No mundo em que vivemos, frequentemente se assiste a grandes aglomerados de pessoas, por motivos que divergem consoante as situações. Centros comerciais, futebol, ou até mesmo por motivos profissionais e de amizade que congregam um conjunto de pessoas em busca de algo que estabeleça um elo de comunhão entre si.
Hoje, Jesus não quer falar-nos destes aglomerados, ainda que reconhecendo que são também necessários para o convívio fraterno entre os povos, somos hoje chamados a ir mais fundo. Cristo faz-se presente no meio daqueles que se unem em Seu nome.
Cada vez mais se assiste entre os povos cristãos uma crescente falta de fé ou um aumento das dúvidas de fé, que nos levam, tendencialmente a afastarmo-nos de Deus. Ainda que sendo chamados à fidelidade e ao amor de Deus, podemos correr o risco de nos afastarmos d´Ele e de cairmos em murmúrios e infidelidades.
Cristo é o elo de ligação entre os povos de todos os tempos. Durante a sua passagem sobre a terra, não cessou de procurar congregar todos os povos. Deu a vida, para que olhando para Ele, vivêssemos num verdadeiro espírito fraterno, conscientes da Sua presença.
No testemunho de Cristo, encontramos o alicerce para as nossas relações. Não podemos cair no erro de nos deixarmos levar por desacatos ou vinganças que nos afastam uns dos outros. Enquanto cristãos, não nos podemos deixar seduzir por valores materiais que nos levam à cegueira.
A Palavra de Deus, confirmada com o testemunho da entrega do Senhor, torna possível a reconciliação. Esta tem a sua origem no coração de Cristo que dá a vida por nosso amor.
O coração de cada bautizado deve estar repleto de misericórdia. Assim como Deus está permanentemente disposto a perdoar as nossas faltas, também no nosso coração deve habitar este desejo, de sermos para os outros, rosto da misericórdia do Pai.
Torna-se urgente e necessário, incutir no coração dos cristãos, este sentido da verdadeira comunhão em Cristo. Só assim, onde dois ou três se reunirem em nome do Senhor, aí o Senhor estará no meio deles.
Quarta-feira, 16 de Agosto de 2017
Santo Estevão da Hungria
XIX Semana do Tempo Comum
Hoje, Jesus não quer falar-nos destes aglomerados, ainda que reconhecendo que são também necessários para o convívio fraterno entre os povos, somos hoje chamados a ir mais fundo. Cristo faz-se presente no meio daqueles que se unem em Seu nome.
Cada vez mais se assiste entre os povos cristãos uma crescente falta de fé ou um aumento das dúvidas de fé, que nos levam, tendencialmente a afastarmo-nos de Deus. Ainda que sendo chamados à fidelidade e ao amor de Deus, podemos correr o risco de nos afastarmos d´Ele e de cairmos em murmúrios e infidelidades.
Cristo é o elo de ligação entre os povos de todos os tempos. Durante a sua passagem sobre a terra, não cessou de procurar congregar todos os povos. Deu a vida, para que olhando para Ele, vivêssemos num verdadeiro espírito fraterno, conscientes da Sua presença.
No testemunho de Cristo, encontramos o alicerce para as nossas relações. Não podemos cair no erro de nos deixarmos levar por desacatos ou vinganças que nos afastam uns dos outros. Enquanto cristãos, não nos podemos deixar seduzir por valores materiais que nos levam à cegueira.
A Palavra de Deus, confirmada com o testemunho da entrega do Senhor, torna possível a reconciliação. Esta tem a sua origem no coração de Cristo que dá a vida por nosso amor.
O coração de cada bautizado deve estar repleto de misericórdia. Assim como Deus está permanentemente disposto a perdoar as nossas faltas, também no nosso coração deve habitar este desejo, de sermos para os outros, rosto da misericórdia do Pai.
Torna-se urgente e necessário, incutir no coração dos cristãos, este sentido da verdadeira comunhão em Cristo. Só assim, onde dois ou três se reunirem em nome do Senhor, aí o Senhor estará no meio deles.
Quarta-feira, 16 de Agosto de 2017
Santo Estevão da Hungria
XIX Semana do Tempo Comum


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