igualdade de amor por todos aqueles que lhe são confiados.
Quando o pai tem muitos filhos, procura dividir aquilo que tem de igual forma por todos eles. Assim, ao tratar todos do mesmo modo, não importa se é mais bonito ou feio, se gordo ou magro, se bom ou mau. Ele ama-os a todos da mesma forma. Não dá mais a um do que aos outros.
O Reino dos Céus é esta fonte de bondade e de perdão, que nasce do coração misericordioso de Deus que usa da mesma medida para com todos. Ele que é Pai, não põe de lado nenhum dos Seus filhos. Chama a todos a permanecerem unidos num só coração.
O Senhor leva-nos a uma visão escatológica, do futuro, ou seja, mostra-nos que o Reino dos Céus é para ser vivido já hoje, mas conscientes de que na eternidade será ainda mais pleno.
Só amor de Deus é capaz de nos transformar a partir de dentro. Só mergulhando nesse amor, nos deixamos envolver pela bondade que nos faz ser mais uns para os outros, de forma a podermos transformar o mundo num espaço melhor. Assim, o Reino é aqui e agora. Não se limita a um amanhã que parece não chegar.
O Reino dos Céus é o espaço onde coabitamos com todos os filhos de Deus. Não se limita ao espaço físico que desejamos na eternidade mas é o espaço que hoje nos é dado como lugar onde Deus faz a Sua morada.
O Senhor compara hoje, o Reino dos Céus, a um pai de família. Quando se estabelece esta comparação com a figura paterna, verificamos também esta igualdade de amor por todos aqueles que lhe são confiados.
Quando o pai tem muitos filhos, procura dividir aquilo que tem de igual forma por todos eles. Assim, ao tratar todos do mesmo modo, não importa se é mais bonito ou feio, se gordo ou magro, se bom ou mau. Ele ama-os a todos da mesma forma. Não dá mais a um do que aos outros.
O Reino dos Céus é esta fonte de bondade e de perdão, que nasce do coração misericordioso de Deus que usa da mesma medida para com todos. Ele que é Pai, não põe de lado nenhum dos Seus filhos. Chama a todos a permanecerem unidos num só coração.
O Senhor leva-nos a uma visão escatológica, do futuro, ou seja, mostra-nos que o Reino dos Céus é para ser vivido já hoje, mas conscientes de que na eternidade será ainda mais pleno.
Só amor de Deus é capaz de nos transformar a partir de dentro. Só mergulhando nesse amor, nos deixamos envolver pela bondade que nos faz ser mais uns para os outros, de forma a podermos transformar o mundo num espaço melhor. Assim, o Reino é aqui e agora. Não se limita a um amanhã que parece não chegar.
O Reino dos Céus é o espaço onde coabitamos com todos os filhos de Deus. Não se limita ao espaço físico que desejamos na eternidade mas é o espaço que hoje nos é dado como lugar onde Deus faz a Sua morada.
Quinta-feira, 03 de Agosto de 2017
XVII Semana do Tempo Comum
XVII Semana do Tempo Comum

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