
A lei de Deus não é impossível de observar. Não é algo para viver apenas na teoria mas sim para pôr-se em prática no nosso dia-a-dia. Porém, assistimos frequentemente a um moralismo falso, ou a imposição de determinadas normas que muitas vezes não somos capazes de seguir.
Jesus diz que a Sua lei é verdadeira e por isso devemos escutá-la e pô-la em prática. Assim se reconhece que ao homem foi dada a possibilidade de discernimento, ou seja, face ao testemunho que temos diante dos nossos olhos, o Senhor pede que sigamos a Sua Lei.
A vida humana é frágil. Habituamo-nos a impor aos outros pesados fardos que não somos capazes de carregar. Porém, aquilo que ouvimos dizer ser da vontade de Deus deve ser seguido, ainda que não tenhamos um testemunho coerente com aquilo que nos dizem. Se é de Deus é se somos capazes de reconhecer que aquela voz que escutamos é de Deus, não tenhamos medo em suportar em nossos ombros aquilo que outros se recusam a pegar.
Quando Jesus nos chama a fazer e a observar tudo o que nos dizem, está como que a condenar a hipocrisia que muitas vezes se nota em nós. Quantas vezes ainda dizemos uma coisa e praticamos outra?
O Senhor ensiná-los que o nosso tempo precisa concentrar no essencial, pois é tempo de parar e olharmos para a nossa vida. Hoje, verificamos que a nossa condição de pecadores nos coloca diante desta condição de hipocrisia, no sentido de muitas vezes desejarmos fazer o bem mas acabarmos por fazer o mal, mesmo inconscientemente.
O nosso coração deseja comprometer-se com Deus, na fidelidade à escuta e observância da Sua palavra, porém, continuamente erramos e desviamo-nos dos caminhos que o Senhor reservou para nós.
O amor de Deus não tem limites. Por muito grande que seja o nosso pecado, Deus ensina-nos a reconhecê-lo e a deixarmos que Ele mesmo nos tome pela mão.
Não sejamos fariseus. Não imponhamos aos outros aquilo que os nossos ombros não são capazes de suportar e não apontemos aos outros os erros que muitas vezes cometemos e camuflados.
O homem pode enganar-se a si mesmo e até aos que o rodeiam, mas não pode enganar a Cristo.
Jesus diz que a Sua lei é verdadeira e por isso devemos escutá-la e pô-la em prática. Assim se reconhece que ao homem foi dada a possibilidade de discernimento, ou seja, face ao testemunho que temos diante dos nossos olhos, o Senhor pede que sigamos a Sua Lei.
A vida humana é frágil. Habituamo-nos a impor aos outros pesados fardos que não somos capazes de carregar. Porém, aquilo que ouvimos dizer ser da vontade de Deus deve ser seguido, ainda que não tenhamos um testemunho coerente com aquilo que nos dizem. Se é de Deus é se somos capazes de reconhecer que aquela voz que escutamos é de Deus, não tenhamos medo em suportar em nossos ombros aquilo que outros se recusam a pegar.
Quando Jesus nos chama a fazer e a observar tudo o que nos dizem, está como que a condenar a hipocrisia que muitas vezes se nota em nós. Quantas vezes ainda dizemos uma coisa e praticamos outra?
O Senhor ensiná-los que o nosso tempo precisa concentrar no essencial, pois é tempo de parar e olharmos para a nossa vida. Hoje, verificamos que a nossa condição de pecadores nos coloca diante desta condição de hipocrisia, no sentido de muitas vezes desejarmos fazer o bem mas acabarmos por fazer o mal, mesmo inconscientemente.
O nosso coração deseja comprometer-se com Deus, na fidelidade à escuta e observância da Sua palavra, porém, continuamente erramos e desviamo-nos dos caminhos que o Senhor reservou para nós.
O amor de Deus não tem limites. Por muito grande que seja o nosso pecado, Deus ensina-nos a reconhecê-lo e a deixarmos que Ele mesmo nos tome pela mão.
Não sejamos fariseus. Não imponhamos aos outros aquilo que os nossos ombros não são capazes de suportar e não apontemos aos outros os erros que muitas vezes cometemos e camuflados.
O homem pode enganar-se a si mesmo e até aos que o rodeiam, mas não pode enganar a Cristo.
Sábado, 26 de Agosto de 2017
Santa Maria no Sábado
XX Semana do Tempo Comum
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