
Quem será justo aos olhos de Deus? Podemos lançar esta questão como ponto de partida, face às grandes interrogações que surgem nos nossos dias, diante da continuada busca de fazer justiça pelas próprias mãos.
Só Deus é justo. Falta-nos esta consciência de que apenas o Senhor é justo por ter sido capaz de dar a vida pela justiça. Diante disto, devemos, não apenas interrogarmo-nos acerca da justiça, como também devemos lutar para que a única justiça a reinar na terra seja a de... Deus.
Quem pode colocar-se ao nível de Deus? Quem se pode achar digno de julgar o outro por aquilo que ele é ou faz?
Os verdadeiros justos, associam-se à justiça do justo juiz. Não procuram fazer justiça pelas próprias mãos, mas dedicam-se à construção de um mundo mais justo, alicerçados na justiça que faz de nós dom para os outros.
A justiça de Deus tem a sua fonte na entrega livre de Cristo na Cruz. O único Justo, entregou-Se como condenado, para nos dar a conhecer que, a justiça divina, fundamenta-se no amor que leva à nossa entrega até ao fim.
O testemunho dos mártires fundamenta-se nesta entrega. Como se reza na liturgia das horas: “Os sábios brilharão como o esplendor do firmamento, e os que ensinarem à multidão os caminhos da justiça serão como estrelas por toda a eternidade.”
Reconhecemos pois, que o verdadeiro sábio não teme os desígnios do Senhor. O verdadeiro sábio entrega-se total e livremente a dar testemunho do amor infinito de Deus.
Diz-nos então o Senhor: “Quem tem ouvidos que oiça.” Este é um apelo à nossa fé. Este, é um apelo à nossa confiança de que o Senhor dá-nos os instrumentos necessários para que associemos a nossa vida à Sua Paixão, para podermos ser no mundo testemunhas da Sua justiça e do Seu amor.
Não basta ao homem a escuta da Palavra mas a capacidade de analisar e discernir a verdadeira justiça. Mais do que julgar, somos chamados a amar e aceitar o outro na sua diferença.
Só Deus é justo. Falta-nos esta consciência de que apenas o Senhor é justo por ter sido capaz de dar a vida pela justiça. Diante disto, devemos, não apenas interrogarmo-nos acerca da justiça, como também devemos lutar para que a única justiça a reinar na terra seja a de... Deus.
Quem pode colocar-se ao nível de Deus? Quem se pode achar digno de julgar o outro por aquilo que ele é ou faz?
Os verdadeiros justos, associam-se à justiça do justo juiz. Não procuram fazer justiça pelas próprias mãos, mas dedicam-se à construção de um mundo mais justo, alicerçados na justiça que faz de nós dom para os outros.
A justiça de Deus tem a sua fonte na entrega livre de Cristo na Cruz. O único Justo, entregou-Se como condenado, para nos dar a conhecer que, a justiça divina, fundamenta-se no amor que leva à nossa entrega até ao fim.
O testemunho dos mártires fundamenta-se nesta entrega. Como se reza na liturgia das horas: “Os sábios brilharão como o esplendor do firmamento, e os que ensinarem à multidão os caminhos da justiça serão como estrelas por toda a eternidade.”
Reconhecemos pois, que o verdadeiro sábio não teme os desígnios do Senhor. O verdadeiro sábio entrega-se total e livremente a dar testemunho do amor infinito de Deus.
Diz-nos então o Senhor: “Quem tem ouvidos que oiça.” Este é um apelo à nossa fé. Este, é um apelo à nossa confiança de que o Senhor dá-nos os instrumentos necessários para que associemos a nossa vida à Sua Paixão, para podermos ser no mundo testemunhas da Sua justiça e do Seu amor.
Não basta ao homem a escuta da Palavra mas a capacidade de analisar e discernir a verdadeira justiça. Mais do que julgar, somos chamados a amar e aceitar o outro na sua diferença.
Terça-feira, 01 de Agosto de 2017
Santo Afonso Maria de Ligório, Bispo e Doutor da Igreja
XVII Semana do Tempo Comum
Santo Afonso Maria de Ligório, Bispo e Doutor da Igreja
XVII Semana do Tempo Comum

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