Grupo Coral Amanhecer

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O Coral Amanhecer nasceu em Outubro de 1973, sob a direção de Américo Ferreira e conta atualmente com 41 elementos. A sua atividade principal é ser mensageiro da alegria do Evangelho através do canto. Para isso, ensaia à quarta-feira às 21:30h e anima as celebrações dominicais das 11:00h na igreja matriz. Além disso, o Coral Amanhecer já cantou as janeiras, representou ao vivo o nascimento de Jesus Cristo, conviveu com outros corais, organizou passeios, participou em saraus, encontros de coros; e anima casamentos, participa em eventos de solidariedade e faz parte do Coro Paroquial. Para descontrair organiza vários convívios nos quais participam familiares e amigos. Anualmente, reúne para formação; refletindo o sentido da sua existência e aprofundando a sua fé, pois é fundamental para a sua subsistência. Momentos há em que nem tudo decorre como se deseja, mas nunca perdeu a coragem e a vontade de continuar, porque tal como S. Paulo, não é o Coral que vive, é Cristo que vive nele. O Coral Amanhecer acredita que em cada dia que desponta, os seus elementos despertam com uma nova esperança e forte vontade de viver, sempre renovados pela força imbatível de Cristo Ressuscitado.

Meditação diária 27 agosto

Foto de Meditações diárias.
 
O Evangelho apresenta-nos com grande riqueza a meditação em torno de Jesus e apenas na Sua pessoa, mais do que na Sua ação. Ao olharmos para Jesus, corremos o risco de contemplar um grande Mestre, com palavras que nos transmitem verdadeira sabedoria e conhecimento muito abrangente, não só da realidade do Seu tempo, mas também acerca do futuro.
Ao olharmos para a questão de Jesus, verificamos que há necessidade de se esclarecer quem é mesmo aquele homem. Jesus não quer dar na
s vistas, mas quer dar a conhecer aquilo que Ele é – o Messias; o Filho de Deus.
A resposta inicial dos Apóstolos, mostra aquilo que os outros vêm em Jesus, ou a quem O comparam. Tal como hoje, podemos falar de um Jesus que ouvimos e equipará-Lo a um qualquer outro personagem que admiramos por aquilo que ele faz ou significa para nós.
E nós? E eu? Quem digo que é Jesus?
Olhemos para Pedro. Contemplemos a simplicidade e prontidão da resposta de um homem simples, que mais do que procurar uma grande explicação filosófica, histórica ou teológica, não teme em manifestar aquilo que o seu coração experimenta.
O encontro com Cristo deve dar-nos esta prontidão para reconhecer n´Ele, o Filho de Deus vivo. Assim, a nossa profissão de fé, cada vez que rezamos o credo será mais intensa e verdadeira. Não nos basta dizer que cremos em Jesus Cristo. É preciso nos relacionarmos com Ele. É preciso abrirmo-nos á Sua graça e ao Seu amor.
O denominado “poder das chaves” confiado a Pedro, é confiança que o Senhor deposita nos Apóstolos e Seus sucessores unidos ao Sucessor de Pedro. Em nome do Senhor Jesus, estes gerem um grande tesouro. Eles estão no mundo na pessoa de Cristo, como sinais do Seu amor e da Sua misericórdia. Não são meros dispensadores de bens e graças, mas são sim, sinal de uma presença que os transcende. Não estão em nome próprio, mas representam a Cristo, o Filho amado de Deus.
Como Pedro, não tenhamos medo de abraçar e professar a nossa fé em Cristo.
 
Domingo, 27 de Agosto de 2017
Santa Mónica, Mãe de Santo Agostinho
XXI Semana do Tempo Comum
 
 

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