
O Evangelho apresenta-nos com grande riqueza a meditação em torno de Jesus e apenas na Sua pessoa, mais do que na Sua ação. Ao olharmos para Jesus, corremos o risco de contemplar um grande Mestre, com palavras que nos transmitem verdadeira sabedoria e conhecimento muito abrangente, não só da realidade do Seu tempo, mas também acerca do futuro.
Ao olharmos para a questão de Jesus, verificamos que há necessidade de se esclarecer quem é mesmo aquele homem. Jesus não quer dar nas vistas, mas quer dar a conhecer aquilo que Ele é – o Messias; o Filho de Deus.
A resposta inicial dos Apóstolos, mostra aquilo que os outros vêm em Jesus, ou a quem O comparam. Tal como hoje, podemos falar de um Jesus que ouvimos e equipará-Lo a um qualquer outro personagem que admiramos por aquilo que ele faz ou significa para nós.
E nós? E eu? Quem digo que é Jesus?
Olhemos para Pedro. Contemplemos a simplicidade e prontidão da resposta de um homem simples, que mais do que procurar uma grande explicação filosófica, histórica ou teológica, não teme em manifestar aquilo que o seu coração experimenta.
O encontro com Cristo deve dar-nos esta prontidão para reconhecer n´Ele, o Filho de Deus vivo. Assim, a nossa profissão de fé, cada vez que rezamos o credo será mais intensa e verdadeira. Não nos basta dizer que cremos em Jesus Cristo. É preciso nos relacionarmos com Ele. É preciso abrirmo-nos á Sua graça e ao Seu amor.
O denominado “poder das chaves” confiado a Pedro, é confiança que o Senhor deposita nos Apóstolos e Seus sucessores unidos ao Sucessor de Pedro. Em nome do Senhor Jesus, estes gerem um grande tesouro. Eles estão no mundo na pessoa de Cristo, como sinais do Seu amor e da Sua misericórdia. Não são meros dispensadores de bens e graças, mas são sim, sinal de uma presença que os transcende. Não estão em nome próprio, mas representam a Cristo, o Filho amado de Deus.
Como Pedro, não tenhamos medo de abraçar e professar a nossa fé em Cristo.
Ao olharmos para a questão de Jesus, verificamos que há necessidade de se esclarecer quem é mesmo aquele homem. Jesus não quer dar nas vistas, mas quer dar a conhecer aquilo que Ele é – o Messias; o Filho de Deus.
A resposta inicial dos Apóstolos, mostra aquilo que os outros vêm em Jesus, ou a quem O comparam. Tal como hoje, podemos falar de um Jesus que ouvimos e equipará-Lo a um qualquer outro personagem que admiramos por aquilo que ele faz ou significa para nós.
E nós? E eu? Quem digo que é Jesus?
Olhemos para Pedro. Contemplemos a simplicidade e prontidão da resposta de um homem simples, que mais do que procurar uma grande explicação filosófica, histórica ou teológica, não teme em manifestar aquilo que o seu coração experimenta.
O encontro com Cristo deve dar-nos esta prontidão para reconhecer n´Ele, o Filho de Deus vivo. Assim, a nossa profissão de fé, cada vez que rezamos o credo será mais intensa e verdadeira. Não nos basta dizer que cremos em Jesus Cristo. É preciso nos relacionarmos com Ele. É preciso abrirmo-nos á Sua graça e ao Seu amor.
O denominado “poder das chaves” confiado a Pedro, é confiança que o Senhor deposita nos Apóstolos e Seus sucessores unidos ao Sucessor de Pedro. Em nome do Senhor Jesus, estes gerem um grande tesouro. Eles estão no mundo na pessoa de Cristo, como sinais do Seu amor e da Sua misericórdia. Não são meros dispensadores de bens e graças, mas são sim, sinal de uma presença que os transcende. Não estão em nome próprio, mas representam a Cristo, o Filho amado de Deus.
Como Pedro, não tenhamos medo de abraçar e professar a nossa fé em Cristo.
Domingo, 27 de Agosto de 2017
Santa Mónica, Mãe de Santo Agostinho
XXI Semana do Tempo Comum
Santa Mónica, Mãe de Santo Agostinho
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