Grupo Coral Amanhecer

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O Coral Amanhecer nasceu em Outubro de 1973, sob a direção de Américo Ferreira e conta atualmente com 41 elementos. A sua atividade principal é ser mensageiro da alegria do Evangelho através do canto. Para isso, ensaia à quarta-feira às 21:30h e anima as celebrações dominicais das 11:00h na igreja matriz. Além disso, o Coral Amanhecer já cantou as janeiras, representou ao vivo o nascimento de Jesus Cristo, conviveu com outros corais, organizou passeios, participou em saraus, encontros de coros; e anima casamentos, participa em eventos de solidariedade e faz parte do Coro Paroquial. Para descontrair organiza vários convívios nos quais participam familiares e amigos. Anualmente, reúne para formação; refletindo o sentido da sua existência e aprofundando a sua fé, pois é fundamental para a sua subsistência. Momentos há em que nem tudo decorre como se deseja, mas nunca perdeu a coragem e a vontade de continuar, porque tal como S. Paulo, não é o Coral que vive, é Cristo que vive nele. O Coral Amanhecer acredita que em cada dia que desponta, os seus elementos despertam com uma nova esperança e forte vontade de viver, sempre renovados pela força imbatível de Cristo Ressuscitado.

Meditação diária 18 agosto

Foto de Meditações diárias.
 
Nos nossos dias o laço esponsal é banalizado e extremamente desvalorizado. Infelizmente, não olhamos para o vínculo matrimonial com tudo o que lhe está inerente. Assiste-se a uma cultura da libertinagem e não somos capazes de assumir um compromisso.
O Evangelho não diz que o homem ou a mulher que se unem, devem desligar-se dos seus progenitores. Pelo contrário, reconhece que há laços que são fundamentais na vida humana. No entanto, aqueles que se unem pelo vínculo matrimonial...
, devem viver esta unidade, ou como afirma a Sagrada Escritura, são desde então, uma só carne.
O homem é a mulher que decidem partilhar as suas vidas devem tomar consciência que já não vivem para si mesmos. Porém, não podem descurar que a sua vida é sempre partilhada com um elemento que não é visível.
A união esponsal não se trata apenas de uma união carnal ou civil de duas pessoas. Não é apenas partilhar o mesmo espaço, os mesmos bens. É sim, o viver inteiramente unidos a Cristo e seguindo o exemplo da aliança que Cristo estabelece com a Sua Igreja.
Cristo amou tanto a Igreja que deu a Sua vida por ela. Selou essa mesma aliança com o próprio sangue. Deste modo, o homem encontra em Cristo o testemunho mais completo do sair de si mesmo para dar-se aos outros.
A fecundidade do matrimónio, não se reduz ao acto de procriar. Esta fecundidade apenas se manifesta quando se atinge esta consciência de sermos dom para os outros.
O casal que deixa tudo para se unir pelo Sacramento do matrimónio, é dom excelso de Deus que continua a chamar o Seu povo a viver inteiramente no Seu amor. As duas pessoas que se unem, não estão sós. Não estão confiados a si mesmos. Entre os dois há um elo de ligação. É uma relação com três intervenientes: o homem, a mulher e Deus.
Se em Cristo formamos um só corpo, como afirma São Paulo, esta dimensão está mais saliente quando duas pessoas abandonam o seu lar paterno para serem eles próprios uma nova morada onde Deus habita.
 
Sexta-feira, 18 de Agosto de 2017
Santa Helena, Mãe do Imperador Constantino
XIX Semana do Tempo comum


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