
Nos nossos dias o laço esponsal é banalizado e extremamente desvalorizado. Infelizmente, não olhamos para o vínculo matrimonial com tudo o que lhe está inerente. Assiste-se a uma cultura da libertinagem e não somos capazes de assumir um compromisso.
O Evangelho não diz que o homem ou a mulher que se unem, devem desligar-se dos seus progenitores. Pelo contrário, reconhece que há laços que são fundamentais na vida humana. No entanto, aqueles que se unem pelo vínculo matrimonial..., devem viver esta unidade, ou como afirma a Sagrada Escritura, são desde então, uma só carne.
O homem é a mulher que decidem partilhar as suas vidas devem tomar consciência que já não vivem para si mesmos. Porém, não podem descurar que a sua vida é sempre partilhada com um elemento que não é visível.
A união esponsal não se trata apenas de uma união carnal ou civil de duas pessoas. Não é apenas partilhar o mesmo espaço, os mesmos bens. É sim, o viver inteiramente unidos a Cristo e seguindo o exemplo da aliança que Cristo estabelece com a Sua Igreja.
Cristo amou tanto a Igreja que deu a Sua vida por ela. Selou essa mesma aliança com o próprio sangue. Deste modo, o homem encontra em Cristo o testemunho mais completo do sair de si mesmo para dar-se aos outros.
A fecundidade do matrimónio, não se reduz ao acto de procriar. Esta fecundidade apenas se manifesta quando se atinge esta consciência de sermos dom para os outros.
O casal que deixa tudo para se unir pelo Sacramento do matrimónio, é dom excelso de Deus que continua a chamar o Seu povo a viver inteiramente no Seu amor. As duas pessoas que se unem, não estão sós. Não estão confiados a si mesmos. Entre os dois há um elo de ligação. É uma relação com três intervenientes: o homem, a mulher e Deus.
Se em Cristo formamos um só corpo, como afirma São Paulo, esta dimensão está mais saliente quando duas pessoas abandonam o seu lar paterno para serem eles próprios uma nova morada onde Deus habita.
O Evangelho não diz que o homem ou a mulher que se unem, devem desligar-se dos seus progenitores. Pelo contrário, reconhece que há laços que são fundamentais na vida humana. No entanto, aqueles que se unem pelo vínculo matrimonial..., devem viver esta unidade, ou como afirma a Sagrada Escritura, são desde então, uma só carne.
O homem é a mulher que decidem partilhar as suas vidas devem tomar consciência que já não vivem para si mesmos. Porém, não podem descurar que a sua vida é sempre partilhada com um elemento que não é visível.
A união esponsal não se trata apenas de uma união carnal ou civil de duas pessoas. Não é apenas partilhar o mesmo espaço, os mesmos bens. É sim, o viver inteiramente unidos a Cristo e seguindo o exemplo da aliança que Cristo estabelece com a Sua Igreja.
Cristo amou tanto a Igreja que deu a Sua vida por ela. Selou essa mesma aliança com o próprio sangue. Deste modo, o homem encontra em Cristo o testemunho mais completo do sair de si mesmo para dar-se aos outros.
A fecundidade do matrimónio, não se reduz ao acto de procriar. Esta fecundidade apenas se manifesta quando se atinge esta consciência de sermos dom para os outros.
O casal que deixa tudo para se unir pelo Sacramento do matrimónio, é dom excelso de Deus que continua a chamar o Seu povo a viver inteiramente no Seu amor. As duas pessoas que se unem, não estão sós. Não estão confiados a si mesmos. Entre os dois há um elo de ligação. É uma relação com três intervenientes: o homem, a mulher e Deus.
Se em Cristo formamos um só corpo, como afirma São Paulo, esta dimensão está mais saliente quando duas pessoas abandonam o seu lar paterno para serem eles próprios uma nova morada onde Deus habita.
Sexta-feira, 18 de Agosto de 2017
Santa Helena, Mãe do Imperador Constantino
XIX Semana do Tempo comum
Santa Helena, Mãe do Imperador Constantino
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