
Hoje relembro uma frase de Santo Agostinho que, de certo modo, estabelece uma ligação com o Evangelho que hoje nos é proposto. “Fizestes-nos para Ti, Senhor, e o nosso coração está inquieto enquanto não repousar em Ti.”
Cada homem, criado à imagem e semelhança de Deus, foi criado para ser dom de Deus no meio do mundo. Ser dom, é saber dar-se aos outros. É confiar-se nas mãos de Deus e oferecer-se sem medo aos desígnios do Pai.
Jesus mostra-nos que o que vale mais aos olhos de Deus não é aquilo que fazemos mas a oferta de nós mesmos em favor dos outros. Deste modo, tomamos consciência de outras dimensões, tais como, de que nos serve participar nos sacramentos, se continuamos a alimentar ódios com os nossos irmãos?
Muitas vezes, apresentamo-nos diante do Senhor, procurando ocultar-lhe aquilo que de menos bom trazemos em nosso coração. Fazemos grandes ofertas, apresentamo-nos com o que de melhor temos e isso é importante, pois reconhecemos os dons que apresentamos ao altar em acção de graças pelo que o Senhor nos concede.
Na verdade, é importante a oferenda. Porém, importa que o nosso coração esteja habitado por sentimentos de verdadeira caridade.
Nós fomos criados por Deus e criados para Deus. Fomos criados pelo amor e gerados num amor infinito que nos faz ser mais e melhores. Não é apenas sermos bonzinhos mas sim, sermos mais para os outros, de modo que a nossa oblação seja total e não apenas de bens.
Deus criou-nos para Si. Criou-nos para o bem e para a verdadeira caridade. Criou-nos para sermos mais para os outros e sabermos nos dar por inteiro e em verdade.
Como testemunho de dom está Cristo, que Se entrega no alto da cruz, não para protagonismo, mas desinteressado e assim, faz-nos reconhecer que a nossa vida é dom de Deus e que apenas repousaremos verdadeiramente, quando o nosso coração puder descansar no Seu regaço paterno.
O altar é o nosso coração. A oferenda a nossa vida. No entanto, só podemos colocar diante de Deus a nossa vida, quando o nosso coração se configurar com Ele.
Cada homem, criado à imagem e semelhança de Deus, foi criado para ser dom de Deus no meio do mundo. Ser dom, é saber dar-se aos outros. É confiar-se nas mãos de Deus e oferecer-se sem medo aos desígnios do Pai.
Jesus mostra-nos que o que vale mais aos olhos de Deus não é aquilo que fazemos mas a oferta de nós mesmos em favor dos outros. Deste modo, tomamos consciência de outras dimensões, tais como, de que nos serve participar nos sacramentos, se continuamos a alimentar ódios com os nossos irmãos?
Muitas vezes, apresentamo-nos diante do Senhor, procurando ocultar-lhe aquilo que de menos bom trazemos em nosso coração. Fazemos grandes ofertas, apresentamo-nos com o que de melhor temos e isso é importante, pois reconhecemos os dons que apresentamos ao altar em acção de graças pelo que o Senhor nos concede.
Na verdade, é importante a oferenda. Porém, importa que o nosso coração esteja habitado por sentimentos de verdadeira caridade.
Nós fomos criados por Deus e criados para Deus. Fomos criados pelo amor e gerados num amor infinito que nos faz ser mais e melhores. Não é apenas sermos bonzinhos mas sim, sermos mais para os outros, de modo que a nossa oblação seja total e não apenas de bens.
Deus criou-nos para Si. Criou-nos para o bem e para a verdadeira caridade. Criou-nos para sermos mais para os outros e sabermos nos dar por inteiro e em verdade.
Como testemunho de dom está Cristo, que Se entrega no alto da cruz, não para protagonismo, mas desinteressado e assim, faz-nos reconhecer que a nossa vida é dom de Deus e que apenas repousaremos verdadeiramente, quando o nosso coração puder descansar no Seu regaço paterno.
O altar é o nosso coração. A oferenda a nossa vida. No entanto, só podemos colocar diante de Deus a nossa vida, quando o nosso coração se configurar com Ele.
Segunda-feira, 28 de Agosto de 2017
Santo Agostinho, Bispo e Doutor da Igreja
XXI Semana do Tempo Comum
Meditações diárias
Santo Agostinho, Bispo e Doutor da Igreja
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