
Sempre que meditamos nos Evangelhos acerca do mistério da Encarnação, somos profundamente tocados pelo mistério de amor que acontece no ventre de Maria, de tal modo que, o seu sim, é sinal do grande amor a Deus, que habitava no seu coração.
Através do mistério da Encarnação, toda a humanidade é gerada no ventre de Maria. Ao fazer-se um de nós, Cristo toma a nossa vida nas Sua mãos e regenera-nos. Ele faz de nós novas criaturas.
Celebrar Maria como Rainha, é reconhecer nela ...a grandeza das maravilhas que Deus operou no seu ventre e através dela, na humanidade ao longo das gerações que a invocam como Mãe, como Rainha e Senhora de toda a criatura que existe na Terra e nos Céus.
Ao fixarmos nela o nosso olhar não podemos ignorar que Deus se serviu de uma criatura humana para trazer ao mundo o Seu Filho amado. Deste modo, não podemos dizer que Deus não se serve de nós, para fazer-se chegar ao mundo. Somos, tal como Maria, anunciadores da Boa Nova. Estamos ao serviço do Evangelho.
Maria é sinal da primeira a igreja. Tendo sido escolhida entre a mais frágil das criaturas, Maria assume papel que demonstra a sua fortaleza. Ela torna-se alicerce para os fracos; Ela é considerada o refúgio dos pecadores e auxílio de todos os cristãos.
Em Maria, encontramos o porto de abrigo nas nossas necessidades e o caminho que nos conduz até Deus. Nela encontramos o regaço materno sempre pronto para nos acolher.
Ela é coroada como Rainha, mas preserva a sua humildade. Assume sim. O papel de Mãe sofrendo connosco as nossas dores, como sofreu as dores de Cristo junto à Cruz. Sendo Mãe, exulta connosco nos momentos de alegria e ensina-nos a louvar o Senhor pela obra das Suas mãos, em nós, através de nós e apesar de nós.
O que nos pede? Um sim. Um sim de quem se une intimamente a Deus e diz com todo o coração , faça-se em mim segundo a Vossa Palavra.
Contemplemos Maria, Mãe e Rainha de toda a Igreja e aprendamos dela a ter um coração de servo.
Através do mistério da Encarnação, toda a humanidade é gerada no ventre de Maria. Ao fazer-se um de nós, Cristo toma a nossa vida nas Sua mãos e regenera-nos. Ele faz de nós novas criaturas.
Celebrar Maria como Rainha, é reconhecer nela ...a grandeza das maravilhas que Deus operou no seu ventre e através dela, na humanidade ao longo das gerações que a invocam como Mãe, como Rainha e Senhora de toda a criatura que existe na Terra e nos Céus.
Ao fixarmos nela o nosso olhar não podemos ignorar que Deus se serviu de uma criatura humana para trazer ao mundo o Seu Filho amado. Deste modo, não podemos dizer que Deus não se serve de nós, para fazer-se chegar ao mundo. Somos, tal como Maria, anunciadores da Boa Nova. Estamos ao serviço do Evangelho.
Maria é sinal da primeira a igreja. Tendo sido escolhida entre a mais frágil das criaturas, Maria assume papel que demonstra a sua fortaleza. Ela torna-se alicerce para os fracos; Ela é considerada o refúgio dos pecadores e auxílio de todos os cristãos.
Em Maria, encontramos o porto de abrigo nas nossas necessidades e o caminho que nos conduz até Deus. Nela encontramos o regaço materno sempre pronto para nos acolher.
Ela é coroada como Rainha, mas preserva a sua humildade. Assume sim. O papel de Mãe sofrendo connosco as nossas dores, como sofreu as dores de Cristo junto à Cruz. Sendo Mãe, exulta connosco nos momentos de alegria e ensina-nos a louvar o Senhor pela obra das Suas mãos, em nós, através de nós e apesar de nós.
O que nos pede? Um sim. Um sim de quem se une intimamente a Deus e diz com todo o coração , faça-se em mim segundo a Vossa Palavra.
Contemplemos Maria, Mãe e Rainha de toda a Igreja e aprendamos dela a ter um coração de servo.
Terça-feira, 22 de Agosto de 2017
Virgem Santa Maria, Rainha
XX Semana do Tempo Comum
Virgem Santa Maria, Rainha
XX Semana do Tempo Comum

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