
Misericórdia. Um tema profundamente abordado ao longo do último ano litúrgico é que constantemente deve ser abordado por nós, seres frágeis e necessitados de sentir a misericórdia divina.
Todo o homem que professa a fé em Cristo não se deve deixar levar pela falsa certeza de que é possível viver sem o perdão de Deus, manifestado em tão nobre ato de amor, por parte daqueles que, sendo instrumentos da misericórdia, dão sinal do amor de Deus dizendo: eu te absolvo de todos os ...teus pecados. Vai em paz e não tornes a pecar.
Frágeis como somos, todos os dias devemos ser capazes de é olhar para nós mesmos, analisando onde é que falhamos e onde podemos melhorar. Quando erramos, o convite que o Senhor nos faz é, que procuremos voltar ao caminho do bem e nos deixemos reencontrar por Ele.
O mundo do nosso tempo não é capaz de perdoar pois afastou-se de Deus é já não está disposto a perdoar. Muitas vezes, nós próprios, somos um obstáculo ao amor misericordioso de Deus. Iludimo-nos com falsas certezas de que tudo podemos e vamos ficando com o coração empedernido.
O problema da autossuficiência humana é um problema antigo. Convencemo-nos que somos capazes de vivermos sem Deus mas caímos. Essas quedas, quando não são reparados os danos causados, podem até camuflar-se mas interiormente criam feridas mais profundas.
A resposta de Jesus a Pedro faz-nos tomar consciência de que também nós, devemos ser capazes de perdoar os outros sem limites. Se o próprio Cristo não se cansa de nos perdoar a nós, porque havemos de criar limites ou tabelas com o número de vezes que podemos perdoar os nossos irmãos?
Não tenhamos medo de nos reconhecermos frágeis. O ser capaz de pedir perdão e de perdoar não é sinal de fraqueza humana mas sim de nobreza de coração, que ao reconhecer-se frágil e necessitado de amor, torna-se capaz de amar mais ao jeito de Cristo.
Podemos adotar como lema para a nossa vida: ama e serás amado. Perdoa para serdes perdoado.
Todo o homem que professa a fé em Cristo não se deve deixar levar pela falsa certeza de que é possível viver sem o perdão de Deus, manifestado em tão nobre ato de amor, por parte daqueles que, sendo instrumentos da misericórdia, dão sinal do amor de Deus dizendo: eu te absolvo de todos os ...teus pecados. Vai em paz e não tornes a pecar.
Frágeis como somos, todos os dias devemos ser capazes de é olhar para nós mesmos, analisando onde é que falhamos e onde podemos melhorar. Quando erramos, o convite que o Senhor nos faz é, que procuremos voltar ao caminho do bem e nos deixemos reencontrar por Ele.
O mundo do nosso tempo não é capaz de perdoar pois afastou-se de Deus é já não está disposto a perdoar. Muitas vezes, nós próprios, somos um obstáculo ao amor misericordioso de Deus. Iludimo-nos com falsas certezas de que tudo podemos e vamos ficando com o coração empedernido.
O problema da autossuficiência humana é um problema antigo. Convencemo-nos que somos capazes de vivermos sem Deus mas caímos. Essas quedas, quando não são reparados os danos causados, podem até camuflar-se mas interiormente criam feridas mais profundas.
A resposta de Jesus a Pedro faz-nos tomar consciência de que também nós, devemos ser capazes de perdoar os outros sem limites. Se o próprio Cristo não se cansa de nos perdoar a nós, porque havemos de criar limites ou tabelas com o número de vezes que podemos perdoar os nossos irmãos?
Não tenhamos medo de nos reconhecermos frágeis. O ser capaz de pedir perdão e de perdoar não é sinal de fraqueza humana mas sim de nobreza de coração, que ao reconhecer-se frágil e necessitado de amor, torna-se capaz de amar mais ao jeito de Cristo.
Podemos adotar como lema para a nossa vida: ama e serás amado. Perdoa para serdes perdoado.
Quinta-feira, 17 de Agosto de 2017
Santa Beatriz da Silva, Virgem
XIX Semana do Tempo Comum
Santa Beatriz da Silva, Virgem
XIX Semana do Tempo Comum

Sem comentários:
Enviar um comentário